Aula pessoal e intransferível: O modo M é uma linha.


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No curso básico, o ponto a ser alcançado na primeira semana é o entendimento que o modo M gera uma linha e as medidas devem buscar essa linha nas imagens.
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Assim, o septo e a parede posterior formam um “tubo”!
Aorta e Átrio esquerdo, “tubos”!
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Já vi aluno da pós graduação em Eco que não sabiam isso. Assim, suas medidas de cavidades não eram confiáveis e seus resultados, inúteis.
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Como tubos, essas estruturas se repetem a cada ciclo cardíaco e devem ser visíveis em todos os momentos na tela. Esse conceito leva a medidas exatas mesmo com imagens de baixa qualidade.
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Medidas exatas das estruturas são obrigatórias em qualquer laudo e chegamos a repetir essa máxima de modo exaustivo nos primeiros dias dos cursos ou da residência.
Que eu saiba, só na ECOPE também tem esse rigor com o ensino das medidas.
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O outro jeito, é engraçado lembrar, é no olho:
História real:
Colega cardiologista ligou para ecocardiografista conhecido na cidade e falou:
XXXXX, mandei um paciente dois anos seguidos para você e um ano o septo era de 11 e agora foi medido em 8mm, mudou tanto assim???
Poxa, YYYYY, você sabe que depois de tantos ecos, acabo não medindo, vou mais pelo jeitão e dou um número. Não faz deferença mesmo, faz???

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