Residência reconhecida não dá título automático

Fazer uma residência reconhecida pelo CNRM não garante o título de especialista

Na UNIMED, você pode ser cardiologista com a residência reconhecida OU o título de especialista em cardiologia

No ecocardiograma, o residente de origem reconhecida e treinado por 2 anos ou mais, não pode realizar o exame sem o título

Não vale a residência reconhecida para ser um ecocardiografista de convênio!

Então, são titulações diferentes e não equivalentes na ecocardiografia

Por que, então, cabe a CNRM definir os pré requisitos para a prova do título?

Por que nos EUA e Inglaterra são usados o número de exames realizados e não o tempo?

O DIC pode voltar aos anos 90, quando era uma barreira a ser transposta ou ficar nos anos recentes, quando foi um aliado do ecocardiografista ou candidato a ecocardiografista

Aceitar simplesmente, os dois anos obrigatórios para todo o território nacional, é um retrocesso.

Treinamento em ecocardiografia nos EUA

†Exposure to TEE and other special procedures.
‡Completion of Level II and additional special training are needed to achieve full competence in TEE and other special procedures.

https://www.asecho.org/clinical-information/physician-training/

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ASE publica as regras para formação de ecocardiografistas com critérios diferentes dos usados no Brasil.

Lá, importa bastante o número de exames executados.

Em nosso serviço, um residente executa mais de 100 exames por mês, facilmente.

E interpreta um número muito maior.

Então, nos EUA, nosso residente de ecocardiografia poderia estar pronto em 3 meses?

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Eles executam mais de 1000 exames ao ano, interpretam o triplo disto, junto com Ecoestresse, Congênito e 3D.

Não consideramos o Strain uma modalidade à parte. Vai no bolo do exame comum.

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Nos EUA, eles estariam 3 veze acima do mínimo exigido para servirem aos serviços médicos com o melhor exame diagnóstico, na relação custo-benefício.

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O Doppler de Carótidas, ensinado no último trimestre, é um bonus!

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Fechar ou não fechar?

https://eurointervention.pcronline.com/article/left-atrial-appendage-occlusion-1

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 Achieving that goal will be enhanced by data obtained with the results of 2 large (approximately 5,000) patient groups randomised to device or DOAC (CHAMPION-AF and CATALYST) (Table 10). Each study will focus on 1 device (Amulet or WATCHMAN FLX), both of which are approved and will include broader diverse groups of patients with multiple secondary analyses. In addition, OPTION will address LAAO and PVI. It must be kept in mind that during the 5 years of follow-up of these studies, new iterations of the devices will become available which may dramatically improve outcomes and render current issues less important. The goal of this technology will be to broaden the options available to the increasingly large number of patients with NVAF at risk for stroke.