Campanha pela avaliação do volume atrial esquerdo


Left atrial volume as a morphophysiologic expression of left ventricular diastolic dysfunction and relation to cardiovascular risk burden
Am J Cardiol. 2002 Dec 15;90(12):1284-9.

Left ventricular (LV) diastolic dysfunction is prevalent in the community. Current assessment of diastolic function can be complex, involving Doppler evaluation of an array of hemodynamic data. The relation between left atrial (LA) volume and diastolic function, and between LA volume and cardiovascular risk and disease burden are not well known. In the present prospective study of 140 adults, mean age 58 +/- 19 years, referred for a clinically-indicated echocardiogram and in sinus rhythm, with no history of atrial arrhythmias or valvular heart disease, we determined the LA volume, LV diastolic function status, cardiovascular risk score (based on age, gender, history of systemic hypertension, diabetes mellitus, hyperlipidemia, and smoking), and cardiovascular disease burden (based on confirmed vascular disease, congestive heart failure, and transient ischemic attack or stroke). LA volume was found to correlate positively with age, body surface area, cardiovascular risk score, LV end-diastolic and end-systolic dimensions, LV mass, diastolic function grade, tissue Doppler E/E’, tricuspid regurgitation velocity, and negatively with LV ejection fraction (all p <0.006). In a multivariate clinical model, LA volume indexed to body surface area (indexed LA volume) was independently associated with cardiovascular risk score (p <0.001), congestive heart failure (p = 0.014), vascular disease (p = 0.012), transient ischemic attack or stroke (p = 0.021), and history of smoking (p = 0.008). In a clinical and echocardiographic model, indexed LA volume was strongly associated with diastolic function grade (p <0.001), independent of LV ejection fraction, age, gender, and cardiovascular risk score. In patients without a history of atrial arrhythmias or valvular heart disease, LA volume expressed the severity of diastolic dysfunction and provided an index of cardiovascular risk and disease burden.

Estreitamento, Encurtamento, Alongamento, e Alargamentor


About left ventricular torsion, sex differences, shear strain, and diastolic heart failure
Gillebert, Thierry C.*; Van de Veire, Nico R.
European Heart journal Volume 29(10), May 2008, pp 1215-1217

No caso de insuficiência cardíaca com fração de ejeção diminuída, formação do coraçãoo helicoidal é substituída por uma câmara esférica causando uma menor capacidade de encurtar e alongar. Quando músculo cardíaco fibras adota uma formação espiral , prosseguir em direção ao ápice, 15% de fibras provoca um encurtamento 60% LV fração de ejeção. Se é fibra orientação horizontal ou transversal, os mesmos 15% de fibras produz apenas uma redução de 30% ejeção fraction.6 A anatomia subjacente da insuficiência cardíaca com fração de ejeção diminuída pode reflectir a evolução oblíqua apical em um laço mais transversal basal sem loop da arquitetura, com consequente diminuição função.

Complicado, mas muito interessante os estudos exprimentais derivados do Speckle tracking.

Um pouco de história…


Ano de 2000, começei a trabalhar no Delboni da av. Brasil em São Paulo.A empresa mudara de dono e começava a se reequipar.
Apareceu do nada um System Five novo, pois a GE fornecia as máquinas do Delboni, e acabara de comprar a Vingmed, revolucionária empresa de máquinas de ecocardiografia.
O aparelho tinha segunda harmõnica, um Doppler perfeito e color sensacional.
Ainda tinha color tecidual, Doppler tecidual em preset, gravava clips na base, que era um APPLE!
Não acabou, tinha também reconstrução de bordas 3D,reconhecimeno radial da motilidade e , surprendam-se, power doppler tissue até no transesofágico!
Na época, a diretora atual da empresa era técnica de aplicação, passou um bom tempo tentando me ensinar a usar todos os recursos da máquina.
Sentia-me como um estudante que havia ganhado uma FERRARI, ganhava do Alexandre Murad para me divertir…
Bons tempos.
Essa semana me ofereceram um System Five por 40.000 reais e 5 sondas.
Deu muita vontade de comprar, pena que realmente não preciso.

