Dilatação pós estenótica: Difícil comparar bivalvulada com trivalvulada

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https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1464384/

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A dilatação pós estenótica não é consenso.

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Parcialmente por ser difícil graduar adequadamente a estenose antes de comparar a repercussão na aorta ascendente.

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Ao compará-la com a aorta bivalvulada, como no estudo acima, estamos trabalhando em faixas diferentes de idade.

Com mecanismos compensatórios diferenciados.

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A aorta trivalvulada que evolui para calcifica acentuada, atinge pacientes após os 75 anos, na maioria dos casos.

Já a aorta bivalvulada chega bem antes ao grau de acentuada, por volta de 50-60 anos.

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Por sua própria fisiopatologia, o anel não costuma dilatar, dada a intensa rigidez e calcificação que envolve as semilunares e o próprio anel em pacientes acima de 75 anos.

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Vejam a diferença de idade no artigo abaixo:

http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0002870303007932?via%3Dihub

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STJ= Junção sinotubular

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Esperaríamos uma dilatação pós junção sinotubular, como sugere a foto do artigo.

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Estenose valvar aórtica: Procure a dilatação da aorta ascendente.

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As regras da física e fisiopatológia são rígidas.

O que não faz sentido para as duas, provavelmente está errado.

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Hoje discutimos um caso de laudo de estenose valvar aortica grave com aorta ascendente de 29 mm.

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Equivocado, certamente.

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A estenose valvar aortica critica gera fenômenos físicos marcantes demais para não afetarem a aorta.

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Já abordamos aqui.

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Alias, dilatação pós estenótica é uma constante em nosso corpo.

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Antes de laudar ,  reveja as dimensões da aorta ascendente.

Pense em obstrução da via de saída com aceleração pré valvar como a causa mais provável da confusão.

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Diástole: Entendimento da fisiopatologia ainda é mais importante que os números.

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http://csecho.ca/mdmath/?tag=lvfpest

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Vários cálculos podem ser feitos na estimativa da pressão diastólica.

Do ponto de vista da fisiopatologia, nada mais importante acontece na cardiologia atualmente.

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Já os números podem ser confusos.

É difícil acreditar que o volume do átrio esquerdo aumenta sem elevação da pressão atrial esquerda.

Qual seria o mecanismo???

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Na ausência de explicação coerente, não pode ser assumido.

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Estudos prospectivos já apontam o volume atrial como marcador de eventos de alta confiabilidade.

Por que?

Provavelmente por marcar a elevação da pressão diastólica final do ventrículo esquerdo, este sim, um determinante de morbidade e mortalidade.

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Todos os laudos devem apontar a fração de ejeção confiável e o volume atrial feito no 4C e 2C.

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Ligar o ECG também será muito útil.

Título não é indispensável mas recomendamos fortemente.

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Recente consulta ao conselho federal de medicina reafirma que o título não é obrigatório para a ecocardiografia.

Somente para a intenção de divulgação.

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Recomendamos a todos, na medida do possível, a obtenção do título para previnir problemas .

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Solicitamos todos os anos que o Depeco/DIC realize uma prova justa com a taxa de aprovação  coerente com a atividade no país.

O Brasil não se resume a capitais e grandes centros…
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Parado! Estamos filmando.

Resultado de imagem para echocardiography torsion

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https://link.springer.com/article/10.1007%2Fs11886-015-0568-x

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O que fazer com o conhecimento da torção ventricular?

Sabendo que a principal é a torção, sendo o encurtamento e espessamentos secundários, como acreditar no Strain Longitudinal?

Os conceitos estão mudando tão rapidamente que percebemos que o filme de um ciclo cardíaco em 4C não está analisando o mesmo segmento miocárdio do repouso, pois a rotação vai de 5 a 20 Graus.

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O que vemos como base lateral veio da basal anterior e apical lateral deve ser completamente apical inferior?

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Basal Septal pode ser a basal inferior, em parte?

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Resultado de imagem para echocardiography strain longitudinal