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Parece que apenas o estado de SP têm um número adequado de centros formadores.
MG e RJ poderiam ter mais.
Estados do Nordeste certamente estão em desvantagem.
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Esse é um tema importante e pouco abordado.
A formação local de ecocardiografistas ocuparia as posições necessárias e forneceria os exames com laudo que são indispensáveis.
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Somos a favor de uma formação intensiva que possa trazer professores de outros estados para atuarem em escolas de ecocardiografia nas regiões de baixa oferta de formação.
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O modelo atual de estágio não remunerado e extenso, de até 2 anos de dedicação integral, é inviável nacionalmente.
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Há 20 anos atrás , a ecocardiografia parecia ser uma escolha lógica para o cardiologista ao terminar a residência; era um exame que fornecia as informações necessárias, sem o perigo da radiação, muito interessante de fazer a aprender a fisiopatologia. Hoje com a atual remuneração, a tendência e de que aos poucos os cardiologistas abandonem o aprendizado e migrem para outras áreas, o que associado a proliferação de escolas médicas , relegará o eco para médicos desqualificados que aceitam mais baixa remuneração ainda. Futuro complicado a frente….vamos ver!
Verdade, alguns residentes já escolhem a Cardioradiologia em busca de maiores ganhos .