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Só 19% dos pacientes sem fatores de risco deveriam ter feito o exame no estudo acima.
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Só 11,6% dos pacientes com fatores de risco deveriam ter feito o exame no estudo acima.
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Does detection of carotid plaque affect physician behavior or motivate patients?
American heart journal Volume 154(6), December 2007
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Esse outro estudo acima, mostrou que mesmo sem indicações claras, o mapeamento com Doppler das carótidas dobrou o uso de Aspirina nos pacientes estudados e aumentou em 50% o uso de estatina nos mesmos pacientes.
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No JUPITER, o uso de metas mais baixas de LDL Colesterol, em pacientes de baixo e médio risco, que NÃO tinham indicação de estudo das carótidas pelos conceitos passados, reduziu os eventos maiores entre 30 e 50%.
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Pelo visto, devemos escolher entre dar estatina e buscar metas baixíssimas de LDL para todos ou fazer uma triagem do real risco vascular do indivíduo antes de indicar metas “JUPITER” de LDL.
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Um tratamento com estatina custa de 600 a 1680 reais por ano.
O exame de Carótidas custa entre 140,00 a 280,00 reais por ano.
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Um evento maior cardiovascular custará para o convênio entre 5 a 20 mil reais por paciente.
Diminuir em 30% a taxa de eventos economizaria 5 250 reais para cada 4 pacientes estudados.
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São apenas números, precisam de reavaliação, é claro.
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O que impressiona é que qualquer dono de mercadinho de bairro, com as informações necessárias, poderia fazer as contas acima…
Mês: junho 2009
IMT automático.

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Eu acredito em IMT.
Já ouvi vários comentários desfavoráveis, mas a maioria motivada por concorrência de outro método ou por controle de custos da medicina.
O tempo está do nosso lado, é só esperar, pois cálcio não é obrigatório na Aterosclerose e custo elevado é para quem não faz conta de prevenção cardio-vascular.
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Agora, falando do exame, a medida da IMT na parede posterior exige pelo menos 3 medidas a 2 cm da bifurcação e uma imagem congelada.
Talvez uns 3-5 minutos do exame sejam dedicados a IMT.
Com a medida automática, independente da fábrica ou software, isso é feito em menos de 1 minuto.
Dá uns 3 minutos a menos por exame, vezes 30 exames por dia será igual a 90 minutos de descanso, ou para mais 3 a 5 encaixes.
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Aumentar a eficiência sem perder a qualidade, esse deve ser o objetivo de um laboratório de imagem.
Dipiridamol no ecostress 3

ACCF/ASE/ACEP/AHA/ASNC/SCAI/SCCT/SCMR 2008 Appropriateness Criteria for Stress Echocardiography*
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Pamela S. Douglas, Bijoy Khandheria, Raymond F. Stainback, Neil J. Weissman, Eric D. Peterson, Robert C. Hendel,Raymond F. Stainback, Michael Blaivas, Roger D. Des Prez, Linda D. Gillam, Terry Golash, Loren F. Hiratzka, William G. Kussmaul, Arthur J. Labovitz,; JoAnn Lindenfeld, Frederick A. Masoudi, Paul H. Mayo, David Porembka, DO, John A. Spertus, L. Samuel Wann, Susan E. Wiegers.
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A lista de americanos acima parece não concordar com o italiano.
Dobutamina é o exame de escolha, no modo farmacológico.
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A Dobutamina, raramente deixa passar um tri-arterial.
Dipiridamol no ecostress 2

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Depois, afirma que no caso de alta dose de dipiridamol, a sensibilidade é a mesma da dobutamina, e cita uma publicação dele mesmo.
37. Picano E, Molinaro S, Pasanisi E (2008) The diagnostic accuracy of pharmacological stress echocardiography for the assessment of coronary artery disease: a meta-analysis. Cardiovasc Ultrasound 6:30
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A primeira publicação, que era menos favorável ao Dipi, foi feita em uma revista clínica ( American Heart Journal)
A segunda publicação, em uma revista de métodos de imagem.
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As duas são meta-análises, sujeitas a todos os tipos de críticas.
Mas as publicações passaram por editores com rigores diferentes.
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É difícil publicar uma meta-análise assim no JACC ou revistas do mesmo nível…
Dipiridamol no ecostress 1

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Todo mundo sabe que o Picano adora Dipiridamol.
Defendeu sozinho, praticamente, o método por anos.
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A frase acima é do seu livro e a referência é:
31. Heijenbrok-Kal MH, Fleischmann KE, Hunink MG (2007) Stress echocardiography, stress single-photon-emission computed tomography and electron beam computed tomography for the assessment of coronary artery disease: a meta-analysis of diagnostic performance. Am Heart J 154:415–423.
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Acredito que o pior erro de um exame de Ecostress é deixar passar um paciente tri-arterial.
Pronto para uso?

Assessment of myocardial ischemia and viability using tissue Doppler and deformation imaging: the lessons from the experimental studies.
Arch Cardiovasc Dis. 2008 Jan;101(1):61-8.
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^Tissue Doppler imaging and strain rate imaging are quantitative methods for assessing myocardial function and have been shown to overcome the limitations of current ultrasound methods in assessing the complex changes in regional myocardial function that occur in differing ischemic substrates. Tissue Doppler imaging (TDI) measures in real time the myocardial velocity gradient which is an index of myocardial deformation. Strain and strain rate (SR) imaging has been shown to be a sensitive technique for quantifying regional myocardial deformation. Strain rate is less load-dependent that strain and provides therefore a better measure of contractility. In the setting of ischemia, experimental studies have shown that strain imaging was an accurate method for quantitative evaluation of regional myocardial function and may yield important physiological data. In myocardial infarction, transmural extension of scar distribution in the infarct zone is proportionally related to the reduction in systolic function measured by the radial transmural velocity gradient or by strain rate imaging. Measurement of both systolic and post-systolic deformation both at rest and during a graded dobutamine infusion may help to distinguish between transmural and non transmural infarcts. In conclusion, strain imaging has the ability to evaluate of regional myocardial function. Strain rate has not replaced conventional grey-scale imaging in the assessment of regional left ventricular function and the implement of these new indices in the routine clinical practice will need additional clinical and large-scale studies.
Quem sabe o que é Speckle Tracking.

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55% dos votantes não sabem muito bem o que é Speckle Tracking.
28% sabem e explicam.
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Dou novamente o site com artigo muito bom
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A imagem ao ecocardiograma, cada parte dela, tem características únicas, como uma digital.
O aparelho marca um “quadrado” de imagem e segue essa imagem durente o ciclo cardíaco.
Acaba sendo independente do angulo, diferente do Doppler Tecidual, e pode ser comparado relativamente a outros “quadrados” marcados em outras regiões do miocárdio.
Assim, calcula o Strain e Strain rate sem muita interferência de angulações.
Limitações?
Precisa de uma imagem nítida.