A Quinta Dimensão da RM, operador dependente da respiração

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https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1002/mrm.26745

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Na luta para realizar um exame rápido e confiável, a RM inventou a quinta dimensão.

Sim, o exame 5D.

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São eles que afirmam:

A ressonância magnética cardíaca, particularmente a imagem de pequenos vasos, como as artérias coronárias, continua sendo uma tarefa desafiadora (1–3). Os principais desafios incluem: i) movimento do coração durante os ciclos cardíaco e respiratório, ii) a complexidade da anatomia cardiovascular e iii) limitações relacionadas à velocidade de imagem comparativamente lenta.

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Mais:

Esses fatores levaram a um fluxo de trabalho clínico complexo e demorado para imagens cardíacas tradicionais, em que uma série de aquisições de imagens 2D são empregadas durante múltiplas respirações.

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E finalmente:

Essas aquisições devem ser adaptadas e ajustadas individualmente, de uma maneira altamente dependente da experiência do operador e da capacidade  dos pacientes para prender a respiração.

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Bem vinda ao mundo da imagem cardíaca que reconhece suas dificuldades!

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Imagem cardíaca boa tem que aceitar o Zoom sem distorcer e tem que ter taxa de quadros mínima de 30 QPS.

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https://www.birpublications.org/doi/10.1259/bjr.20150655

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Ganho do Color não é fixo e nunca pode ser excessivo.

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https://www.asecho.org/wp-content/uploads/2018/10/Guidelines-for-Performing-a-Comprehensive-Transthoracic-Echocardiographic-Examination-in-Adults.pdf

O CDI é usado rotineiramente em praticamente todas as visualizações de imagens e janelas após a aquisição de imagens 2D. Não é uma imagem independente
técnica. Da mesma forma, protocolos de rotina mostrando apenas CDI sem uma imagem de escala de cinza regular associada não são apropriados. Embora o tempo seja salvo, dados cruciais são perdidos

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Em tempos de TAVR e MitralClip, alguns ecocardiografistas esqueceram o comando de ganho do Color na posição 5h !!!

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Não esqueça de equacionar o ganho antes de interpretar o grau de insuficiência

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Aórtica no pós intervenção

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https://doi.org/10.1093/ehjci/jez049

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In severe AS and AR patients undergoing AVR, LV mass regression and changes in LV GLS are similar despite different LV remodelling before AVR. In AR, relief of volume overload led to reduction in LVMI and an initial decline in LV GLS. In contrast, relief of pressure overload in AS was characterized by a stable LV GLS and more sustained LV mass regression

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Interessante saber que o Strain caminha de forma semelhante em doenças diferentes em sua apresentação

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Mas o princípio de só realizar o Strain necessário para o débito continua sendo a regra do coração

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Achados que podem ajudar a compreender as variações do GLS nas doenças valvulares

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