Ressincronização fez as pazes com o ecocardiograma

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https://www.dicardiology.com/videos/video-crt-optimization-using-echo/5488253620001

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Ressincronização(RT) não é uma maravilha, mas funciona.

Para funcionar melhor, a RT precisa do ecocardiograma.

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Nenhuma modalidade de imagem pode informar o que o Strain revela, na incrível taxa de quadros que só o ultrassom alcança.

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Colocar um eletrodo no ventrículo esquerdo exige localização funcional e não apenas anatômica.

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As empresas esperam lucrar bilhões com os casos de ICC que requerem RT.

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Para isso, têm que parar de tratar o ecocardiografista como coadjuvante.

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Novidades para os fãs do contraste de microbolhas

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Conclusion

CEUS-derived PTT and nPTT correlate to a fair degree with measures of systolic and diastolic function, NT-pro-BNP, and quality of life. As CEUS-derived PTT can be obtained easily, noninvasively and at the bedside, it is a promising future measure of general cardiac performance.

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http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/echo.13590/full

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Notamos o fenômeno acima quando usamos o contraste, mas sem mensurar.

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Imagem CV: O fim da era do desafio diagnóstico e início da era do acompanhamento.

American doctor talking to senior man in surgery

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A grande disputa por diagnósticos entre métodos de imagem na cardiologia perdeu o sentido.

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Com a evolução de todas as metodologias, acertar ficou mais fácil em quase todas as apresentações.

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Milhares de artigos são publicados hoje para provar que o método A acerta 5% mais que o método B.

O que o paciente ganha com essa diferença? Nada.

Publicações com 30 indivíduos escolhidos a dedo para provar que um método é ligeiramente superior povoam as revistas e pesam nos currículos, sem acrescentar vantagem na grande maioria dos casos.

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O diagnóstico feito ao Eco, Tomo ou RM acaba sendo certo, na população geral.

Quando a doença não é fatal, o que importa é o acompanhamento.

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Vivemos agora a época do seguimento por longo tempo de pacientes cardiopatas ou candidatos à cardiopatia.

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A era do seguimento exige exames repetidos e comparáveis.

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Exames repetidos devem ser indolores, sem radiação ou contrastes com prejuízo renal.

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A Ecocardiografia 3D com o  Strain está pronta para ajudar sem prejudicar.

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Roberto e o 3D

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http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1936878X16301474?via%3Dihub

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Ahead of future consensus statements on echocardiography education/training and guidelines we propose the following:

1.

3D echocardiography should be included as an integral part of future advanced training statements in level III echocardiography.

Só no nível III? Então vai aprender 2D completamente antes de iniciar o 3D?

 

2.

Competency in 3D echocardiography should be specifically detailed in training statements.

A separação entre as habilidades 2D e 3D ainda serão estimuladas?

 

3.

Future generations of echocardiography laboratory directors should be proficient in all aspects of 3D transthoracic and transesophageal echocardiography, including acquisition, manipulation, interpretation, and analysis of datasets.

Aí sim, todos devem dominar o 3D. E o futuro deve ser 2018.

 

4.

Current laboratory directors without competency in 3D imaging should strongly consider gaining experience through continuing medical education initiatives.

Esta sugestão eu quero ver acontecer. O maior obstáculo ao 3D é o ecocardiografista que domina há anos o 2D!!!

 

5.

Level III echocardiographers and laboratory directors should actively work to ensure 3D echocardiography is incorporated across the country.

A divisão de níveis não favorece o 3D. Vai funcionar como um limitante  aos grandes centros, como acontece com as microbolhas.

O 3D precisa ir pelo mesmo caminho do Speckle Tracking , qualquer um pode usar .