ICFEP melhor com CIA provocado?

https://www.structuralheartjournal.org/article/S2474-8706(22)01880-2/fulltext

Existem pelo menos 7 abordagens investigacionais em andamento usando alguma forma de derivação atrial como terapia para IC

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Atualmente, a medição invasiva da pressão durante o exercício em ciclo supino é considerada o método ideal para o diagnóstico de ICFEp, particularmente no subgrupo com critérios bioquímicos e clínicos pouco claros para IC. 
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Conclusões

Em conclusão, há um entusiasmo crescente em relação ao uso da terapia de derivação atrial para o tratamento da IC. O uso de exercícios em combinação com estudos hemodinâmicos invasivos é viável em ensaios clínicos multicêntricos, sugerindo que essa ferramenta poderia ser mais amplamente implementada na prática clínica. 

ICFEP nem precisa tanto esforço

https://www.jacc.org/doi/10.1016/j.jcmg.2022.10.024

A relação E/e′ durante exercícios de baixa intensidade é altamente viável e prevê uma relação E/e′ normal ou PCWP durante o pico do exercício com alta especificidade.

Esses dados sugerem que E/e′ 20W pode ser usado como alternativa ao valor de pico do exercício para descartar ICFEP em pacientes com dispneia

Por que os átrios dilatam na FA?

https://doi.org/10.1093/ehjci/jeae194

LAVI min showed the best diagnostic accuracy to predict elevated LAP (area under the curve 0.703).

LA structure and function assessment well correlates with mean LAP in patients with a history of AF.

These measures may be used in the assessment of filling pressure in these patients.

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A quase totalidade dos pacientes com FA crônica têm dilatação dos átrios.

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Esta dilatação é explicada por aumento das pressões médias nos átrios que ocorrem na ausência de contratilidade e onda A

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Então deveria haver uma relação direta entre a dilatação dos átrios e a elevação das pressões

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Mas a relação do estudo foi de apenas 0,7

O mais curioso é que muitos pacientes não estavam em FA!

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Talvez o corte de pressão atrial de 15mmhg ou mais tenha sido elevado demais, pois 13 ou 14 já são motivos para dilatação.

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As medidas de volume do átrio esquerdo não são homogênias , em nossa rotina, e podem ter afetado o estudo, também.

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Pacientes com resposta ventricular elevada podem ter momentâneas quedas de pressões médias, em repouso.

Mais um confundidor.

Calibrar o Doppler Tecidual

Quem é melhor? O Doppler tecidual lateral ou o septal?

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Mais importante que isto, é responder se a onda s’

está normal ou baixa demais.

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Na ICFEP, é comum vermos fotos de DT com a onda s’ abaixo de 8 cm/s no Lateral

Mas não é IC com fração de ejeção preservada?

Nestes casos, a onda s’ supera os 9cm/s

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Calibrar o DT antes, encontrando uma onda s’ normal é obrigatório na ICFEP

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Usar um DT “torto” ou mal posicionado, gera baixas velocidades falsas para a onda s’ e para a onda e’

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Calibre seu DT antes de usar

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https://www.heartlungcirc.org/article/S1443-9506(14)00733-1/pdf

Ecoestresse eficaz sempre

A sobrevida cumulativa foi significativamente pior em pacientes com ecocardiografia de estresse anormal (isquêmico) versus normal (não não êmico) em estudos submáximo (

4,4%/ano vs. 1,3%/ano, P < 0,0001) e

alta capacidade de exercício (1,5%/ano vs. 0,2%/ano, P < 0,0001).

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https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/echo.12372

É assim que funciona.