Quando o "i" está muito a frente do "e"…

No congresso a GE colocou lado a lado o Vivid “e” e o Vivid “i’.
Isso causou um grande engano para quem passava.
Como os chassis são parecidos, muitos pensaram que se tratava da versão básica e da versão avançada da mesma máquina.
Ledo engano, é como comparar um Toyota com um Mercedes, não pode, são de linhagens diferentes.
O Vivid “e” veio do Vivid 3, uma máquina intermediária.
O Vivid “i” veio do Vivid 7, uma máquina de ponta, talvez a melhor.
Muito diferente, inclusive no preço.

(Só agora) Eu acredito em 3D!!!!




PRIMEIRA FOTO:
Contraste de microbolhas em corte transversal, veja que noção de volume e bordas, imagem perfeita.
SEGUNDA E TERCEIRA FOTO:
Apical e longitudinal em 3D com definição absurda das bordas e contexto de volume visível.

***** É caro o aparelho, é dificil a adaptação da visão, mas é perfeita para avaliação da anatomia. E a anatomia é tudo em um exame de imagem *****

PARA O ANORMAL, QUAL O NORMAL?

No congresso SOCESP um colega apresentou tema livre de carótidas em crianças de 8 anos relatando aumento da íntima-média com a obesidade.
Até aí, tudo bem.
Mas os valores de IMT chegava a 0,58 em média na criança obesa e saia de 0,46 na normal!
Opa, abaixo dos 18 anos a IMT normal é menor que 0,4 mm. O maior fator determinante para IMT é a idade, adultos de 50 anos têm IMT de 0,58!
Coloquei para o colega esses argumentos, ele respondeu que foi checado por outra médica e batia coma as suas medidas.
Conheço a outra médica e ela aprendeu com ele a medir…
Lembrei que quando voltei pra UNICAMP, os pacientes da hipertensão tinham massa ventricular esquerda 20% maior que os mesmos pacientes em estudos internacionais.
Variação regional da massa ventricular ou erro de medida?
Bem, hoje estamos com valores iguais aos da literatura.