3D em 1999.

1-s2.0-S0735109799000418-gr2

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https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0735109799000418?via%3Dihub

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CONCLUSIONS

Three-dimensional Doppler revealed new images of the complex jet geometry. In addition, jet volumes, assessed by an automated voxel count, independent of manual planimetry or subjective estimation, showed that 3D Doppler is also capable of quantifying asymmetric jets.

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Após 20 anos do artigo acima, quem usa o ColorDoppler 3D?

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Strain GLS não deveria ser obrigatório?

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https://www.ahajournals.org/doi/full/10.1161/CIRCULATIONAHA.115.015884?url_ver=Z39.88-2003&rfr_id=ori%3Arid%3Acrossref.org&rfr_dat=cr_pub%3Dpubmed

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Conclusions—

Impaired left ventricular systolic function is a powerful predictor of HF hospitalization, cardiovascular death, or aborted cardiac arrest in HFpEF independent of clinical predictors. Impaired LS represents a novel imaging biomarker to identify patients with HFpEF at particularly high risk for cardiovascular morbidity and mortality.

(Conclusões
A função sistólica ventricular esquerda prejudicada é um poderoso preditor de hospitalização por IC, morte cardiovascular ou parada cardíaca abortada em ICFEP independente dos preditores clínicos. O LS prejudicado representa um novo biomarcador de imagem para identificar pacientes com ICFEP com risco particularmente alto de morbidade e mortalidade cardiovascular.)
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Mesmo quando a fração de ejeção é preservada, o GLS pode marcar uma evolução pior.
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Usaram o Software abaixo:
Digitally acquired baseline echocardiography images in DICOM format with acceptable image quality were uploaded to TomTec software (Munich, Germany) for deformational analyses (2D Cardiac Performance Analysis) as previously described
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Não sabemos se os valores encontrados são semelhantes aos outros softwares em uso mas parece que abaixo de 20% é anormal e abaixo de 15% é marcador em todos os softwares.
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A pergunta é:
– Sendo útil e fácil até em casos de riscos menos alarmantes como na HFpEF, por que não é obrigatório?
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Ecoestresse: Por que atingir a submáxima?

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Sempre procuramos atingir a frequência submáxima no ecoestresse na bicicleta horizontal.

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A informação sólida veio das centenas de milhares de ergometrias realizadas e comparadas com a presença de coronariopatia significativa.

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Mesmo o Ecoestresse físico já testou a hipótese:

The absence or presence of ischemia by stress echocardiography was able to further risk stratify patients with either submaximal or high exercise capacity studies. (Echocardiography 2014;31:340–346)

https://onlinelibrary.wiley.com/doi/pdf/10.1111/echo.12372

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Mas vemos claramente na cascata isquêmica acima que o alteração segmentar vem antes da alteração do ECG usada na ergometria.

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Poderíamos utilizar uma frequência menor?

Na bicicleta horizontal podemos acompanhar facilmente todos os minutos do exercício.

Com o tempo e milhares de exames, vimos que raramente a alteração segmentar aparece apenas após atingir a submáxima.

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O mais comum é já notar as alterações da geometria antes dos 85% da frequência máxima e acaba sendo muito útil pois, acompanhamos o segmento com mais atenção no pico do esforço.

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Começa a fazer sentido

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Embora alguns estudos mostrem a confusão existente:

Em conclusão, a viabilidade das medições da função diastólica do VE é muito alta e a graduação da disfunção diastólica é possível na maioria dos pacientes em ambientes de atenção primária. Diferenças substanciais, no entanto, existem quando a concordância é testada entre 3 critérios documentados, resultando em baixa concordância na interpretação dos dados e, portanto, na estratificação do paciente e no manejo clínico.

https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0002914915016148?via%3Dihub

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Mas a facilidade para obter os dados não pode ser desprezada:

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Determinar a elevação das pressões diastólicas ventriculares ou sua aparente normalidade é obrigação do ecocardiograma.

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O que vem por aí, DIC?

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http://departamentos.cardiol.br/dic/atas/ata-assembleia-dic-12042019.pdf

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Alguns destaques :

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Dr. José Luiz B Pena falou sobre a fundação do Conselho dos Ex-Presidentes
do DIC, como sendo uma excelente iniciativa em prol do DIC. Anunciou que o
início dos trabalhos para a escrita do livro do DIC, cujos Editores serão o
próprio Dr. José Luiz Barros Pena e o Dr. Marcelo Luiz Campos Vieira. Este
livro representará o DIC e será referência para a prova do DIC.

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Dr. Carlos Eduardo Rochitte, presidente eleito do DIC, Gestão 2020-2021, falou
das reuniões que vêm sendo realizadas visando a nova gestão para o qual foi
eleito. Objetivo: Consolidar a Imagem CV no DIC. Tem a proposta de que os
vice-presidentes de cada grupo sejam eleitos por uma lista tríplice em cada
grupo. O presidente escolheria quem seria o VP dentro desta lista tríplice.

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http://departamentos.cardiol.br/dic/atas/ata-assembleia-dic-12042019.pdf

Está na hora do contraste de microbolhas voltar?

40901050 Ecodopplercardiograma com contraste intracavitário 2A       32,00      160,00       192,00 17,560 0 0 0,3400 2
40901068 Ecodopplercardiograma com contraste para perfusão miocárdica 4A     120,00      600,00       720,00 37,000 0 0 0,3400 2

 

CBHPM Quarta edição

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A Quinta Dimensão da RM, operador dependente da respiração

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https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1002/mrm.26745

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Na luta para realizar um exame rápido e confiável, a RM inventou a quinta dimensão.

Sim, o exame 5D.

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São eles que afirmam:

A ressonância magnética cardíaca, particularmente a imagem de pequenos vasos, como as artérias coronárias, continua sendo uma tarefa desafiadora (1–3). Os principais desafios incluem: i) movimento do coração durante os ciclos cardíaco e respiratório, ii) a complexidade da anatomia cardiovascular e iii) limitações relacionadas à velocidade de imagem comparativamente lenta.

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Mais:

Esses fatores levaram a um fluxo de trabalho clínico complexo e demorado para imagens cardíacas tradicionais, em que uma série de aquisições de imagens 2D são empregadas durante múltiplas respirações.

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E finalmente:

Essas aquisições devem ser adaptadas e ajustadas individualmente, de uma maneira altamente dependente da experiência do operador e da capacidade  dos pacientes para prender a respiração.

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Bem vinda ao mundo da imagem cardíaca que reconhece suas dificuldades!

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Imagem cardíaca boa tem que aceitar o Zoom sem distorcer e tem que ter taxa de quadros mínima de 30 QPS.

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https://www.birpublications.org/doi/10.1259/bjr.20150655

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