Não vimos o ecocardiograma e então pedimos outro exame.

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https://pro.ispringcloud.com/acc/bUR84BQ5MTc2/s/9176-D5Vwu-ZtWsW-wEuaP

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Caso muito interessante e atual do uso de métodos de imagem na cardiologia.

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Ao estudarem a válvula Mitral, ficaram tão concentrados no 3D e na imagem dinâmica das cúspides, que esqueceram de avaliar a contratilidade ao transtorácico.

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Vejam pela imagem gritante na RM que QUALQUER  ecocardiografista que realizasse um ecocardiograma transtorácico veria a hipocinesia!!!

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A passagem para outro método só deve ocorrer após o esgotamento do método inicial.

Todo ecocardiograma transesofágico DEVE ser precedido por um exame cuidadoso transtorácico.

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Veja que não acaba aqui:

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O que faz mais sentido com a explicação de lesão da coronária CX.

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Tudo isso em um caso DIDÁTICO da página da sociedade americana de ecocardiografia.

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Estamos condenados??

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Ressincronização fez as pazes com o ecocardiograma

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https://www.dicardiology.com/videos/video-crt-optimization-using-echo/5488253620001

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Ressincronização(RT) não é uma maravilha, mas funciona.

Para funcionar melhor, a RT precisa do ecocardiograma.

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Nenhuma modalidade de imagem pode informar o que o Strain revela, na incrível taxa de quadros que só o ultrassom alcança.

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Colocar um eletrodo no ventrículo esquerdo exige localização funcional e não apenas anatômica.

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As empresas esperam lucrar bilhões com os casos de ICC que requerem RT.

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Para isso, têm que parar de tratar o ecocardiografista como coadjuvante.

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Novidades para os fãs do contraste de microbolhas

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Conclusion

CEUS-derived PTT and nPTT correlate to a fair degree with measures of systolic and diastolic function, NT-pro-BNP, and quality of life. As CEUS-derived PTT can be obtained easily, noninvasively and at the bedside, it is a promising future measure of general cardiac performance.

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http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/echo.13590/full

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Notamos o fenômeno acima quando usamos o contraste, mas sem mensurar.

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Imagem CV: O fim da era do desafio diagnóstico e início da era do acompanhamento.

American doctor talking to senior man in surgery

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A grande disputa por diagnósticos entre métodos de imagem na cardiologia perdeu o sentido.

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Com a evolução de todas as metodologias, acertar ficou mais fácil em quase todas as apresentações.

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Milhares de artigos são publicados hoje para provar que o método A acerta 5% mais que o método B.

O que o paciente ganha com essa diferença? Nada.

Publicações com 30 indivíduos escolhidos a dedo para provar que um método é ligeiramente superior povoam as revistas e pesam nos currículos, sem acrescentar vantagem na grande maioria dos casos.

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O diagnóstico feito ao Eco, Tomo ou RM acaba sendo certo, na população geral.

Quando a doença não é fatal, o que importa é o acompanhamento.

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Vivemos agora a época do seguimento por longo tempo de pacientes cardiopatas ou candidatos à cardiopatia.

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A era do seguimento exige exames repetidos e comparáveis.

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Exames repetidos devem ser indolores, sem radiação ou contrastes com prejuízo renal.

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A Ecocardiografia 3D com o  Strain está pronta para ajudar sem prejudicar.

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