Mixoma: 2D, 3D e 4D: Exercício de 3D para mentes 2D.

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Veja o filme
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Veja o filme 3D.
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Vendo só o filme 2D, ficou alguma dúvida?
Nada…
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Caso o filme fosse apenas assim:

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O diagnóstico seria o mesmo.
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Então, para valorizar o 3D e apagar da nossa racionalidade o 2D, as apresentações e exames devem ser apenas com:

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Exercício:
Assista agora todos os vídeos e antes de começar, oculte as figuras 2D com um papel e assista apenas e unicamente as imagens 3D
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VOILÁ!!!!!
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M. Subaórtica: 2D, 3D e 4D

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Veja o filme 2D
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Veja os filme 3D
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Qual a conclusão?
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A análise pelo 3D é indispensável?
Não parece.
E assim caminha o 3D. Até em demonstrações positivas e bem intencionadas como essa, a valorização do método não ocorre.
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O 3D precisa se tornar independente e superior ao 2D.
Ou passar a custa 50 mil…
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Uma coisa ou outra!
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Congresso Mundial: Mais de 112 leitores do blog!

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Até o momento, 112 leitores do blog confirmaram presença no congresso DIC.
Dá para fazer uma estimativa de inscrições baseado nessa pesquisa…
Vou torcer para que supere as expectativas e impulsione os próximos congressos.
Esse blog torce demais pela ecocardiografia nacional. Então, avante!
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O programa oficial saiu e a parte de ecocardiografia está muito boa.
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Você vê diferença entre esses dois aparelhos? O Ecostress não.

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Aparelho usado em muitas das publicações iniciais, com imagem básica.

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Aparelho topo de linha usado nas publicações recentes.

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Veja algumas publicações separadas por dez, vinte anos, com praticamente a mesma sensibilidade do Ecostress para coronariopatia significativa:

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Uéee, mas não é a definição de borda que faz um Ecostress funcionar?!?!?!?!
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Veja o que dizem as publicações ao longo do tempo:

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Então não deve ser a definição de borda o fator predominante para acertar um disgnóstico de contratilidade…
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