Tenho um Vivid “i” há mais de 6 meses.
Por questões de horários, apenas fiz o teste antes de comprar e nunca havia usado na rotina.
Hoje usei.
Comparado ao “e”, é melhor não comparar. Dá vontade de doar o Vivid “e” pro Boldrini…
Comparado aos concorrentes semi-portáteis do mercado. Bem, deixa pra lá…
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A grande empresa continua não sendo a minha preferida, mas meu Vivid “i”, não ouse por as mãos nele!
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Nota 4,8 para um máximo de 5.
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Dia: 15 de setembro de 2010
Petros Nihoyannopoulos (UK)?!?
Aqui
Veja a aula do atual “Capo di tutti i capi”, no bom sentido, da ecocardiografia mundial.
Eu, modestamente, discordo.
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Só aparelhos novos no novo Brasil
Quase 80% dos aparelhos de ecocardiografia no Brasil têm menos de 4 anos.
Houve, claramente, uma modernização do parque de máquinas.
Má notícia para os fabricantes, que vão vender menos, boa notícia para os pacientes, que não serão examinados por máquinas do tempo do DOS!
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Quando comecei em Campinas, fui trabalhar em uma clínica de um ecocardiografista famoso, em um aparelho de 15 anos de uso!
O Doppler contíuo não funcionava.
Perguntei com fazer diagnóstico de estenoses ao dono da clínica.
– Vai pelo jeitão da válvula e dará tudo certo! Disse ele.
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Larguei o emprego e continuei acreditando no Doppler.
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