O que vem por aí, DIC?

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http://departamentos.cardiol.br/dic/atas/ata-assembleia-dic-12042019.pdf

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Alguns destaques :

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Dr. José Luiz B Pena falou sobre a fundação do Conselho dos Ex-Presidentes
do DIC, como sendo uma excelente iniciativa em prol do DIC. Anunciou que o
início dos trabalhos para a escrita do livro do DIC, cujos Editores serão o
próprio Dr. José Luiz Barros Pena e o Dr. Marcelo Luiz Campos Vieira. Este
livro representará o DIC e será referência para a prova do DIC.

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Dr. Carlos Eduardo Rochitte, presidente eleito do DIC, Gestão 2020-2021, falou
das reuniões que vêm sendo realizadas visando a nova gestão para o qual foi
eleito. Objetivo: Consolidar a Imagem CV no DIC. Tem a proposta de que os
vice-presidentes de cada grupo sejam eleitos por uma lista tríplice em cada
grupo. O presidente escolheria quem seria o VP dentro desta lista tríplice.

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http://departamentos.cardiol.br/dic/atas/ata-assembleia-dic-12042019.pdf

A Quinta Dimensão da RM, operador dependente da respiração

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https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1002/mrm.26745

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Na luta para realizar um exame rápido e confiável, a RM inventou a quinta dimensão.

Sim, o exame 5D.

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São eles que afirmam:

A ressonância magnética cardíaca, particularmente a imagem de pequenos vasos, como as artérias coronárias, continua sendo uma tarefa desafiadora (1–3). Os principais desafios incluem: i) movimento do coração durante os ciclos cardíaco e respiratório, ii) a complexidade da anatomia cardiovascular e iii) limitações relacionadas à velocidade de imagem comparativamente lenta.

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Mais:

Esses fatores levaram a um fluxo de trabalho clínico complexo e demorado para imagens cardíacas tradicionais, em que uma série de aquisições de imagens 2D são empregadas durante múltiplas respirações.

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E finalmente:

Essas aquisições devem ser adaptadas e ajustadas individualmente, de uma maneira altamente dependente da experiência do operador e da capacidade  dos pacientes para prender a respiração.

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Bem vinda ao mundo da imagem cardíaca que reconhece suas dificuldades!

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Imagem cardíaca boa tem que aceitar o Zoom sem distorcer e tem que ter taxa de quadros mínima de 30 QPS.

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https://www.birpublications.org/doi/10.1259/bjr.20150655

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O último EuroEcho

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Este ano teremos o último congresso europeu dedicado à ecocardiografia.

Convido todos que puderem financiar a própria viagem, a conhecerem esta ultima edição do que era o melhor congresso de ecocardiografia do mundo.

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Como membro pagante, posso criticar.

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Também posso retirar a renovação automática.

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Em 2020, o foco será ASE 2020

  • 31st Annual Scientific Sessions
    June 19-June 23, 2020
    Denver, CO

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https://www.asescientificsessions.org/future-dates/

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O sonho acabou. Último EUROECHO

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https://www.escardio.org/Congresses-&-Events/EuroEcho

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Em 2020:

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https://www.escardio.org/The-ESC/Press-Office/Press-releases/eacvi-announces-new-congress-in-2020-covering-full-spectrum-of-cardiac-imaging

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Não deu certo em país algum.

Nem tentaram nos EUA, Canadá e Reino Unido

Talvez no Japão??? Não http://www.jse.gr.jp/en/index

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Mesmo assim, a sociedade européia avança na mistura de métodos sob a marca “Imagem”.

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No último congresso EuroEcho em Milão, 99% dos patrocinadores eram de interesse na ecocardiografia.

Mais de 90% dos presentes eram ecocardiografistas.

