TRIV e PAD fazem um DP/DT?

……………………………………………….AQUI………………………………………….. Methods: Thirty-three patients with less than severe MR were enrolled. −dP/dt was determined using the Doppler-MR method from the continuous-wave Doppler spectrum of the MR jet (32 mmHg/time from 3 to 1 m/sec). −dP/dt was also determined using the DBP-IVRT method using the following equation: −dP/dt = (DBP − LVEDP)/IVRT, where left ventricular end-diastolic pressure (LVEDP) was estimated based on tissue Doppler and mitral inflow patterns.…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………….. Results: Twenty-five patients had adequate Doppler waveforms for analysis. The average amount of MR was mild-to-moderate severity. The mean −dP/dt was 680 ± 201 mmHg by the Doppler-MR method and 681 ± 237 mmHg by the DBP-IVRT method. There was a significant correlation between the 2 methods of determining −dP/dt (Pearson r = 0.574, P = 0.003). The Bland–Altman plot revealed almost no bias between the 2 methods; the difference in −dP/dt between the 2 techniques was noted to be greater for patients with higher −dP/dt, however. Conclusion: Diastolic blood pressure and isovolumic relaxation time may be used to noninvasively assess diastolic function in patients who do not have MR, especially in those with reduced diastolic function. ……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………….Chegamos a desenvolver essa idéia acima em 2007 e 2011 (abaixo) mas nossos dados não foram significativos em um número de 350 pacientes. E não tivemos essa bela idéia de relacionar com a DP/DT. Parabéns para o grupo que publicou!!!

7 comentários em “TRIV e PAD fazem um DP/DT?

  • Caro Beto,

    entre um Mylab SEVEN com 01 sonda matricial setorial e strain já configurado E um Vivid i com 01 sonda setorial (que não é Matricial) já com strain, na sua opinião, a curto e médio prazo, qual seria melhor.
    Lembrando que o strain 2D da esaote pode ser “melhorado” com o 4D no My lab Seven,já está configurado, basta ter “disposição financeira”.
    Ao contrário, o Vivid I não suporta “upgrade” para 3D ou 4D, porém o Strain 2D do Vivid me parece superior ao da Esaote.

    ABraço

  • Oi Beto,

    É que o Vivid I não tem e não suporta a sonda matricial. A sonda matricial, nos portáteis da GE, só existe no Vivid Q. E o Vivid I sai bem mais conta!
    Apesar da sonda do My lab Seven ser matricial, a “leitura” do Strain da Esaote fica devendo em relação ao da GE ( que tem o Bulls eyes- ficando mais fácil e rápido, no dia a dia, a interpretação do Strain.
    Você vê algum problema em utilizar o Strain no Vivid I com uma sonda que não é matricial??? Por que o Vivid I, até onde sei, não suporta uma sonda matricial? Ou estou enganado?

    Desde já, muito obrigado !! Grande abraço!

  • Caro Beto, Obrigado.
    Vou verificar isso, mas supondo que não haja sonda matricial no Vivid I, ainda assim compensa , pela qualidade da imagem obtida, fazer o strain no vivid i ,sem a sonda matricial? Eu creio que sim, ! O que vc acha?
    Obrigado pela ajuda e desculpe pela insistência.

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