O que será de 2020?

1- O Strain fará parte do rol de procedimentos do SUS e será obrigatório para os convênios. Quem não têm aparelho com o software ficará de fora.

Não será um grande volume e nem mesmo um pagamento significativo mas está dentro da nova filosofia de usar a máquina de ecocardiografia o máximo possível.

2- Os serviços de ecocardiografia se espalham e o médico viaja:

A grande maioria dos médicos indicou morar e trabalhar exclusivamente na mesma cidade em que residem (72,6%). Porém, um percentual expressivo disse dividir sua jornada de trabalho entre a cidade onde residem e outra do mesmo estado (19,7%); foram poucos os que relataram trabalhar em cidade diferente da que residem, dentro (5,6%) ou fora (2,1%) do seu estado.

Então ter um aparelho portátil e se deslocar ainda tem espaço.

3- Os ecocardiografistas devem buscar a participação societária mas não devem deixar os clínicos de fora, para o volume de procedimentos ficar alto.

Do universo dos que responderam a pesquisa, 25,7% declararam ser proprietários de empresa médica, enquanto 11,1% afirmaram possuir outra fonte de renda além da Medicina. Esta porcentagem é próxima ao registrado na pesquisa anterior (Machado, 1996): 13,5%. Apesar do significativo número de empresários, a expressiva maioria dos médicos vive da condição liberal e/ou assalariada na prestação de seus serviços e tem seu sustento obtido exclusivamente da profissão que escolheu.

4- Os convênios dominam o setor privado e suas políticas vão ser cada vez menos generosas com os exames diagnósticos. Prefira as cooperativas onde o prestador de serviço é sócio do negócio.

Quanto à natureza das atividades, observou-se que o trabalho dos médicos no setor privado se realiza principalmente em instituições com convênios exclusivos com planos privados de saúde (48,2%) e na conjunção de convênio com o SUS e com os planos privados de saúde (28,7%) – situação já apontada na pesquisa prévia (Machado, 1996), embora com menor ênfase no primeiro tipo de convênio citado, que à época foi indicado por apenas 30,8% dos médicos. Isto revela a crescente dependência dos hospitais e clínicas particulares das operadoras de planos de saúde privados. As instituições exclusivamente particulares continuam sendo a terceira modalidade mais mencionada pelos médicos (12,2%), embora com tendência de declínio em relação ao estudo anterior (16,5%).

5- Os dados abaixo podem ajudar na estratégia. É sempre bom se informar sobre o mercado médico antes de investir.

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