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Faço essa votação todo ano e a Grande Empresa sempre ganhou disparado.
Agora parece que é a ESAOTE que ocupa o lugar de destaque no coração dos ecocardiografistas.
Que já foi da ATL, que depois acabou sendo incorporada a firma holandesa e nunca mais foi eleita aqui.
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Na dança das cadeiras das máquinas de ecocardiografia, voltou a ser determinante a qualidade da assistência técnica.
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Eu tenho usado Philips, GE, ESAOTE, Sonosite e até Toshiba.
Mas na hora da quebra, só uma empresa das acima corrige o problema de forma rápida.
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Apresentei uma pesquisa semelhante no SOCESP.
Para uma sala com 11 pessoas, diga-se de passagem.
Acredito que o Eco de esforço em bicicleta, por sua segurança maior até que a ergometria na esteira, deveria ser o exame de escolha para os idosos.
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Já relatei aqui uma publicação inglesa que apontava o Ecostress como o único viável economicamente no paciente diabético assintomático.
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Só não gosta quem for ruim da cabeça ou doente dos pés.
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Na escola EchoTalk temos o curioso caso do homem que veio do futuro.
Seu nome é Evandro.
Fez clínica médica na UNICAMP, cardiologia no Dante, Tomografia e RM no INCOR e ecocardiograma na EchoTalk.
É o verdadeiro especialista em imagem cardiovascular.
Vamos ainda ensinar Doppler de Carótidas, Ecostress e Transesofágico.
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Poderia ser fácil o próximo e melhor presidente do D.I.C! Sem concorrentes. rsrs
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Na Radiologia foi assim.
Havia só o RX, surgiu o Ultrassom e foi absorvido, surgiu a Tomo e foi absorvida, surgiu a RM e foi absorvida.
O Radiologista trabalha com o que quiser ou com tudo ao mesmo tempo.
Escolhe sua área de preferência (ninguém aqui falou em dinheiro ainda) e vai ser feliz também no trabalho…
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Sério, alguém sabe de um bom curso rápido de tomografia de coronárias ou já é muito tarde para mim?
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Aqui
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Dia 31 darei um curso prático de ecocardiografia para intensivistas.
Junto com ultrassom, eles aprenderão a reconhecer patologias de risco no paciente crítico.
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Ao contrário do Depeco e dos realizadores da prova, e em sintonia com o resto do mundo, acredito que o ecocardiograma deve ser manejado por quem atende o paciente em seus momentos de maior necessidade.
Então, nada mais lógico que treinar o intensivista a reconhecer a volemia na análise da veia cava inferior, a contratilidade em sua análise básica, defeitos valvares significativos, derrames pericárdicos e estimativas de pressões intracardíacas.
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O próximo passo será treinar emergencistas, pois já treinamos os residentes de cardiologia geral.
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E não perderemos nossos empregos.
Por exemplo, não conheço radiologista sem emprego, apesar da difusão do ultrassom geral…
Não basta cercar com arame farpado nossa área, é preciso torná-la produtiva!
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Que tal iniciar o exame pelo Arco Aórtico?
Assim sua pesquisa de fonte emboligênica ficará completa.
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