O fim dos Plaquistas?

Exames do Coração precisam sem amplos

 Imagine que só fosse possível fazer tomografia do Cerebelo.

O restante do Cérebro não poderia ser mapeado.

Teríamos acesso a 20% do Cérebro.

Mas poderia ser melhor que nada?

Faríamos centenas de pesquisas mostrando como lesões no Cerebelo são marcadoras de mau prognóstico!

E de fato, as pesquisas estariam corretas.

Mas todos ficariam com muita vontade de analisar todo o Cérebro, ao invés de apenas o Cerebelo.

Por isso, não é possível se empolgar com métodos que enxergam uma fração do Coração,

mesmo que tenham provado serem marcadores clínicos de eventos.