Manual americano de ecocardiografia

Temos a opinião clara: Caso inicie um livro de ecocardiografia, melhor iniciar com um tratado, tipo Feigenbaum. Depois tenha um manual para consulta rápida, tipo o do Castilho

O livro acima pode fazer o papel de manual para consulta rápida. Gostei mais dos vídeos que ele disponibiliza na web, AQUI.

Teste de estresse diastólico

Quantitation of the diastolic stress test: filling pressure vs. diastolic reserve

Methods and results DST was performed by adding the measurement of the transmitral (E) and annular (e′) velocities to standard exercise echo in 559 consecutive patients without significant rest or exercise mitral regurgitation. Exertional DD was separately defined by post-stress E/e′ >13 or DFRI <13.5.(DFRI) was calculated as E'base x &E'; where &E' is the change of E' from baseline to exercise.

Conclusion Exercise E/e′ and DFRI are both associated with exercise capacity, but E/e′ is more closely associated with the expected parameters of DD.

Outro estudo já demonstrou o valor do eco de esforço para avaliar a diástole: Aqui completo. O exercício provoca aumento de velocidade da e’ e quanto maior esse aumento, mais reserva de diástole!

O tapa-olho e o Eco 3D

Enxergamos o mundo em 3D desde os primeiros anos. Para caminhar, andar de bicicleta ou dirigir, é muito melhor a visão 3D!!! Imagine fazer isso usando um tapa-olho!

Radiologistas que têm acesso aos softwares de 3D para Tomo e RM, só dão o laudo baseado no 2D?!?!?!?!? Seria usar o tapa-olho? Quem abriria mão do 3D para fazer o exame abaixo?

Não é sensato ir contra a natureza humana, treinada em 3D. Como podemos argumentar a favor de medidas 2D dos Rins em detrimento das medidas de volume ao 3D? Como usar o 3D apenas para ver rostinho de fetos?!?!?!?

O mundo é 3D e é melhor assim. Agora é só questão de baixar o preço.

Disfunção aórtica é uma Síndrome?

The Syndrome of Degenerative Calcific Aortic Stenosis: Prevalence of Multiple Pathophysiologic Disorders in Association with Valvular Stenosis and Their Implications

Results: A total of 164 patients had severe AS and 51 had moderate AS. In patients with severe AS, the prevalence of increased vascular load was 42%; LV systolic and diastolic dysfunction was present in 27% and 42%; other valve diseases in 23%; and comorbid disorders in 82%. In the moderate AS group, abnormal vascular load was found in 52%; LV systolic and diastolic dysfunction was prevalent in 26% and 31%; other valve diseases in 17%; and comorbid disorders in 78% patients. More than half the patients in both groups had symptoms. In both severe and moderate AS groups, the prevalence of increased vascular load and systolic dysfunction was higher in the symptomatic group.

Conclusion: Considerable number of patients with DCAS have abnormal vascular load, abnormal LV function, and significant coexisting disorders. These could influence the total pathophysiologic burden on the heart and symptom expression. Thus, DCAS should not be considered just as valvular stenosis, but a syndrome of DCAS because of the diagnostic, prognostic, and therapeutic implications of various factors associated with it.

A idéia levantada é muito boa. A doença não vem sozinha. Os outros achados são causas e consequências da doença aórtica valvar.

Três bons motivos para ir ao congresso 2013

Um bom parâmetro de qualidade de um congresso é a comissão científica. Científica e bem intencionada. Comissões exclusivamente políticas prejudicam o congresso, têm que ser uma média de palestrantes “pubmed” e palestrantes “lideranças”. Acho que vai ser assim.

Porto de Galinhas é demais! Quem não conhece vai gostar e quem já conhece vai aproveitar mais ainda.

Ótima oportunidade para comprar o livro da Camarozano e começar e fazer Ecostresse em sua cidade. Quem não faz ecostresse de esforço está perdendo tempo e dinheiro. E facilitando a vida da concorrência…