Índice cardíaco e o cérebro


Cardiac Index Is Associated With Brain Aging
The Framingham Heart Study
Circulation. 2010;122:690-697
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When participants with clinically prevalent cardiovascular disease were excluded, the relation between cardiac index and total brain volume remained (P=0.02). Post hoc comparisons revealed that participants in the bottom cardiac index tertile (values 2.92).
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Conclusions— Although observational data cannot establish causality, our findings are consistent with the hypothesis that decreasing cardiac function, even at normal cardiac index levels, is associated with accelerated brain aging.
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O índice cardíaco, que é facilmente obtido ao ecocardiograma, e de múltiplas maneiras, se relaciona com o volume e performance cerebral.
O que intriga é essa relação mesmo com índices normais.
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Viver cronicamente em baixo débito é raro, sendo comum o débito se elevar as custas de dilatações cardíacas e aumento da frequência.
É comum que o coração seja sacrificado para manter o débito cerebral.Então seria adaptativo a um coração insuficiente?
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Speckle tracking das carótidas


Ultrasonographic strain imaging is superior to conventional non-invasive measures of vascular stiffness in the detection of age-dependent differences in the mechanical properties of the common carotid artery
Anna Bjällmark, Britta Lind, Mikael Peolsson, Kambiz Shahgaldi, Lars-Åke Brodin and Jacek Nowak. Stockholm, Sweden
European Journal of Echocardiography Volume11, Issue7Pp. 630-636
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Conclusion Ultrasonographic 2D-strain imaging is a sensitive method for the assessment of elastic properties in the CCA, being in this respect superior to the conventional measures of vascular stiffness. The method has potential to become a valuable non-invasive tool in the detection of early atherosclerotic vascular changes.
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Assim como a disfunção diastólica, a medida da rigidez da carótida é um marcador precoce de alterações arteriais.
O uso do Doppler tecidual tem sido testado para análise mais fina que a simples medida na sístole e diástole.
Mas, como no coração, o Speckle Tracking parece ser muito superior e deve prevalecer como modalidade da análise.

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Prova do título 2011 – Promessas de mudanças.


COMUNICADO AOS SÓCIOS DO DIC SOBRE A PROVA PARA OBTENÇÃO DO CERTIFICADO DE ATUAÇÃO NA ÁREA DE ECOCARDIOGRAFIA

Após a prova de habilitação em ecocardiografia realizada em Belo Horizonte, a diretoria do DIC recebeu vários e-mails contendo reclamações e diferentes questionamentos acerca do concurso.
A Diretoria gostaria de se manifestar demonstrando que aceita os questionamentos feitos, mas está absolutamente segura de que o processo transcorreu de forma lícita e regular. Nós reconhecemos que a aprovação de 32% dos candidatos foi realmente menor do que a nossa média histórica, embora próxima da usualmente obtida nas provas de Título de Especialista em Cardiologia e em provas de habilitação de outras áreas da Cardiologia.
Não é interesse dessa Diretoria tornar a habilitação em Ecocardiografia um título difícil ou quase impossível de ser obtido. Entretanto, precisamos valorizar o nosso método diagnóstico, para que seja exercido por profissionais cada vez mais bem preparados e para que a técnica nunca caia em descrédito.
Por outro lado, concordamos que existem muitos aspectos que podem ser melhorados. Algumas melhorias já serão implantadas a partir do próximo ano:
1) Haverá mudanças no cronograma de inscrição.
2) Os critérios para aprovação serão modificados.
3) Será dada uma pontuação adicional para o candidato que comprovar pós-graduação (mestrado ou doutorado) na área de cardiologia.
4) A diretoria tentará junto à AMB que conste na prova questões com valor diferenciado, de acordo com a formação do candidato em Cardiologia de Adulto ou Pediátrica.
5) A Diretoria está negociando com firmas especializadas para que a correção da prova seja mais ágil e o resultado possa ser divulgado ainda durante o Congresso de Brasília.
Estamos certos que essas medidas tornarão a habilitação em Ecocardiografia cada vez mais justa para todos os candidatos,

Diretoria do Departamento de Imagem Cardiovascular (DIC/SBC)
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O blog EchoTalk publica a carta do D.I.C com a sensação de dever cumprido e assunto finalizado.
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Chagas, Minas e o European Echocardiography


