MitralClip: Eco Transtorácico resolve.

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http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/echo.13592/full

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Conclusions

A considerable proportion of patients have optimal mitral valve morphology for MitraClip. Moreover, TTE was particularly useful in determining whether or not the anatomical criteria for MitraClip implant were met in the majority of patients with secondary MR but in only a minority of those with primary MR.

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O clip Mitral surge como opção considerável para o tratamento da insuficiência com repercussão clínica.

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É frequente a explicação para a tese que um ventrículo ruim não sai bem da extracorpórea por retirada do “escape” de baixa pressão que seria o átrio esquerdo.

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Como sabemos que todas as intervenções acabam por diminuir a área Mitral na diástole, criando estenose, uma restrição ao enchimento ventricular pode ser mais importante que a ausência de “escape”.

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Em uma situação de ventrículo dilatado, diminuir o enchimento ventricular é catastrófico.

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Todas as plástica Mitrais e a maioria das próteses provocam estenose relativa em relação ao estágio de insuficiência  pura.

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O MitralClip também provoca estenose.

Como o ventrículo ruim se adapta ?

ou apenas ventrículos bons apresentariam respostas positivas?

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Novidades para os fãs do contraste de microbolhas

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Conclusion

CEUS-derived PTT and nPTT correlate to a fair degree with measures of systolic and diastolic function, NT-pro-BNP, and quality of life. As CEUS-derived PTT can be obtained easily, noninvasively and at the bedside, it is a promising future measure of general cardiac performance.

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http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/echo.13590/full

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Notamos o fenômeno acima quando usamos o contraste, mas sem mensurar.

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Prova 2016-2017

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Nem de propósito, planejando cuidadosamente, uma diretoria conseguiria fazer duas provas seguidas problemáticas como foram as duas últimas.

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Em 2016 a prova foi cancelada por falta de

Computador. Ou melhor, por falta de um plano B e obrigou os candidatos a uma nova avaliação no segundo semestre.

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Em 2017 o computador funcionou mas não souberam avaliar a dificuldade da prova.

Ficamos com os inexplicáveis 16,6% de avaliação.

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Um reconhecido professor da BP, membro da diretoria, já avisou seus alunos que ficará assim mesmo.

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Alguns aprovam a baixa entrada de ecocardiografistas no reino dos titulados.

Não sei se estes titulados passariam na prova deste ano…

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Quanto mais gente de fora, pior para o método. Tenho convicção.

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Nenhuma diretoria anterior conseguiu este feito histórico, o bicampeonato em avaliações equivocadas ou anuladas.

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Prova 2017 : Exemplo de recurso bem sucedido

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No ano de 2002 eu prestei prova do título de área de atuação em cardiologia pediátrica.Período anterior ao certame eu me deparava com a falta de indicação no edital daquele ano de qual seria o critério de aprovação.Pasmem, não havia escrito qual o critério de acertos para aprovação.Pois bem, fui a prova, fiz 80% na teórica e 65% na prática.Em minha cabeça , seria uma média entre as duas.Após o concurso fui surpreendido com um critério adotado durante a correção das mesmas.Encurtando a conversa, foram nove meses de discussão entre AMB,CFM (fiz denúncia em ambos os órgãos na época) e departamentos da área de pediatria e cardiologia na época.
Mas enfim, recebi a carta do CFM após nove meses me informando da “determinação daquele órgão aceitando minha aprovação e orientando o Departamento de Cardiologia Pediatrica da SBC a rever a aprovação dos demais pois foram muitos submetidos a injustiça de critérios”.
Portanto, não desistam!Lutem por critérios justos e adequados a boa prática médica.Não aceitem serem submetidos a reserva de mercado ou coisa parecida.
Desejos de boa sorte e perseverança.
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Leitor e colega escreveu o texto acima estimulando a resistência.
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