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Mesmo lá no velho continente, as sociedades de RM e Nuclear realizam congressos separados.

https://www.escardio.org/Congresses-&-Events/EuroCMR

https://www.escardio.org/Congresses-&-Events/ICNC

https://www.escardio.org/Congresses-&-Events

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Mas eles devem ter razão. Afinal, são mais de 2000 anos de civilização.

 

Brasileiro comprador de máquinas de US (Eco)

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“O mercado de ultrassom da América Latina (LATAM) tem sido desafiador nos últimos anos, principalmente devido ao fraco mercado brasileiro. Como o Brasil é de longe o maior mercado da região, a queda do mercado brasileiro puxou para baixo o crescimento de toda a região. O mercado brasileiro de ultrassom se recuperou fortemente em 2017 e a recuperação do mercado deve continuar em 2018.

Enquanto a economia brasileira está ganhando força, a instabilidade política continua e reformas estruturais contínuas não são de forma alguma uma certeza. Embora as perspectivas para o mercado brasileiro de ultra-som sejam mais otimistas do que nos últimos anos, esteja preparado para a volatilidade.”

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https://www.itnonline.com/article/2018-set-be-strong-global-ultrasound-market

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Ao comprar um aparelho de ecocardiografia, não pense apenas na presença de Strain ou Transdutor Matricial.

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Quem vai crescer no mercado brasileiro ou, no mínimo, manter seu time de vendas e assistência técnica?

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Recebemos toda semana perguntas de ecocardiografistas relacionadas ao mercado de máquinas e pedem orientações sobre compras.

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Somos independentes.

Nosso aparelho perfeito teria teclado GE, Doppler Philips e durabilidade Siemens.

Então ele não existe!

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Existe sim, uma boa máquina para a função e volume de exames que você definir, em uma faixa de preços que você pode pagar.

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Quando o médico fica do lado errado, até controle remoto é necessário!

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Nunca vou entender um ecocardiografista se posicionando como a acima.

A posição do ecocardiograma é ideal para realizar também o Doppler de Carótidas.

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A posição acima é tão anti ergonomia que foi preciso criar um controle remoto!!!

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O US vai muito bem. A Ecocardiografia também.

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Expansão do mercado de US em regiões do mundo

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Europa é esperado para comandar a maior fatia do mercado de ultra-som
O relatório abrange o mercado de ultra-som em quatro grandes regiões geográficas, a saber, Europa, América do Norte, Ásia-Pacífico e Resto do Mundo (RoW). Espera-se que a Europa comande a maior fatia do mercado de ultrassom em 2018. Fatores como o grande número de projetos de pesquisa clínica em andamento no campo da ultrassonografia, expansões nas aplicações clínicas de ultrassom focalizado e a comercialização antecipada desses dispositivos na região e os significativos gastos com saúde em países europeus maduros (como Alemanha, França, Reino Unido, Itália e Espanha) estão impulsionando o crescimento do mercado de ultrassom na Europa.

Os principais players no mercado de ultrassom são General Electric Company (EUA), Philips (Holanda), Canon Medical Systems (Japão), Siemens AG (Alemanha), Hitachi (Japão), Samsung Electronics (Coréia do Sul) e FUJIFILM Holdings Corporation ( Japão). Os outros jogadores proeminentes que operam neste mercado incluem a Esaote SpA (Itália), a Mindray Medical International Ltd. (China), a Shimadzu Corporation (Japão), a Analogic Corporation (EUA), a Carestream (EUA), a Hologic (EUA), a Mobisnate (EUA). e Chison Medical Imaging (China).

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https://www.marketsandmarkets.com/Market-Reports/ultrasound-market-467.html?gclid=EAIaIQobChMI7tKIxPP84QIVigSRCh0BCA63EAAYAiAAEgJPbPD_BwE

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As tecnologias que aumentam o custo da medicina sem resultados benéficos claros estão sendo muito criticadas na Europa.

Lá a saúde é custo para o estado e não lucro para o empreendedor médico.

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Até 2022, estaremos em crescimento.

