.
Baixe aqui a diretriz e leia você mesmo!
.
Descubra mais sobre EchoTalk Echocardiography
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.
.
Baixe aqui a diretriz e leia você mesmo!
.
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.
A verdade, Beto, é que são apenas “diretrizes”. Quantificar gravidade de uma valvopatia requer não apenas números e cálculos, senão clinica, clinica e clinica. Como você bem coloca, referências antigas (tal vez não ultrapassadas) e omissão de dados importantes. Ora, se temos 3D, por que não usar? Temos, também, a resposta ao exercício físico. Da a impressão que se está tentando intervir muito cedo, lembrando a época da valvotomia por balão, que deu no que deu.
Olá Castilho, junto com o Marcelo Vieira, sou fã do 3D. Acredito que substituirá o 2D em 80% do exame em 5 anos. Só achei que a aula definiu a planimetria 3D como insubstituível na estenose mitral, o que discordo. Tenho a mesma impressão de diagnósticos precoces para indicar intervenções percutâneas “precoces”. Obrigado pela participação. Abraço