Dez anos depois, ainda medimos placas com o 2D!

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Results Intraobserver and interobserver measurement reliabilities were 94% and 93.2%, respectively. Plaque volume measurement variability decreased with increasing plaque volume (range, 27.1% to 2.2%). Measurement precision was constant for ISDs between 1.0 and 3.0 mm, whereas plaque volume measurement variability increased with ISD. Repeated 3D US scan measurements were not different from single-scan measurements (P=0.867).

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AQUI 

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Conclusions

Plaque volume can be measured accurately and reliably by 3D US. 

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3D na avaliação da placa ulcerada

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Conclusions—Through the use of 3-D ultrasound, it is possible to noninvasively examine the regression and progression of carotid artery plaque ulceration.

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AQUI COMPLETO

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Um quarto das placas têm apenas erosão e não rutura. 

Estudar a erosão passo a passo é uma tarefa para o 3D Vascular.

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3D da placa na carótida: Lições para futuras pesquisas

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AQUI COMPLETO

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Conclusions— 3D plaque volume measurement can show large effects of therapy on atherosclerosis in 3 months in sample sizes of ≈20 patients per group. Sample sizes of 22 per group would be sufficient to show an effect size of 25% that of atorvastatin in 6 months.

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Redução de volume de placa é uma medida tridimensional por natureza.

Avaliar reduções de placas, onde quer que elas estejam, só mesmo com 3D.

Essa tecnologia é bem mais acessível que o 3D cardio e deve ser aproveitada até mesmo na clínica.

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Comprar aparelho com o dólar alto?

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O dólar subiu 20% nos últimos 12 meses e elevou o preço dos aparelhos importados.

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Melhor esperar o preço cair para trocar?

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Poucos analistas financeiros acreditam na queda do dólar. A maioria aposta na manutenção ou alta durante 2014.

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Depende de tantas variáveis que fica difícil dizer quem tem razão.

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Acredito que uma boa negociação agora no congresso DIC seja melhor que esperar a moeda americana baixar.

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Com a volta dos juros elevados, pagamentos de curto prazo merecem descontos reais.

Parcelamento sem juros exige atenção especial ao verdadeiro preço.

Evite financiamento de multinacionais que ganham mais financiando do que vendendo máquinas.

O PROGER é bem mais interessante,  leia aqui. Tem mais burocracia e dificuldades mas com certeza economizará seu dinheiro.

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Comprar um aparelho topo de linha ou um intermediário.

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Leitor do blog fez uma pergunta que é frequente:
– Compro um aparelho topo de linha ou intermediário?
A resposta é dependente da projeção de exames ou da demanda.
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Aqui no Brasil produtividade é tudo.
As contas implodem qualquer serviço de baixa eficiência.
Nomes de destaque na pesquisa enfrentaram a dura realidade da falência ou redução de seus serviços diagnósticos.
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No nosso sistema de trabalho, ou você têm baixo custo ou têm alta produtividade.
Baixo custo só em serviços pequenos com laudo em CD e pouquíssimos funcionários.
Os demais são obrigados 40 exames por dia em cada máquina, ou mais.
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O desafio é fazer exames de qualidade em pouco tempo.
Aí entra a vantagem de um aparelho de ponta.
Transdutores matriciais são melhores

Bons dispositivos de ColorDoppler são essenciais.
Fora a adequação do ambiente.
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A resposta ao leitor é essa:
Alta demanda em local de alto custo:
Máquina topo de linha e produtividade perseguida obsessivamente.

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Local de baixa demanda e custos intermediários, 

máquina barata e pés no chão.

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Carta para um cardiologista iniciante.

Caro colega,

O trabalho como cardiologista pode ser penoso e com baixo retorno financeiro.

Restando apenas o prazer de ser um médico fundamental para a saúde da população.

Como ser mais útil à comunidade e recuperar um pouco do investimento em educação realizado nos últimos 10 anos?

Aprendendo a fazer exames de ecocardiografia de adultos.

O ecocardiograma virou um exame frequentemente solicitado pelo cardiologista nos primeiros 10 anos passados neste século.

Agora, o exame alcançou a mesa de clínicos, ginecologistas, pneumologistas, anestesistas, obstetras, oncologistas  e quantos outros especialistas você for capaz de citar.

Na região de Campinas, o volume de realizações subiu 500% nos últimos 6 anos.

No SUS UNICAMP, antes que qualquer  Padilha alegue falsos interesses, o volume saltou de 5 000 anuais para 12 000 anuais.

Na lista de solicitantes do HC SUS UNICAMP, menos da metade dos exames são solicitados pela cardiologia do serviço.

As prefeituras de cidades pequenas, mesmo no estado mais rico, pedem ajuda aos céus para terem o exame para sua população.

Será que não chegou a hora de aprender?

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SOCESP 2014: Coisas que só o 3D faz para você

Pode a avaliação tridimensional da geometria valvar mitral prever o resultado cirúrgico da valvoplastia em pacientes portadores de prolapso da valva mitral?

PARDI M M, Abduch MCD, Mathias W, Brandão CMA, POMERANTZEFF PMA, Vieira MLC
INSTITUTO DO CORAÇÃO DO HCFMUSP – – SP – BRASIL

Objetivos: Avaliar a associação de parâmetros da geometria valvar mitral, analisados com a ecocardiografia transesofágica intraoperatória tridimensional (ETEIO3D), com o resultado operatório em portadores de prolapso valvar submetidos à valvoplastia cirúrgica.

Metodologia: em 54 pacientes submetidos à valvopastia, foram medidos com a análise quantitativa pela ETEIO3D os parâmetros anatômicos: diâmetros anteroposterior e intercomissural, altura, circunferência e área do anel mitral; comprimento, área e linha de coaptação das cúspides; volume e altura do prolapso; distância do músculo papilar (anterolateral e posteromedial) à borda da cúspide; e ângulos mitro-aórtico e não planar, em 2 grupos classificados de acordo com o grau da insuficiência mitral pós-operatória (grupo 1: insuficiência ausente ou grau I; grupo 2: insuficiência grau II ou III).

Estatística: análises univariada, multivariada e de curva ROC foram utilizadas para identificação de associação de parâmetros anatômicos e resultado cirúrgico. Os resultados foram comparados por testes estatísticos ao nível de significância de p<0,05.

Resultados: presença de prolapso bicuspídeo (p=0,041) e distância do músculo papilar posteromedial à borda da cúspide (p=0,038) foram maiores no grupo 2. Análise multivariada identificou prolapso bicuspídeo e distância do músculo papilar posteromedial à borda da cúspide maior que 30 mm como fatores associados à insuficiência mitral pós-operatória grau II ou III (p=0,039 e 0,015, respectivamente), e com risco de 5,3 e 6,3 vezes maior de insuficiência significativa pós-operatória, respectivamente.

Conclusão: a distância do músculo papilar posteromedial à borda da cúspide, obtida pela ETEIO3D e a presença de prolapso bicuspídeo mostraram associação com o grau da insuficiência grau II ou III pós-operatória.

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Reparem nessa informação:

 Análise multivariada identificou prolapso bicuspídeo e distância do músculo papilar posteromedial à borda da cúspide maior que 30 mm como fatores associados à insuficiência mitral pós-operatória grau II ou III (p=0,039 e 0,015, respectivamente), e com risco de 5,3 e 6,3 vezes maior de insuficiência significativa pós-operatória, respectivamente.

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O cirurgião precisa ter essas duas informações antes de entrar no centro cirúrgico.

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