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O mercado global de equipamentos de ultra-som
foi dominado por sistemas de carrinho, com 
receitas que representam 71% da unidade total
embarques em 2017

Equipamentos de ultra-som compactos contabilizados
para 29% dos embarques globais de unidades em 2017.
Sistemas compactos capturaram uma fatia adicional de
o mercado em termos de remessa unitária
com 2016, e os sistemas compactos continuarão
ganhar participação durante o período de previsão.
Aumento da conscientização e interesse em compactos
equipamentos de ultra-som impulsionou os embarques de
esses sistemas em 2017.

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Os embarques de unidades de Alta tecnologia cresceram 13%
ano a ano, tornando este segmento
crescimento mais rápido de todas as categorias de carrinho em 2017.
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As empresas se esforçam. Algumas só fazem bobagem no Brasil mas no mundo até que vão bem.

Outras prometeram dominar o mercado e nem chegam ao 5%!

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A segunda colocada em 2017 parece que está sólida em sua participação.

A terceira é mais focada em US

A quarta não atua no Brasil

A quinta promete bastante para nosso mercado.

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https://cdn.ihs.com/www/pdf/IHS%20Markit%20-%20The%20Global%20Ultrasound%20Market.pdf

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Elastografia com Doppler Tecidual

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https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0301562917301771?via%3Dihub

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Introdução
Muitos fenômenos mecânicos que ocorrem rapidamente têm sido descritos no coração, como a ativação eletromecânica, o ruído do fluxo sangüíneo e as ondas de cisalhamento geradas nas paredes do coração pelo fechamento das válvulas (Cikes et al., 2014, Kanai, 2005). As ondas de cisalhamento poderiam ser usadas para estimar de forma não invasiva a rigidez do miocárdio (Brekke et al., 2014, Couade et al., 2011), com enormes implicações possíveis para o diagnóstico e tratamento de múltiplas patologias caracterizadas pela deterioração do miocárdio. propriedades diastólicas do ventrículo esquerdo.

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A elastografia têm potencial para elevar a ecocardiografia ao topo do diagnóstico tecidual.

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Este estudo mostra que até mesmo um aparelho convencional pode operar nesta área da avaliação.

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A ecocardiografia ocupa a beira do leito e a rotina de avaliações cardiológicas com seu básico e funcional.

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Mas as modalidades novas como Strain, Vórtices, Elastografia e 4D tiram o sono da concorrência!!!

O fracasso do projeto residente 3D

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Quando falhamos, gostamos de espalhar!

E não são poucas ocasiões em que o blog fracassa.

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O projeto residente 3D falhou totalmente em seus propósitos.

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Nossa máquina (Todas as máquinas?) fazem um 4D em faixa estreita.

Não é possível englobar todo o ventriculo esquerdo, átrio esquerdo e aorta na maioria dos pacientes.

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Ficamos restritos a faixas de 4D e somos obrigados a RECORRER ao 2D para entendermos as imagens.

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Testei também com alunos do quinto ano, sem informação em ecocardiografia 2D, só sabem anatomia.

Também não foram capazes de entender as imagens de faixas de 4 D

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Só mesmo as válvulas, Mitral principalmente, cabem na faixa 4D

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Com a tecnologia atual, não temos 3D, temos fatia do bolo 3D

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Considerem encerrado este projeto.

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Bonsai?

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https://static.healthcare.siemens.com/siemens_hwem-hwem_ssxa_websites-context-root/wcm/idc/groups/public/@us/documents/download/mda3/nzcx/~edisp/acuson-bonsai-brochure-04919907.pdf

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O mercado brasileiro carece de um aparelho portátil intermediário, com bom preço e que faça Strain.

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Será o Bonsai a SOLUÇÃO?

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Atualmente temos apenas o CX50 nesta faixa de mercado, de portáteis resistentes para ecocardiografia não restrita a beira de leito.

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Dá para tocar uma rotina em consultório e ainda usar o Strain?

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Por quanto?????