QUARTA FEIRA SONOCHATA 2


As imagens acima foram captadas no mesmo momento e posição, mas uma delas está usando a “incrível segunda harmônica” deste portátil.
Você é capaz de dizer qual?

Fácil de fazer

Exame com contraste de microbolhas.
Clínica de médio porte.
Equipamento de emergência obrigatório (mesmo do ergométrico).
Acesso venoso periférico.
Médico com treinamento em Ecostress.
Equipamento médio ( Vivid 3).

Só isso.

Da Aterosclerose à Aterotrombose 7

Agora sabemos que todos temos placas na coronária.
Várias placas!!!
O desenho acima mostra os diferentes estágios das dezenas de placas presentes em nosso corpo.
Só sabemos tratar a placa tipo G, o restante é melhor não mexer.

UMA ESTRANHA DIRETRIZ…..

Clique na figura acima para ler a diretriz de Ecocardiografia Contrastada.
Confusa, não?
Talvez o uso de contraste seja complicado demais para os ecocardiografistas…
Talvez quem usa o contraste e escreve as diretrizes não saiba explicar melhor…

Tomo como exemplo o uso de contraste na tomografia e ressonância.
Sem mistérios, rotina do serviço.
Por que na ecocardiografia ficam com toda essa pompa?

Da Aterosclerose à Aterotrombose 6

E se pudéssemos enxergar as placas em vivos? Podemos.
O estudo acima realizou a coronarioscopia, método de visão direta das coronárias, em pacientes com angina instável.
Veja o gráfico, fora a placa culpada, foram vistas mais de 3 placas “amarelas” por coronária. E em toda a extensão da coronária.
Placas amarelas representam áreas de fina capa e núcleo lipídico, placas consideradas “moles”.

Da Aterosclerose à Aterotrombose 5

Todos nós temos placas nas coronárias. Várias placas em vários estágios, como vemos no estudo acima.
Essas placas vão evoluir, com certeza. O que podemos fazer é interferir na velocidade de progressão e melhor, diminuir a chance de uma progressão abrupta!

Contraste expontâneo e trombo no Ae

Vejam como não precisa de microbolhas quando a estase é grande!
Conforme o Shear stress, a viscosidade do sangue muda, o chamado efeito “catchupt”.

Da Aterosclerose à Aterotrombose 4

Sendo a Aterosclerose uma doença inflamatória, por que não bloqueamos a inflamação e controlamos a doença?
Veja na figura a complexidade das vias inflamatórias, muitas delas envolvidas na proteção do indivíduo à infecções e neoplasias.
Além disso, a Aterosclerose é uma infamação de baixo grau e crônica, o que significaria uma intervenção permanente nas vias inflamatórias.

Da Aterosclerose à Aterotrombose 3

Calor, rubor e dor.
A tríade de inflamação mostra uma face na coronária.
A medida da temperatura na placa mostra o grau de inflamação em cada estágio da doença.