Strain automático próximo da aplicação clínica

https://www.onlinejase.com/article/S0894-7317(20)30613-1/fulltext

Uso na rotina a fração de ejeção automática da GE

Um terço das análises precisam de correção mas isto não tem sido um problema

Prefiro o erro sistemático da máquina que o aleatório do executante aprendiz

No Strain temos o mesmo risco

Melhor corrigir em 40% das análises e ganhar 60% do tempo!