_uacct = “UA-1399567-1”;
urchinTracker();
Mês: janeiro 2012
Ecostress e a concorrência…
História natural do ecostress ao estilo Echotalk:
É montado um novo serviço de ecostress em bicicleta.
No começo os clínicos desconfiam, pedem um ou outro para ver como é que é…
Logo percebem que o exame é bom, se correlaciona bem com doença coronariana, economiza tempo e dinheiro. A agenda vira uma bola de neve…
Aí começam a encaminhar os pais e parentes queridos para realizar o exame. Neste ponto o método já virou o preferido da região e os concorrentes se descabelam, para eles sobraram só as SOGRAS dos colegas…
Hehehe, brincadeirinha!
Mas acontece!
Nós, que amamos o Vivid 3.
.
Existem centenas de Vivid 3 em atividade no país.
E os ecocardiografistas adoram o aparelho, como nós.
.
Seu defeito é um monitor muito feio e ruim.
.
O nosso deveria ter sido deslocado para uma unidade pequena em outra cidade mas os ecocardiografistas da clínica se rebelaram!
.
Resolvemos trocar o monitor por um da Sony com 22 polegadas e Shazam!
.
3D – Ecostress – Um passo para frente e dois para trás!
.
Não dá para ficar muito otimista com o Ecostress 3D quando os mestres do método fazem uma diretriz com os ensinamentos acima.
.
Após 20 anos criando o 3D, eles sugerem recortar a imagem para análise em 2D!
Aí eles ficam chateados de testes comparativos entre o 2D e o 3D em Ecostress não serem favoráveis ao 3D!
.
A imagem criada em 3D deve ser analisada no formato original. Variações do volume e da geometria das paredes são muito mais elucidativas que o espessamento.
.
O Ecostress 3D não está pronto para uso ou são os ecocardiografistas de Stress que não estão prontos para o 3D?
.
3D Diretriz
Aqui
.
Sociedades dominantes de ecocardiografia lançam normas e recomendações para o 3D
.
Currently, 3DE matrix-array transducers are composed of nearly 3,000 piezoelectric elements with operating frequencies ranging from 2 to 4 MHz and from 5 to 7 MHz for transthoracic echocardiographic (TTE) and transesophageal echocardiographic (TEE) imaging, respectively. These piezoelectric elements are arranged in a matrix configuration within the transducer and require a large number of digital channels for these fully sampled elements to be connected. To reduce both power consumption and the size of the connecting cable, several miniaturized circuit boards are incorporated into the transducer, allowing partial beam-forming to be performed in the probe.
.
Acima, a explicação para o alto custo do transdutor 3D.
Processadores são inseridos no corpo do transdutor para diminuir o fluxo de sinais por cabo, o que reduz o diâmetro e peso dos cabos.
.
Agora só falta vender em quantidades elevadas para reduzir o custo unitário.
.
Recordar é preciso – Convidados: PHT
O PHT é influênciado pelo intervalo PQ (PQ ↑ = PHT ↑), pela frequência cardíaca (FC ↑ = onda A embutida na rampa de desaceleração da onda E) e pela regurgitação aórtica (que aumenta a pressão telediastólica do VE condicionando assim um PHT mais curto).
.
Ana Feijão
Cardiopneumologista
Centro de Medicina Aeronáutica – Luanda
.
O blog realiza com a Dra Ana uma desejo antigo de publicar textos de autores nacionais e internacionais.
Com essas, além das contribuições com vídeo de vários colegas leitores, pretendemos ser um blog democrático e cada dia mais interessante.
.
Eur Heart J Cardiovasc Imaging: Tudo em um só pacote?
.
Veja aqui
.
Começou na Europa a era da Imagem como um todo.
A principal revista de Eco virou uma revista de Eco e outras formas de imagem.
.
As distorções do mundo…
.
Em paralelo, o FMI faz reuniões para aumentar as doações de países em desenvolvimento para ajudarem a recuperação da “pobre” Europa.
Como disse o ministro, só daqui a vintes anos alcançaremos os principais países do velho continente, se tudo der certo…
.
Voltando ao Eco, quem precisa de ajuda é o método de ultra-som do coração, perdido em verbas escassas nas quatro grandes empresas do mundo.
Para o 3D decolar, faltam verbas.
Microbolhas? Em banho morno.
Strain? Esse é tão barato que nem interessa aos vendedores.
.
Entre os radiologistas, o interesse por US é próximo de zero. Congressos de radiologia colocam as aulas de US nas salas menores e laterais.
.
Mesmo assim, a melhor revista de Eco do mundo vai ceder seus espaços para os métodos dominantes e milionários.
Qual o interesse?
Médicos que atuem em todas as modalidades de imagem são raros. Clínicos que se interessam por todas as modalidades são mais raros ainda.
Os outros métodos de imagem já dominam o JACC Imaging e o Circulation Imaging.
Não estão desamparados.
O que motiva os diretores de sociedades a perderem o foco mesmo em detrimento do interesse dos associados?
.
Echocardiographic quantification of regional deformation helps to distinguish isolated left ventricular non-compaction from dilated cardiomyopathy
.
Eur J Heart Fail (2012) 14 (2): 155-161.
.
Methods and results We investigated 15 patients with LVNC (9 males; 42 ± 9 years), 15 age- and gender-matched DCM patients, and 15 healthy controls. The echocardiographic diagnosis of LVNC was confirmed by magnetic resonance imaging. In all subjects standard echocardiography and tissue Doppler imaging (TDI) to study regional LV deformation were carried out. No statistical difference was observed in standard echocardiographic parameters between LVNC and DCM patients. Compared with controls, both patient groups showed significantly reduced annular displacements (septal: controls 14 ± 2 mm vs. DCM 6 ± 3 mm vs. LVNC 7 ± 3 mm) and reduced strain values of the LV segments. A characteristic deformation pattern with significantly higher values in the LV base compared with the apex was observed in patients with LVNC by deformation measurements with TDI. This gradient was found particularly in the lateral and inferior wall but spared the anteroseptal wall; non-compaction was not found in basal segments throughout the ventricle and also spared the anteroseptal midventricular wall. In DCM the strain and strain rate values were homogeneously reduced in all LV segments.
Conclusion A special regional deformation pattern (preserved deformation in basal segments of LVNC) seems to be of major diagnostic help for the definite differential diagnosis of LVNC and DCM.
.
.
A não compactação do ventrículo esquerdo ocorre predominantemente nos terços médios e apicais.
Ao modo B, fica clara a redução da contratilidade nessas áreas.
Faltava demonstrar.
Grupo alemão usou o Doppler tecidual em imagem para destacar um gradiente entre as regiões basais e as regiões médio-apicais.
Essa diferença não existe na cardiopatia dilatada comum.
Isso pode ajudar a desfazer o mal entendido que virou o diagnóstico de miocárdio não compactado!
No nosso HC, vi 3 casos erroneamente interpretados o ano passado.
.
Ecostress: Tanta tecnologia e tão pouco uso.
Figura 1
Figura 2
.
As tecnologias surgem e emocionam.
Protons são girados, radiações captadas, mapeamentos digitais do movimento…
.
A simples avaliação por Simpson (No caso, automática) já revela que algo está errado.
.
Paciente de 54 anos, masculino, com Revascularização há 5 anos.
No PRIMEIRO estágio de Balke o volume sistólico final aumentou (figura 2)
.
De maneira examinador independente, o diagnóstico saiu em minutos.
.
O paciente?
Em 5 minutos foi embora com o laudo…
.











