

A nova diretriz deixa bem clara a sua aplicação geral.
Não vale a tabela acima para Calcificação do anel Mitral, patologia muito comum no idoso, assim como a FA.
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Não serve para Estenose e Insuficiência Mitral.
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Hipertensão pulmonar de causa pulmonar não serve.
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Suspeita de pericardite também não se aplica.
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1-
Usa muito a medida exata da onda e´.
Mas como saber se a medida está correta?
Temos muitas medidas de e´baixas por técnica inadequada, angulação excessiva e outros defeitos.
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Recomendamos medir sempre a s´para valorizar ou NÃO VALORIZAR, o valor obtido na e´.
É como a calibração do ECG. Só analise o ECG que mostre a calibração.
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Em pacientes com possível ICFEP, a fração de ejeção preservada deve combinar com uma onda s´lateral acima de 8 cm/s.
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Metade das e´baixas, abaixo de 7 cm/s na lateral estão em fotos com s´abaixo de 8 cm/s
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Algo está errado.
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2-
A relação E/e´depende muito da medida correta da E e da e´.
Não pode ter frequência acima de 100 bpm.
A onda E precisa de uma medida com velocidade de 100 mm/s na varredura.
Não vale inventar E de 160 cm/s!
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3-
Falando em invenção, nada pior que a medida do refluxo tricúspide máximo.
Tem que medir o “queixo”, nunca a “barba”.
Não é a medida de uma hemácea que deu uma de Usain Bolt.
Precisa de um envelope real, consistente.
Use a solução salina agitada, caso necessário.
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Volume atrial esquerdo indexado caiu de importância.
O parâmetro prognóstico mais importante na ecocardiografia esquerda, inferior apenas a fração de ejeção,
virou critério de desempate.
Culpa da indexação, que torna o obeso mais saudável que o magro!
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