Eco 3D para volumes em casos quase normais. A rotina chega ao 3D!

1a

.

http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/echo.13710/full

.

Conclusion

RT3DE measured LA phasic volumes and mechanical functions are associated with hypertensive EOD, which might serve as a surrogate endpoint for determining cardiovascular mortality and morbidity rates in patients with essential HT.

.

O blog martela este assunto há 5 anos!

O 3D é um  enorme avanço para casos quase normais!!!

.

Não é só para ver a Mitral e Tumores!!!

.

Um caso simples de HAS pode ser acompanhado com mais segurança realizando a medida do volume atrial com o 3D.

.

Chega de errar o volume atrial no exame 2D.

.

 

Carótidas funcionam como o WAZE da cardiologia

1a

.

O trajeto até o trabalho dura 18 minutos em média.

.

Como toda projeção baseada no passado, a média de tempo no último ano, existe uma chance muito grande de hoje acontecer o trajeto no tempo médio descrito acima.

.

Um caminhão quebrado pode mudar este tempo para 25 minutos, mas ele será diluído na média e não terei como antecipar minha chegada hoje.

.

Assim são as pesquisas de intervenções clínicas e cirúrgicas, o desfecho procurado, que pode ser morte ou infarto.

Em média, as intervenções provocam ou podem provocar uma vantagem.

Mas nada dizem do paciente sentado à sua frente.

.

O WAZE faz uma análise do momento, calcula a trajetória baseada nas condições do trânsito no minuto do deslocamento.

.

Sua chance de projetar o tempo de deslocamento no dia são bem maiores.

.

Os marcadores substitutos, como a análise das Carótidas, podem fazer este papel.

.

Antes do evento desfavorável, analisam o momento da artéria.

.

Já mostramos várias linhas de pesquisa na busca desta informação instantânea que o US das Carótidas entrega.

.

https://echotalkblog.com/2017/08/18/pesquisa-unicamp-echotalk-aterosclerose-regride-rapidamente/

.

Por que você ainda não faz o exame?

.

1a

Os portáteis estão mudando

.

Um aparelho portátil sempre será atraente.

.

Parece mais fácil pagar o investimento em varias locais e não apenas em uma unidade diagnóstica.

.

Quando surgiram, a corrida era para miniaturizar uma máquina completa.

.

Um hardware de aparelho fixo que coubesse no portátil.

.

Portáteis de 30 quilos eram vendidos , apesar de serem apenas transportáveis.

.

.

.

Em algum momento, tudo mudou.

.

Portáteis passaram a pesar menos de 5 quilos , às vezes, muito menos.

.

E não perseguem mais a miniaturização de um fixo completo.

.

Viraram, na sua maioria, aparelhos para poucos exames completos por período.

.

Então não servem para uma rotina pesada de ecocardiografia?

.

Servem, mas tornam a rotina mais lenta ou sacrificam a ergonomia.

.

Resumindo, saber ou conseguir prever sua rotina e volume de exames passou a ser ainda mais importante na hora de escolher um portátil ou fixo.

.

Ainda existem portáteis de ponta. Mas a ergonomia não é a mesma de um fixo.

.

E são caros.

.

Sempre vale a pena pensar em dois fixos intermediários, mesmo usados, no lugar de um portátil caro.

.

E ainda tem o 3D chegando para fazermos um ecocardiograma completo em 5 minutos!

.

Trackpad é pior que trackball?

.

Alguns aparelhos de ecocardiografia usam o trackpad e não a tradicional trackball.

.

A pergunta é: Para onde vai o gel que invariavelmente aparece na mão do ecocardiografista?

.

No trackball sabemos. Vai para o mecanismo e o trava a cada 3 meses!

.

Uma limpeza com a retirada da bola é indispensável, mas fácil de realizar.

.

Será que a borda é realmente vedada? Não sendo, como limpar?

.

Outro ponto de interesse é a tela touch.

.

Aguenta a rotina de ecocardiografia?

.

Diferente de um tablet, o usuário fica mais distante da tela e o toque muitas vezes não é suave.

.

Em um exame com controles na tela , o número de toques pode passar de 30.

.

Em um dia, 1200.

.

O ano vai proporcionar mais de 300 mil toques na tela!

.

Qual a resistência dela a essa maratona de toques intensos?

.

Duvido que meu iPad aguente uma maratona assim.

.

Novas tecnologias acabam superando as anteriores.

.

Mas nem sempre na sua real experiência de compra!

.

Três grandes empresas na ecocardiografia

1a

.

A maior empresa do ramo está em um momento curioso. Após dominar completamente o setor de portáteis, abandonou a linha antiga sem reposição!

Seu lançamento “iq” está bem fora da faixa de preços praticada na antiga linha.

Foi uma decisão administrativa e retirou a empresa do mercado de portáteis com custos acessíveis?

Só perguntando no espaço do expositores do congresso.

.

1a

Mais curiosa ainda é a postura da vice líder em vendas.

Nunca se dedicou verdadeiramente a portáteis.

Seu produto era bom mas teve custo rejeitado no mercado.

Os fixos estão cada vez melhores, o 3D hoje é melhor que a concorrência e a qualidade da marca nunca foi questionada.

Após deixar o mercado de ecocardiografia de lado por anos, voltou com vontade de ser líder.

Precisa trabalhar melhor os preços!!!

.

1a

.

A alemã nunca vendeu bem na ecocardiografia brasileira, apesar de ter o melhor aparelho por anos…

É difícil saber a estratégia da empresa na ecocardiografia brasileira. Existe uma estratégia?

Ausência no congresso mais importante da área só pode ser um péssimo sinal

1a

.

Recebemos frequentes pedidos de orientações para compras em todo o Brasil.

Temos sugestões de regras:

1- Nunca compre aparelhos de empresas que não comparecem ao congresso da área. Elas já demonstraram o quanto você interessa como consumidor.

2- Não compre aparelho usado de marca que vende pouco. A assistência técnica será muito ruim.

3- Mesmo que você compre um básico, certifique-se que a empresa tem o upgrade mínimo para IMT, Ecoestresse e Strain.

4- Seu volume de exames ultrapassa a marca de 80 exames mensais? Compre um aparelho novo

5- Todas as assistências técnicas deixam a desejar. O estoque de peças é baixo ou ausente. Cuide do seu aparelho para ele não quebrar pois o risco de ficar parado é alto com qualquer marca.