Prova do DIC 2014 foi na medida: Justa e séria.

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Saiu a lista de aprovados na prova do Título de Eco 2014.

Ainda não tenho a fração de aprovados mas os comentários dos candidatos descreveram uma prova difícil mas adequada.

Parabéns a comissão organizadora, especialmente a Dra. Solange.

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As variações da normalidade na Aorta.

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Alguém com mais de 40 anos e aproximadamente 2,0 m2 de superfície corporal pode ter Aorta normal entre 26 e 40 mm.

Uma variação de até 14 mm.

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Vejo laudos com o valor fixo máximo de 37 mm  dominando o mercado.

Sendo a superfície corporal de 1,8 m2 , até que faz sentido.

Variando para menos ou para mais, a normalidade escapa.

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Importância prática na clínica?

Não sei responder. Talvez demonstrando lesão de orgão alvo ou repercussão de estenose aórtica.

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O mito da artéria Vertebral inencontrável

Ontem uma aluna fez seguinte pergunta no curso de Carótidas:

– Quando você não encontra a Vertebral, como você descreve?

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Respondi que isso ainda não aconteceu, em mais de cinco mil exames.

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Mas o pergunta remete ao “mito da Vertebral difícil”que existe entre os iniciantes do método.

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Seguindo a técnica adequada, isso raramente acontece:

1- Esqueça o ColorDoppler inicialmente.

2- Alinhe a Carótida comum em seu eixo longo apoiando o transdutor na Clavícula do paciente.

3- Parado no mesmo ponto, puxe a cauda do transdutor para a Traquéia bem lentamente até ver as sombras acústicas dos processos vertebrais.

4- A Vertebral estará entre as sombras, é só ligar o ColorDoppler.

5- Não esqueça de regular  escala de velocidade do Color para aproximadamente 25 cm/s

6- Não achou? Repita o procedimento acima,  dois cm para cima.

7- Não mapeia `a  esmo com o ColorDoppler, siga a técnica.

8- Doppler de Carótidas é técnica, não é persistência.

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Veja abaixo um belo caso de roubo.