TÁ NA LISTA DA ANS, É OBRIGATÓRIO!


Ecocardiografistas de todo o Brasil: Uni-vos!
Antes de torrar seu dinheiro em um novíssimo aparelho com o ainda não comprovado para prática clínica Strain Rate (vide post abaixo), prepare-se para o maravilhoso mundo da imagem com alta definição!
O contraste de microbolhas é de pagamento obrigatório.
É simples assim, todos os exames que constam na lista da ANS são de realização obrigatória pelas operadoras, passível de multas altíssimas se não cumprir.
Faça o exame e mande a conta para a seguradora!
Nada de aparelhos com pulso invertido ou outras firulas, segunda harmônica e bom senso bastam!

P50 Siemens


Parece que a briga dos portáteis vai esquentar.
A Siemens lançou um portátil de verdade, que parece ser o top.
No Brasil, a Acuson já foi a melhor empresa de aparelhos de ecocardiografia. Como Siemens, sumiu um pouco.
Mas a fama da Acuson fora do Brasil ainda é muito boa.
vamos esperar para ver.

Cardioscópio de bolso? P10 Siemens


Sim,
inventaram um aparelho para ecocardiograma que cabe no bolso do jaleco!
Parece que não têm Dopppler, sendo mais uma ferramenta rápida para análise das câmaras.
Gostei! No consultório faria muito sucesso!
Veja aqui

Cypress Siemens: agradável surpresa.


Agradável surpresa com o teste do Cypress que eu fiz.
O pessoal da PHMED passou aqui para mostrar.
Mais pesado que o Vivid “e” mas bem completo.
Aparelho rápido e de qualidade de imagem e Doppler, com várias sondas.
Um aparelho excelente para um hospital ou trabalho em várias clínicas grandes.
Tem ecostress! Pelo preço oferecido pode ser a melhor compra do mercado.
A assistência não seria da Siemens, mas da empresa PHMED.
Já precisei deles no passado e corresponderam.
Agora, no Brasil, bom mesmo é não precisar de assistência técnica!

ANS OBRIGA OPERADORAS A PAGAREM O CONTRASTE DE MICROBOLHAS!

Nova resolução da ANS coloca o exame com contraste de microbolhas como de realização e pagamento obrigatórios, sem direito a choro!!!

ECODOPPLERCARDIOGRAMA COM CONTRASTE INTRACAVITÁRIO
ECODOPPLERCARDIOGRAMA COM CONTRASTE PARA PERFUSÃO MIOCÁRDICA

Página 125:

AQUI

Simpósio Meteoro de Contraste de Microbolhas

E o destaque do simpósio de microbolhas no DEPECO 2008 foi:
Dr. Claudio Tinoco, da Medicina Nuclear!!!!
Simples, direto e calmo, focou nas vantagens amplamente documentadas do exercício sobre o stress farmacológico.
Sem atacar as microbolhas, mostrou as vantagens da perfusão vista ao exercício, como na cintilografia.
Como na mesa não havia ninguém que entendesse de eco com esforço, reinou absoluto.
Sobrou para a ecocardiografia, apenas a elegância e simpatia da Dra Ana Camarozano, o que não é pouco!

Último congresso DEPECO em separado. Proposta Rêmora


Votação no blog revela que só 15% dos leitores são ecocardiografistas em tempo integral, 85% o são em menos de 80% do tempo e 47% nãos fazem ecocardiografia em mais da metade do seu tempo.
Por que fazer um congresso em separado? São cardiologistas, em sua maioria, os frequentadores do DEPECO.
Deslocamento, gastos, prejuízos para assistir um congresso que poderia ser, e é, apenas um simpósio.
De fato, na Sexta fui a Curitiba para um Simpósio de Síndrome Metabólica que tinha mais gente que o DEPECO!
As vezes é mais sábio recuar para voltar a ser interessante.
Proposta: Congresso DEPECO no formato Simpósio, junto com o congresso brasileiro de cardiologia.
Muito melhor que juntar com a cintilografia miocárdica e ressonância!
É melhor ser Rêmora que Sardinha!