ASE Amiloidose + EchoTalk ( Doença que você nunca viu mas que já viu você várias vezes)

Esperar por um caso típico vai diminuir suas chances de fazer um diagnóstico. Mas deixar passar um caso típico acima compromete seu histórico de ecocardiografista

Aumente a velocidade de varredura para identificar melhor a onda L. Onda e´elevada precisa do angulo perfeito para descartar.

E>>>>A sempre deve ser acompanhada de achados de D. Tecidual reduzidos

GLS exige cuidado para não fabricar “cereja”. Não acredite no automático em casos duvidosos.

Aumentar ganho pode distorcer o campo proximal, bem onde as deformações são maiores. Cuidado.

Nunca passar da borda interna ou externa do miocárdio.

Não aceite 4cam que não inclua os ventriculos , ficando deitado.

ECG perfeito, sempre, ao capturar ciclos.

Não espere espessamento acima de 12mm em adultos com 45 kg. O esperado seria 7 mm e 9 mm já pode ser espessamento significativo.

Ecogenicidade aumentada pode ser facilmente inventada por ganhos exagerados. Prefira retirar o ganho progressivamente e ver ser a imagem continua intensa.

Atrios pequenos não combinam com o diagnóstico. Cuidado com obesos ou super magros, que não cabem em tabelas comuns.

Idosos normais tem achados de septo IA e Valvulas espessadas e podem confundir

A disfunção diastólica reflete na pressão pulmonar e câmara atrial direita.

Relação E/e´não é para iniciantes

Foi observada concordância modesta entre os valores de E/e´ e pressão capilar pulmonar.

E/e’ parece ter um poder discriminatório justo para pressões elevadas da cunha capilar pulmonar.

E/e’ não pode ser usado para estimar com precisão o PCWP, no entanto, pode ser um método confiável para discriminar PCWP elevado.

https://doi.org/10.1016/j.jcrc.2023.154281

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Nós só precisamos do valor discriminatório da relação E/e´

Alta correlação com medidas invasivas é difícil de obter.

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Saber que está, provavelmente, acima de 15 mmHg, já ajuda bastante o médico e o paciente.

As Carótidas não são as coronárias do cérebro

https://doi.org/10.1093/eurheartj/ehae933

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A intrincada interação entre inflamação, estresse oxidativo, disfunção endotelial, metabolismo lipídico e respostas imunes participa do desenvolvimento de lesões, levando à estenose luminal e potencial instabilidade da placa.

Mesmo as placas não estenóticas podem precipitar um evento cerebrovascular repentino, independentemente do grau de invasão luminal.

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“As placas não são tão influenciáveis por estatina, por terem no mecanismo de hemorragias intra placa um fornecedor importante de colesterol”