O que ensinam na ecocardiografia dos EUA atualmente? Echo Florida EchoTalk

1a

.

http://asecho.org/wordpress/wp-content/uploads/2016/09/Echo-Florida-proof-web-FINAL.pdf

.

Nós temos uma curiosidade.

A ecocardiografia está em marcha lenta mesmo ou é uma visão local equivocada?

.

Resolvemos virar alunos de um famoso curso de ecocardiografia americano para entender o que ensinam e como está a área em um mercado rico e eficiente.

.

Vejam a programação:

.

1a

.

1b

.

1c

.

Será que um curso desses está na vanguarda do ensino?

É melhor assistir um curso destes ou frequentar um congresso?

.

Vejam os professores:

1a

http://columbiaheartvalve.org/about-the-center/our-doctors/rebecca-t-hahn-md

http://physicians.umassmemorial.org/details/1777/gerard-aurigemma-cardiology-worcester

https://www.researchgate.net/profile/Deborah_Agler

.

Não sabemos, mas vamos descobrir.

E o leitor do blog também vai.

Com a cobertura comentada das atividades.

.

 

Ensino pago e ensino gratuito : Europa e E.U.A

1a

http://www.aseuniversity.org/ase/sessions/conference/5171

.

O site americano de ecocardiografia da sociedade disponibiliza aulas muito boas para o ecocardiografista.

Mas são pagas.

Veja no link acima.

.

Quando a internet se expandiu, havia a ilusão da difusão gratuita de informações.

Acreditávamos em universalização do ensino.

Um aluno aplicado no interior do Brasil teria as mesmas informações que o paulistano, até comparável aos americanos e europeus.

Existe sim, uma abundância de informações pouco organizadas e gratuitas, em sites pessoais ou grupos de redes sociais.

.

As lições organizadas e didáticas de ecocardiografia custam euros ou dólares, atualmente.

No mínimo, um ecocardiografista que quiser acesso as aulas, muito boas por sinal, deve ser sócio da EURO ou ASE.

.

Como nos negócios, na ecocardiografia não existe almoço grátis.

.

 

 

.

Fast Carótida na avaliação de dor precordial.

1a

.

http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0894731716301419

.

Conclusions

Rapid carotid plaque height measurement by FOVUS enhanced atherosclerosis risk prediction in patients referred for cardiac assessment. Rapid plaque quantification had good negative predictive value and high sensitivity alone or in combination with stress testing. FOVUS may serve as a potential point-of-care ultrasound tool in the integrated assessment of cardiac pain.

.

Estudo mostra o valor de um exame rápido das carótidas nos pacientes suspeitos de coronariopatia.

Feito em 5 minutos, por médico da unidade.

.

The negative predictive value and sensitivity of plaque height alone by FOVUS were found to be 77% and 93%, respectively.

Fibrilação Atrial gera trombos por caminhos mais complexos que a estase.

1a

.

http://circimaging.ahajournals.org/content/9/9/e004984.full

.

Impaired LA blood flow has been implicated as a source for intra-atrial thrombus formation and, thus, risk for thromboembolism in patients with AF.

Given that thrombus formation occurs predominantly in the LAA, it is thought that abnormal flow, such as reduced peak velocity and elevated stasis, at this location contributes to increased risk for stroke.

This 4D flow MRI study delineated LA and LAA flow dynamics in normal controls and patients with AF.

Although LAA flow velocities were clearly lower than LA flow velocities in controls, there appeared to be a more complex relationship of flow between the LA and LAA in patients with AF, suggesting that the atrial myopathy underlying AF affects global LA and LAA flow, resulting in an overall reduction in the regional difference noted in controls.

.

Os trombos preferem o apêndice atrial.

Por que?

Estudo com TEE e RM mostra diferentes velocidades e estases no átrio e no apêndice.

Com a FA, essas diferenças diminuem.

.

Estudo muito interessante. Mostra influencia da idade e da anatomia nas modificações.

.

 

 

Música para o coração

1a
.
.
Authors’ conclusions: 

This systematic review indicates that listening to music may have a beneficial effect on anxiety in persons with CHD, especially those with a myocardial infarction. Anxiety-reducing effects appear to be greatest when people are given a choice of which music to listen to.

Furthermore, listening to music may have a beneficial effect on systolic blood pressure, heart rate, respiratory rate, quality of sleep and pain in persons with CHD. However, the clinical significance of these findings is unclear. Since many of the studies are at high risk of bias, these findings need to be interpreted with caution. More research is needed into the effects of music interventions offered by a trained music therapist.

.

1a

.

Até o Cochrane confirma o papel da música na terapia de distúrbios cardiovasculares.

Recomende para os seus pacientes!

.