Acertar Ecostress ficou ainda mais fácil

Use of an automatic application for wall motion classification based on longitudinal strain: is it affected by operator expertise in echocardiography? A multicentre study by the Israeli Echocardiography Research Group
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Eur J Echocardiogr (2011)
doi: 10.1093/ejechocard/jer182
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Methods and results We compared the WM classifications obtained by the application when used by 12 highly experienced readers (Exp-R) vs. 11 inexperienced readers (InExp-R). Both classifications were compared with expert consensus classifications using the standard visual method. Digitized clips of cardiac cycles from three apical views in 105 patients were used for these analyses. Reproducibility of both groups was high (overall intra-class correlation coefficient: InExp-R = 0.89, Exp-R = 0.83); the lowest was noted for hypokinetic segments (InExp-R = 0.79, Exp-R = 0.72). InExp-R scores were concordant with Exp-R mode scores in 88.8% of segments; they were overestimated in 5.8% and underestimated in 3.2%. The sensitivity, specificity, and accuracy of InExp-R vs. Exp-R for classifying segments as normal/abnormal were identical (87, 85, and 86%, respectively).

Conclusion Classification of WM from apical views with an automatic application based on longitudinal 2D strain by InExp-R vs. Exp-R was similar to visual classification by Exp-R. This application may be useful for inexperienced echocardiographers/technicians and may serve as an automated ‘second opinion’ for experienced echocardiographers.
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Strain 2d transforma ecocardiografista inexperiente em sábio do ecostress!
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Estudo demonstra que utilizar o Strain longitudinal dá uma força para quem não têm experiência e acaba acertando o mesmo que os velhos conhecidos do método.

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E se usar o aprendizado Echotalk de espaço negativo vai acertar 100%…
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Anatomia vs Memória: Exame Transesofágico

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Site muito bom(Memorização).
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O jornalista Paulo Francis dizia que tem pessoas que entendem de tudo um pouco, mas nada em especial.
Para não cair nessa classificação, procuro e evito comentar exames transesofágicos.
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Por 2 motivos não sou adepto do método, apesar de realizá-lo com frequência:
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1- É desconfortável para o paciente, frequentemente laivos de sangue são encontrados no transdutor, a sedação têm seus riscos e o jejum incomoda. Fora riscos de quebrar a sonda.
Só mesmo se for essencial para o tratamento!
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2- Apesar de ser comparado à endoscopia, não têm nada a ver. A endoscopia usa a ótica e visão direta, o que é bem mais rico e confiável que o espectro do ultra-som. E também possibilita a intervenção e tratamento direto, algo inexistente no eco.
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Quando vejo livros textos ou mesmo sites como o indicado acima, fico intrigado com o método de “memorização” empregado.
Ensinam a decorar posições e imagens. Ângulos são tratados com máximas de aprendizado.
Usam a didática do livro abaixo.

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Não seria melhor usar a anatomia de referência? Lembrar que fica tudo de trás para frente e usar os achados anatômicos para “passear” pelo coração?
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Vscan na Embolia

Paciente de 4o anos com prótese biológica Mitral deu entrada no PS com Dispnéia acentuada e evoluiu com hipotensão.
Vídeos feitos com o Vscan no PS:
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A valva pulmonar nem abre mais na sístole. Muito reflui para o átrio direito.

Peço uma RM ou peço um ecocardiografista mais empenhado?

História:
Residente fazendo um exame de paciente masculino de 60 anos com história de massa mediastinal mal avaliada na tomografia pois evitaram usar contraste por insuficiência renal.
– Professor, esse caso foi encaminhado ao Eco mas não tem o que fazer, não têm janela!
– Deviam ter pedido a RM direto!!!!
Realmente, a janela paraesternal era inacessível. A apical foi difícil de encontrar mas revelou as imagens abaixo.
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Receita para matar um método diagnóstico:
O REALIZADOR do exame não acredita no método!
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Na Europa, pelo que vejo nos congressos, um caso que exija pensamento elaborado é abandonado…Peça uma RM ou Tomo! Grita o ecocardiografista sem capacitação.
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Bom, ai está o diagnóstico de tumor no ventrículo esquerdo feito por um método Jurássico como o ecocardiograma transtorácico.
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Recordar é preciso: Convidados – Gradiente na via de saída do VE

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Diagnóstico diferencial para Gradiente na Câmara de Saída do Ventrículo Esquerdo:
– Miocardiopatia Hipertrófica Obstructiva
– Cardiopatia Hipertensiva
– Feocromocitoma
– Enfarte Agudo do Miocárdio
– Hipovolémia
– Inotrópicos

Enviada p Ana Feijão.

Disfunção diastólica: Vale a pena acompanhar.

Aqui
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Impact of Progression of Diastolic Dysfunction on Mortality in Patients With Normal Ejection Fraction
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Circulation.
2012; 125: 782-788
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A total of 1065 outpatients were identified (mean±SD age, 67.9±13.9 years; 58% male). Baseline diastolic dysfunction was present in 770 patients (72.3%), with mild being the most prevalent. On follow-up testing (mean±SD, 1.1±0.4 years), 783 patients (73%) had stable, 168 (16%) had worsening, and 114 (11%) had improved baseline diastolic function. Eighty-eight patients (8.3%) had a decrease in left ventricular ejection fraction to <55% and were more likely to have advanced diastolic dysfunction (P=0.002). After a mean±SD follow-up (from the second study) of 1.6±0.8 years, 142 patients (13%) died. On multivariate analysis, a decrease in left ventricular ejection fraction to <55% and any worsening of diastolic function were independently associated with increased risk of mortality . Conclusion—In patients with normal baseline left ventricular ejection fraction, worsening of diastolic function is an independent predictor of mortality. .

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Estudo avalia o valor dos parâmetros diastólicos no seguimento de pacientes com fração de ejeção preservada.
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