Há 12 anos atrás, o Eco de esforço já era melhor.


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Exercise Echocardiography or Exercise SPECT Imaging?: A Meta-analysis of Diagnostic Test Performance.
Fleischmann, Kirsten; MD, MPH; Hunink, Maria; MD, PhD; Kuntz, Karen; Douglas, Pamela
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JAMA. 280(10):913-920, September 9, 1998.
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O Eco de esforço parece novidade no Brasil.
Se é, estamos bem atrasados!
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O curioso caso da Academia Brasileira de Ecocardiografia

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Todos vocês sabem que para ser da Academia Brasileira de Letras não precisa ser, necessariamente, um escritor reconhecido como tal.
Vejam os casos de políticos e celebridades que fazem parte da mesma.
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Veja agora o caso do DEPECO, dos 1700 ecocardiografistas associados, só aproximadamente 700 são habilitados, ou seja, reconhecidos como aptos a realizarem o ecocardiograma!
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Repito, só aproximadamente 40% dos associados do DEPECO são reconhecido pelo departamento como aptos a realizarem o método!
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Dá para formar fácil o DEPECO dos não habilitados.
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Com um índice de aprovação de 20% na prova, esse número só vai aumentar.
Imagine se uma faculdade de medicina só aprovasse no final do curso 20% dos formandos? Ou uma residência de cardiologia?
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Vamos ser razoáveis, é só um método diagnóstico, não é treinamento para ser astronauta!!!
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40 a 50% de aprovação na prova, essa é a meta racional a ser buscada.
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Contraste de microbolhas é seguro mesmo na hipertensão pulmonar


Safety of Contrast Agent Use During Stress Echocardiography in Patients With Elevated Right Ventricular Systolic Pressure
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Aqui
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Conclusion— RVSP had no impact on predisposition to adverse outcomes in patients undergoing contrast SE in the population studied.
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O contraste segue sendo seguro mesmo na hipertensão pulmonar.
3 anos depois do FDA apavorar com tarjas pretas os usuários de contraste, as microbolhas voltam a ser de risco mínimo, menos que a maioria dos outros contrastes usados na Tomo ou RM.
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Contraste é assim, quem nunca usou, não sabe nem o que está perdendo.
Quem usou, sofre da melancolia de Ulisses, esperando voltar a ver…
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ICC sem causa definida? Faça a Carótida antes do Cateterismo, que pode não ser necessário.


Normal intima-media thickness on carotid ultrasound reliably excludes an ischemic cause of cardiomyopathy
American Heart Journal
Issue: Volume 159(6), June 2010, p 1059–1066

Results

Mean ejection fraction was 27% ± 10% in 150 patients. Significant CAD was found in 64 (42.7%) and ischemic LVSD in 40 (26.7%). Carotid plaque was seen in 95 (63.3%). Mean CCA IMT was ≥0.9 mm in 69 (46.0%). The combination of mean CCA IMT <0.9 mm and no plaque had negative predictive value for ischemic LVSD of 98%.

Conclusions

Carotid ultrasound with IMT measurement is a valuable screening tool for excluding an ischemic etiology of LVSD when CAD is suspected.
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Simples assim:
Com IMT <0,9 mm e sem placa, a cardiopatia dilatada do paciente não é por doença coronária!!!
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Quero fazer o Eco dessa paciente!


Apico-Biaxillary Bypass for an Aortic Stenosis Patient With Severe Calcification of the Entire Aorta
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Circulation. 2010;121:e447-e449.
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Postoperative 3-dimensional reconstructed computed tomography showed the valved conduit connecting the apex of the LV to the bilateral axillary artery without angulations. Magnetic resonance imaging showed bidirectional ejection from the LV to the ascending aorta and the conduit.

Em busca da análise automática no 3D


A novel operator-independent algorithm for cardiac output measurements based on three-dimensional transoesophageal colour Doppler echocardiography
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European Journal of Echocardiography Volume 11, Issue 5Pp. 432-437.
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Conclusion Our findings demonstrate that Cardiac Output computation from transoesophageal colour 3D Doppler echo can be automated concerning the site of velocity measurement. Our operator-independent algorithm provides an objective and reproducible alternative to thermodilution.
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O sonho de tornar o ecocardiograma operador independente continua.
Em debates, sempre é mencionada a característica operador dependente do Ecocardiograma.
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Nas revistas científicas, o Ecocardiograma têm a mesma variação interobservador que a Ressonância ou Tomo.
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No estudo GUSTO, a disconcordância entre os hemodinamicistas era maior que 20%.
Soube de um laudo de Tomografia que evoluiu de 3 “stents” para só calcificações após saber que o paciente não tinha “stents” colocados!
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Na medicina nuclear, as bolachas variam de tamanho conforme o caso.
Ressonância, dada como Endomiocardiofibrose, foi reanalizada para hipertrofia.
Outra, de miocardio não compactado para miocardite!
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Essa história me lembra a tosse do Captopril.
Quando era a novidade, só 4% tinham tosse.
Quando surgiram os BRA, parecia que o captopril causaria tosse em 20% dos pacientes.
Agora os BRA estão sob suspeita, então outro deve tomar seu lugar.
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Só que nenhum vai tomar o lugar do Eco, apesar da sua falada e não comprovada “examinador dependência”.
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DIC 2010: Os 57 sortudos.


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Parabéns aos 57 aprovados na prova do título deste ano.
Certamente foram ecocardiografistas que se esforçaram bastante, com muito estudo e preparação.
Mas, do jeito como foi mal feita, essa prova exigiu muita sorte do candidato.
Testou quantidade de informações, não conhecimento do método.
Testou interpretação de texto, não técnica de exame.
Testou frieza e concentração, não capacidade de acertar laudos.
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Assim, só mesmo com sorte, para conseguir o mínimo necessário.
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Ou morar em São Paulo, já que 25 aprovados, de 57, eram do estado mais rico do país.
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Será que só nesse estado o ensino de ecocardiografia é eficiente?
É claro que não.
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E segue o DIC,DEPECO ou “DEPESP” …
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