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Conclusão
O posicionamento adequado do paciente no leito é de extrema importância para a obtenção de imagens de boa qualidade, com diminuição das prevalências de imagens de qualidade inferior, dessa forma contribuindo para a melhor acurácia do exame.
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Assunto muito importante abordado em artigo do DIC.
Quando o paciente está em condições que inibem ou impedem o posicionamento correto, os cortes são prejudicados.
Principalmente os Paraesternais!
Por isso insistimos com os alunos de ecocardiografia para não informarem as medidas em modo M pois elas não serão comparáveis ao exame pós alta.
Qualquer avaliação PE no leito fica sem tabela de normalidade e sem correlação com o exame ambulatorial.
E pode e induz a erros de avaliação pois o clínico não é informado sobre este erro comum.
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O exame no leito só pode responder questões qualitativas ao Paraesternal, não quantitativas.
Mesmo o Simpson em decúbito dorsal não é o mesmo que o obtido ambulatorialmente em decúbito semi-dorsal.
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