_uacct = “UA-1399567-1”;
urchinTracker();
Mês: fevereiro 2012
Mixoma: 2D, 3D e 4D: Exercício de 3D para mentes 2D.
.
Veja o filme 3D.
.
Vendo só o filme 2D, ficou alguma dúvida?
Nada…
.
Caso o filme fosse apenas assim:
.
O diagnóstico seria o mesmo.
.
Então, para valorizar o 3D e apagar da nossa racionalidade o 2D, as apresentações e exames devem ser apenas com:
.
Exercício:
Assista agora todos os vídeos e antes de começar, oculte as figuras 2D com um papel e assista apenas e unicamente as imagens 3D
.
VOILÁ!!!!!
.
M. Subaórtica: 2D, 3D e 4D
.
Veja os filme 3D
.
Qual a conclusão?
.
A análise pelo 3D é indispensável?
Não parece.
E assim caminha o 3D. Até em demonstrações positivas e bem intencionadas como essa, a valorização do método não ocorre.
.
O 3D precisa se tornar independente e superior ao 2D.
Ou passar a custa 50 mil…
.
Uma coisa ou outra!
.
Congresso Mundial: Mais de 112 leitores do blog!
.
Até o momento, 112 leitores do blog confirmaram presença no congresso DIC.
Dá para fazer uma estimativa de inscrições baseado nessa pesquisa…
Vou torcer para que supere as expectativas e impulsione os próximos congressos.
Esse blog torce demais pela ecocardiografia nacional. Então, avante!
.
O programa oficial saiu e a parte de ecocardiografia está muito boa.
.
Você vê diferença entre esses dois aparelhos? O Ecostress não.
.
Aparelho usado em muitas das publicações iniciais, com imagem básica.
.
Aparelho topo de linha usado nas publicações recentes.
.
Veja algumas publicações separadas por dez, vinte anos, com praticamente a mesma sensibilidade do Ecostress para coronariopatia significativa:
.
Uéee, mas não é a definição de borda que faz um Ecostress funcionar?!?!?!?!
.
Veja o que dizem as publicações ao longo do tempo:
.
Então não deve ser a definição de borda o fator predominante para acertar um disgnóstico de contratilidade…
.



















