Endocardite: Bye, bye, ecocardiografia?

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We emphasise the need for a multimodality imaging approach to diagnosing endocarditis,” said Professor Gilbert Habib, Chairperson of the guidelines Task Force. “While the 2009 guidelines1 focused on echocardiography, the 2015 guidelines show the important role of other imaging techniques such as PET-CT. These new imaging techniques are increasingly useful for the diagnosis and management of infective endocarditis and we recommend their use in a novel ESC diagnostic algorithm.

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http://www.escardio.org/The-ESC/Press-Office/Press-releases/Last-5-years/esc-infective-endocarditis-guidelines-boost-role-of-imaging-in-diagnosis

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Você negou muitos transesofágicos na portinha do Ecocardio?

Não se preocupe pois, em breve, não vão mais te incomodar…

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Mas isso ainda não vai acontecer agora.

Por enquanto, vale a regra abaixo:

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http://eurheartj.oxfordjournals.org/content/early/2015/08/28/eurheartj.ehv319

Visão dos papas da ecocardiografia na estenose aórtica

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http://www.escardio.org/vgn-ext-templating/v/index.jsp?vgnextoid=36bef0d55b7fe410VgnVCM1000004e03a8c0RCRD&vgnextfmt=default#.VeQ1KvlViko

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There are 2 sub-types of low-flow, low-gradient AS: classical low-flow, low-gradient AS with depressed LV ejection fraction (<50%) and paradoxical low-flow, low-gradient AS with preserved LVEF. In the former sub-type, a low-dose dobutamine stress echocardiography is useful to differentiate true from pseudo-severe stenosis. In the latter sub-type, confirmation of stenosis severity may be achieved by assessing aortic valve calcification by echocardiography or CT.

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Difícil entender como um ventrículo bom pode gerar débito baixo em uma estenose acentuada.

Vai contra a fisiologia da ejeção e do recrutamento das fibras miocárdicas.

Como pode um indivíduo em vida domiciliar viver em baixo débito crônico?

Todos os mecanismos são para manter o débito cerebral!

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Escardio 2015 : O que o Oráculo Europeu enxerga.

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O assunto válvulas saiu um pouco da monotemática TAVI.

Mas não foge da estenose aórtica misteriosa.

Qual válvula para qual paciente? Debate que dura mais de 50 anos…

Assuntos válvulas, endocardite, ecoestresse e 3D espalhados pela programação e misturados à clínica.

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Programa deste ano têm raros momentos dedicados a ecocardiografia.

Será um sinal?

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Até o fluxo Mitral normal fica diferente no 3D Philips

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É um caso normal.

Mas no 3D da Philips fica tão interessante que merece ser descrito.

Notem o volume em 3D.

Vejam como afunila muito pouco para passar por uma válvula que abre bem.

Só no centro da passagem existe o amarelo da aceleração.

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É assim mesmo, pois a velocidade não precisa ser alta. E o gasto de energia precisa ser baixo.

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O 3D tem mais a ensinar nos casos normais também.

Você está preparado?

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Em diabéticos, E/e´ainda reina como marcador prognóstico.

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http://ehjcimaging.oxfordjournals.org/content/16/9/1000

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Conclusion In middle-aged patients with type 2 diabetes, E/e′ is a strong predictor of myocardial infarction and stroke, comparable with HbA1c and superior to GLS and LVEF.

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Valor do marcador E/e´é indiscutível. Esta apoiado na fisiopatologia e é de fácil obtenção.

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Doença arterial do transplantado é muito diferente.

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In vivo comparison between cardiac allograft vasculopathy and native atherosclerosis using near-infrared spectroscopy and intravascular ultrasound.
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US coronário mostra claramente que não se trata da mesma doença aterosclerótica que estamos acostumados a diagnosticar, e tratamos razoavelmente.
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Vale a pena ver esse artigo e apreciar as imagens.

Ecocardiografia na Quimioterapia : Encontrando uma função

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http://ehjcimaging.oxfordjournals.org/content/16/9/977

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Conclusion In patients treated with anthracyclines with an LVEF of 50–59%, both baseline EDV and GLS predict the occurrence of MACE. These parameters may help target patients who could benefit from closer cardiac surveillance and earlier initiation of cardioprotective medical therapy.

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Finalmente um caminho para o ecocardiograma com estudo da deformação no acompanhamento de quimioterapia

O mundo das estatísticas é fascinante e irreal

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“Antigamente eles não tinham estatística, então eles tinham que recorrer a mentiras.” – Stephen Leacock (1869 – 1944)

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Após participar de congresso de clínica, fiquei espantado com o número de palestrantes que acreditam cegamente, ou fingem acreditar, em estatísticas.

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Caso uma estatina demonstre superioridade relativa de 2,5 para 2,8%, todos devem utilizá-la.

Mesmo que o estudo exclua todos os que têm doenças comuns como insuficiência renal, Lupus, hipotiroidismo e outras…

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É o maravilhoso mundo Fisheriano, onde uma pequena amostra selecionada da população determina o tratamento de todos.

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Recomendo o livro abaixo:

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http://www.livrariacultura.com.br/p/como-mentir-com-a-estatistica-42198989

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Coleção de frases sobre a estatística para descontrair.