Os médicos Europeus do estado de São Paulo.

.
Na Europa a maioria dos serviços médicos é do estado.
O médico formado irá trabalhar, provavelmente, em uma instituição pública quando formado.
Nessa instituição, ganhará um salário compatível com o ganho médio da população, e permanecerá na mesma base social e econômica  até aposentar, salvo os 14% da população geral que conseguem elevar sua renda.
Isso cria uma legião de funcionários públicos médicos, espalhados por hospitais e universidades.
.
No estado de São Paulo temos muitos médicos. O mercado de trabalho privado teve excesso de oferta de mão de obra e, como todo mercado, reduziu a remuneração e mesmo assim encontrou candidatos às vagas.
Como atualmente, a remuneração média no mercado privado se aproxima da média em um emprego público, trabalhar para o estado passou a ser mais atraente de uns 5 anos para cá, caso você some a estabilidade de emprego, férias e décimo terceiro.
.
Dado o custo de manutenção de um consultório no estado mais industrializado do país, ter uma clínica pode se tornar um pesadelo financeiro!
E mais e mais médicos migram para empregos públicos.
.
Sem nenhum tom de crítica ao processo, acompanho os colegas gestores de serviços privados em desespero atrás de bons plantonistas. Sem dúvida a maior marca da mudança no mercado de trabalho.
.

.

Para quem pode, escolha o melhor : EUROECHO 2010

.

.

.
Diária média em Copenhagen = 300 reais.
.
Congresso em euros = 740. (1700,00 R)
.
Custo aproximado = 1.500,00 hotel + 1.700,00 inscrição + 2.500,00 passagem
.
Total mínimo de gasto 5.700,00 
.
Muito dinheiro? Também acho. Mas dê uma olhada no programa…
.
Mesmo assim, esse dinheiro dá para comprar 10% de um Vivid “e”, 15 edições do livro do Feigenbaum ou da Otto.

.
Ou mesmo para ir nos dois próximos congressos do DIC…
.