O assunto mais comentado em 3D ecocardiografria é por que o 3D não foi disseminado.
O Professor Luigi Badano faz essa pergunta no LinkidIn e as respostas são as de sempre :
Faltam cursos, faltam repasses e faltam facilidades nas aquisições.
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Vejam os exemplos abaixo:

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Por que alguém que queira ver a imagem acima sem necrópsia vai se contentar com a imagem abaixo?

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Quando pode ter, pelo menos, a imagem a seguir:

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Não é perfeita mas é bem melhor!
Para qualquer observador livre das grades do 2D.
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Quando uma técnica ou conceito é aprendido com dificuldade ou não é aprendido pode-se encontrar razões econômicas e estruturais à vontade.
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Na medicina, quase sempre o professor é culpado, pois é dele o papel de elucidador, incentivador e motor das transformações.
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Vejamos no 3D.
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Qual professor de 3D ensina a técnica sem usar o 2D como muleta?
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A maioria dos professores têm mais de 20 anos de uso do 2D.
Suas mentes foram aprisionadas.
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A revolução do 3D exige professores revolucionários.
O mesmo acontece com a Tomografia e RM.
Fazem fotos de livro em 3D para mostrar que podem mas dão laudo baseados nas linguiças 2D!
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Acho interessante que um professor mundialmente conhecido defenda o uso do 3D na ecocardiografia.
Mas o que muda com essa defesa se não convencermos o aprendiz a enxergar em 3D, como fazemos no dia a dia ? Nosso olhar é 3D.
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É radical pedirmos a troca dos professores, admitimos.
Mas a maior causa da evolução lenta da 3D ecocardiografia não está na GE, Philips ou Siemens.
Nem mesmo no mercado que segue sempre o pedido do cliente.
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Não ensinamos o cliente (Aluno) que o 3D é imprescindível e magnífico.
Ele não compra máquinas 3D, o mercado fica desaquecido, as empresas pesquisam e investem menos e o 3D patina em todas as áreas médicas.
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