Mês: abril 2014
DIC 2014: Só 3D acerta a àrea Mitral.

Aula sobre estenose Mitral coloca o 3 D como essencial na avaliação da àrea. PHT, planimetria 2D e Gradientes ficam em segundo plano
Badano abre o DIC 2014 com 3 D de ponta a ponta.

Parabéns Ana Camarozano. Congresso de gente grande.
As variações da normalidade na Aorta.
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Alguém com mais de 40 anos e aproximadamente 2,0 m2 de superfície corporal pode ter Aorta normal entre 26 e 40 mm.
Uma variação de até 14 mm.
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Vejo laudos com o valor fixo máximo de 37 mm dominando o mercado.
Sendo a superfície corporal de 1,8 m2 , até que faz sentido.
Variando para menos ou para mais, a normalidade escapa.
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Importância prática na clínica?
Não sei responder. Talvez demonstrando lesão de orgão alvo ou repercussão de estenose aórtica.
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O mito da artéria Vertebral inencontrável
Ontem uma aluna fez seguinte pergunta no curso de Carótidas:
– Quando você não encontra a Vertebral, como você descreve?
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Respondi que isso ainda não aconteceu, em mais de cinco mil exames.
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Mas o pergunta remete ao “mito da Vertebral difícil”que existe entre os iniciantes do método.
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Seguindo a técnica adequada, isso raramente acontece:
1- Esqueça o ColorDoppler inicialmente.
2- Alinhe a Carótida comum em seu eixo longo apoiando o transdutor na Clavícula do paciente.
3- Parado no mesmo ponto, puxe a cauda do transdutor para a Traquéia bem lentamente até ver as sombras acústicas dos processos vertebrais.
4- A Vertebral estará entre as sombras, é só ligar o ColorDoppler.
5- Não esqueça de regular escala de velocidade do Color para aproximadamente 25 cm/s
6- Não achou? Repita o procedimento acima, dois cm para cima.
7- Não mapeia `a esmo com o ColorDoppler, siga a técnica.
8- Doppler de Carótidas é técnica, não é persistência.
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Veja abaixo um belo caso de roubo.







