
Pitfalls of anatomical aortic valve area measurements using two-dimensional transoesophageal echocardiography and the potential of three-dimensional transoesophageal echocardiography
.
European Journal of EchocardiographyVolume 11, Issue 4Pp. 369-376
.
Conclusions
Two-dimensional speckle tracking analysis revealed movements of aortic annulus along its long-axis direction as well as tilting movement during the cardiac cycle. These dynamic movements might be the main cause of misalignment of the true cross-sectional view, resulting in the inaccurate calculation of anatomical AVA using 2DTEE. Volumetric 3DTEE data sets encompass the entire AV, and thus, allow the delineation of the tangential 2D cut plane at the tip of the AV cusps. Two-dimensional planimetric calculation of AVA from volumetric 3DTEE data sets is a new useful technique for measuring anatomical AVA in patients with AS.
.
Although both methods showed moderate correlation with AVA by CE (r = 0.78, 0.75), mean differences were significantly smaller by 3DTEE than 2DTEE (−0.01 ± 0.25 vs. −0.17 ± 0.27 cm2, P < 0.001).
.
Pesquisa acima afirma, baseado em diferenças estatísticas mínimas, que o 3D transesofágico mede melhor a área aórtica , mas usando a análise 2D!!!
.
É curioso observar a “desconstrução” do 3D para um 2D que o médico consiga entender.
Acontece na tomografia de coronária, por exemplo.
Apesar de obterem uma foto 3D, essa serve apenas para a torcida, já que a análise é sempre no 2D…
.
No congresso, várias fábricas de máquinas de eco alardeavam que seus 3D produziam múltiplas imagens 2D!!!
.
Depois se queixam das vendas ocasionais. Quem quer comprar uma Ferrari, a preço de Ferrari, para andar a 80km/h?
.