Functional capacity and right ventricular function in patients with Chagas heart disease
Maria do Carmo Pereira Nunes, Francilu R. Beloti, Marcia Maria Oliveira Lima, Marcia M. Barbosa, Marcelo Martins Pinto Filho, Marcio Vinícius Lins de Barros and Manoel O.C. Rocha.
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Methods and results We evaluated 65 patients (48.6 ± 9.1 years, 60% men) with Chagas heart disease. Standard and tissue Doppler echocardiography were performed before maximal exercise testing. Tissue Doppler imaging (TDI) was used to measure RV peak annular systolic and diastolic velocities. Exercise testing was performed using a standard Bruce protocol. Linear regression analysis was used to determine multivariate peak oxygen consumption (VO2) predictors. All patients were in NYHA functional class I or II. Mean peak VO2 was 32.4 ± 10.2 mL/kg/min and mean LV ejection fraction was 43 ± 11%. There was correlation between TDI RV peak systolic velocity and LV ejection fraction (r = 0.5; P < 0.001). In a multivariate analysis, after adjustment for age and gender, RV function emerged as an independent predictor of functional capacity, as demonstrated in the model: peak VO2 (r = 0.71) was: 42.22−(9.77 × female gender)−(0.29 × age) + (1.54 × RV systolic velocity).

Conclusion In this cross-sectional study, RV function was an important, independent determinant of exercise capacity in patients with Chagas heart disease. TDI RV systolic annular velocity was most closely associated with peak VO2, regardless of the influence of age, gender, and other echocardiographic parameters
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Belo estudo de Minas com informações originais. Parabéns ao grupo.
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Aluno da EchoTalk = Kit de terapia para dor articular



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A escola EchoTalk está pensando seriamente em contratar uma fisioterapeuta e dar um pomada de brinde para os alunos.
Enquanto os alunos dos outros curso ficam com dor nas partes “baixas” de tanto assistir aulas em powerpoint, na EchoTalk os alunos sofrem de dor no ombro e punho esquerdo!!!
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Antes de vir para um curso EchoTalk, siga esse post.

Fração de ejeção automática: Essa vale a pena


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A fração de ejeção ao modo M deveria ser abandonada.
Mas fazer o Simpson na maioria dos aparelhos (no HD é um inferno)é demorado e cansativo.
A simples idéia de reconhecimento automático das bordas e cálculo da fração de ejeção na imagem, sem o “teste de psicotécnico’ que é desenhar a borda, já me deixa animado.
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IMT automático em 2010.


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Em tempos passados, cheguei a julgar dispensável o uso do IMT automático.
Hoje, não consigo aprovar artigos de carótidas sem usar o automático.
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Então, acostumei a usar, principalmente o da ESAOTE, que é muito bom.
E não é que varia muito mesmo em relação a medida manual?!
Sempre para mais, no manual.
Uma IMT de 0,85 mm no automático, custuma sair por 0,90 no modo manual.
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Vivid S5 ou Vivid S6?



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Um colega de Santa Catarina me pergunta as diferenças entre o S5 e S6.
São muitas, as principais estão acima.
SmartStress e TSI.
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O S6 é uma máquina nova, e cobram caro por isso. Mas é muito superior ao S5.
Com dinheiro no bolso, não fique em dúvida.
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Agora , na faixa de preço do S5 existem várias opções equivalentes em qualidade.
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Transesofágico: um bom exame, mas inviável? ($)


Usos e avaliações ligadas ao transesofágico.
Recommendations for transoesophageal echocardiography
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Uma aula de transesofágico na forma de “update”. Muito boa.
Todos já perceberam que o exame quer voltar a ser uma estrela da ecocardiografia, e merece.
Nesse texto, argumentam que 125 exames são necessários para treinar um ecocardiografista em transesofágico.
Então esse treinamento só será possível em 3 ou 4 locais no país, onde há um volume suficiente para tanto.
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Por enquanto, custando 50 mil reais só a sonda, só mesmo em grandes centros o exame será viável.
Sendo apenas um transdutor na ponta de um endoscópio, 25 mil seria o preço justo.
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Um ecocardiograma usa um transdutor de 10 mil, dura 15 minutos e recebe 130 reais (Campinas).
Um transesofágico usa um transdutor de 50 mil, dura 30 minutos mais 1 hora para limpar a sonda e recebe 260 reais.
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O mínimo para um transesofágico seria então 700 reais, mais ou menos.
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