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Improved workflow, sonographer productivity, and cost-effectiveness of echocardiographic service for inpatients by using miniaturized systemsLuigi P. Badano*, Gaetano Nucifora, Savina Stacul, Pasquale Gianfagna, Marcello Pericoli, Lorenzo Del Mestre, Simonetta Buiese, Rossana Compassi, Giuseppe Tonutti, Luigi Di Benedetto and Paolo M. Fioretti
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Conclusion: Implementation of digital echocardiography, certified sonographers, and a miniaturized echo system allowed improvement of the cost-effectiveness of the service provided by the echo-lab for inpatients, and avoided patients’ discomfort derived from prolonged waiting time before and after the exam.
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Os portáteis estão com tudo. Vários estudos, como o acima, demonstram sua praticidade e ótimo custo-benefício.
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Na reunião da Cardiologia, várias vezes sou provocado, de brincadeira, sobre ter medo da Ressonância ou Tomo tomarem o lugar do Eco.
Vão tomar sim, mas só quando a máquina deles pesar uns 4 kg…
Mês: junho 2009
Para quem ainda ama o 2D.

Comparative Diagnostic Accuracy of Multiplane and Multislice Three-Dimensional Dobutamine Stress Echocardiography in the Diagnosis of Coronary Artery Disease
Hidetoshi Yoshitani, Masaaki Takeuchi, Victor Mor-Avi, Yutaka Otsuji, Takeshi Hozumi, Minoru Yoshiyama
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JASE Maio
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Para fazer a imagem 3D em tempo real, o transdutor realizar múltiplos cortes 2D que recompostos em porcessamento digital, formam a imagem 3D.
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E se analisassemos os cortes ao invés do 3D?
O estudo acima responde:
Fica mais específico e melhora a acurácia no Ecostress!
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Conclusion
Assessment of LV wall motion from multiple short-axis slices extracted from full-volume RT3DE datasets improves the diagnosis of CAD and is thus a useful addition to DSE tools.
Revista especializada em Eco-Ressincronização

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Veja a edição de Junho da JASE.
É espantosa a quantidade de publicações relacionadas a Eco-Ressincronização em revistas de ecocardiografia.
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Considerando-se:
Que o tratamento com ressincronizador não demonstrou ainda redução da mortalidade.
Que sua aplicação é bem reestrita em relação aos cardiopatas em geral.
Que o custo é astronômico.
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Estranho, não?
Da física à Ecocardiografia

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Quem sabe os princípios básicos da física, sabe fazer melhor o ecocardiograma e entende facilmente as novas tecnologias, pois a física não muda!
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Vejam que página interessante, vale a pena!
RISCO CIRÚRGICO COM ECO, SIMPLES E BOM.

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(Circulation. 2009;119:3053-3061.)
Cardiovascular Surgery
Risk of Assessing Mortality Risk in Elective Cardiac Operations
Age, Creatinine, Ejection Fraction, and the Law of Parsimony
Marco Ranucci, MD; Serenella Castelvecchio, MD; Lorenzo Menicanti, MD; Alessandro Frigiola, MD; Gabriele Pelissero, MD.
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Simples assim, divida a idade pela fração de ejeção e acrescente 1 se a creatinina for maior que 2.
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Está feito o cálculo de risco cirúrgico para intervenção cardíaca com poder semelhante aos complicados escores disponíveis.
Ecostress em METS

Fonte:
AHA Scientific Statement
Recommendations for Clinical Exercise Laboratories
A Scientific Statement From the American Heart Association
Circulation. 2009;119:3144-3161
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Uma das vantagens do Eco de esforço é poder estimar em METS, a carga de esforço atingida pelo paciente e fazer reomendações específicas na reabilitação, por exemplo.
Veja na tabela acima.
ICC diferente, sistólica ou diastólica.

Relation of Disease Pathogenesis and Risk Factors to Heart Failure With Preserved or Reduced Ejection Fraction
Insights From the Framingham Heart Study of the National Heart, Lung, and Blood Institute
Circulation. 2009;119:3070-3077
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Conclusion: These findings suggest that heart failure with reduced left ventricular systolic function and heart failure with preserved left ventricular systolic function are partially distinct entities, with potentially different approaches to early detection and prevention.
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Estudo mostra a importância da avaliação correta da fração de ejeção e da função diastólica.
Parecem ter origens diversas com prognósticos também variados.
Carótidas, qual o mistério?

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Por um bom tempo, não dei curso de carótidas e vertebrais.
Deixei por conta dos radiologistas da escola.
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Um aluno do curso básico de eco, muito bom aluno inclusive, pediu que eu desse o curso para ele junto com o final do básico de ecocardiografia.
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Havia esquecido como é fácil ensinar o exame para um ecocardiografista.
Passei os últimos meses ensinando carótidas para uma fisioterapêuta , que realmente aprendeu , mas foi um tanto difícil.
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O próprio aluno se surprendeu com a facilidade.
Contou que em sua pequena cidade, os dois médicos que fazem exame de carótidas dizem que o exame é muito difícil.
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Só posso supor que é pura reserva de mercado!!!
O verdadeiro cliente

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Recebi o folheto de curso de uma outra escola.
Na contracapa, anúncio completo de uma fábrica de aparelhos.
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Sempre me pergunto, quem é o cliente de uma escola? Certamente é o aluno.
As regras de mercado definem o foco no cliente como essencial.
Então, uma escola deve ensinar, vender aparelhos ou os dois?
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É muito fácil influenciar um aluno, independente da idade.
Quando ele busca conhecimento com você, demonstra confiança.
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Essas empresas de ultra-som, em busca lícita de seus interesses, oferecem aparelhos de demonstração, montam salas da marca em escolas em todo país.
Como não existe almoço grátis, definitivamente, algum benefício elas recebem.
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Preferimos continuar focados no aluno, em nossa escola.
Somos mais à moda antiga.
