2015: O ano em que realizaremos o melhor congresso da história?

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Reunir o Badano com o Morcerf, seguido do Lang, parece fantasia mas será verdade.

Vejam os destaques e façam as malas:

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1eImperdível!!!!!!!!!

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Tem muito mais no link abaixo:

http://www.congressodic.com.br/programacao/index.php#menuprogramacao

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Não têm hotel?

Que tal um bate e volta ?

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Pode ficar mas achou caro o Windsor?

Pense nesses aqui:

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Disfunção Diastólica : Epidemiologia

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Conclusions—The key findings of this study are that LVDF tended to worsen over time and was associated with advanced age, higher baseline insulin level, and hemodynamic parameters, such as heart rate and blood pressure.

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http://circimaging.ahajournals.org/content/8/4/e002882.abstract

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Os ecocardiografista amam a disfunção diastólica. Um terço dos congressos sérios e dirigidos do método abordam só esse tema.

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Falta documentar o uso clínico real e a epidemiologia.

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Parece que a idade é um fatos indissociável. Como envelhecer sem endurecer o coração?

Outro fator é a insulinemia.

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De qualquer forma, mais de 90% dos pacientes com 50 anos não apresentaram piora dos parâmetros em 5 anos.

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Depeco-ASE: Falta fazer a nossa parte.

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Legal. Veja aqui

http://departamentos.cardiol.br/dic/pdf/2015/allianceagreement_DIC.pdf

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Falta fazer a nossa parte. 

Sonho antigo do blog: 

Financiamento e facilitação na participação de ecocardiografistas brasileiros nos congressos de Eco internacionais.

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Agora está escrito e assinado. Em Junho têm ASE 2015 em Boston! 

Por que os ecocardiografistas falham em pesquisas da RM?

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http://content.onlinejacc.org/article.aspx?articleID=2199424

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Conclusions  The data suggest that MRI is more accurate than echocardiography in assessing the severity of MR. MRI should be considered in those patients when MR severity as assessed by echocardiography is influencing important clinical decisions, such as the decision to undergo MR surgery.

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Por que o número excessivo de insuficiências graves ao ecocardiograma não apresentaram a esperada regressão após correção cirúrgica?

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Aposto que os critérios de gravidade ao ecocardiograma privilegiaram o Doppler colorido!

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Como a fisiologia não muda, houve superestimação da gravidade ao eco.

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Isso é frequente nos laudos que acesso.

Frequentemente reverto laudos anteriores de Insuficiência Mitral grave para moderada.

Caso o paciente tenha fibrilação atrial, a chance de superestimação chega perto de 100%.

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Nem sempre é possível reverter esse desvio na formação dos alunos.

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Apelo: Pensem duas vezes antes de assinarem um laudo de insuficiência mitral acentuada.

RM não deveria ser considerada padrão ouro para dimensões cardíacas

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Padrão ouro para cavidades na ecocardiografia é o 3D.

Estudos que usam a RM para referência de medidas ao ecocardiograma erram já de saída.

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Enquanto a RM obtiver a taxa de quadros abaixo de 16 FPS, será melhor deixá-la de lado em Órgãos que se movimentem rapidamente.

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