Esse é o nome do ultrassom ultra portátil da Sonosite.
Concorre com o GE Vscan e o Siemens.
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Caso você pretenda carregar um eco no bolso, para lá e para cá, sugiro que seja então um Sonosite, com sua aclamada resistência!
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A utilidade do aparelho em situações de emergência não se discute. O uso no consultório é que intriga. Será que vai se difundir?
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Exemplo:
Passamos visita na enfermaria com o quinto ano de medicina e levamos um Titan.
Ouvimos a história, antecedentes, checamos o exame físico e ECG.
Aí fizemos o Eco na beira do leito…
O resultado foi marcante para os alunos, que viram todas as fases de um diagnóstico.
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Comecei a acreditar nesses aparelhinhos!
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Dia: 29 de setembro de 2010
Novo ou usado?
A pesquisa mostra que 1/3 dos leitores nunca comprariam um usado.
Uma postura firme, mas que no caso de serviços pequenos, abaixo de 80 exames por mês, deveria ser repensada.
Já quase outro 1/3 compraria, caso a empresa vendedora fosse confiável.
Aí entra um critério de difícil definição, já que vale a experiência pessoal ou de colegas com a empresa vendedora. Particularmente, só conheço e confio na Phmed.
Conhecer o antigo proprietário e o tipo de uso da máquina ajuda bastante, mas é uma situação rara.
Dependendo da marca, resposta de 18% das pessoas, é arriscado. As marcas no Brasil não têm o peso que têm na Europa e EUA. Ficamos ao desejo da filial ou semi-filial.
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O negócio não é ruim, pois o preço cai bastante com 2 anos de uso ou mais. Nosso Vivid 3 está cotado em 35 mil, após 3 anos. Acredito que essa máquina ainda aguenta fácil 2 anos sem quebra em um serviço pequeno ou médio. Daria 1.500,00 reais por mês para esses 2 anos para um faturamento bruto para 80 exames de 9 600,0 reais. Algo como 17% do faturamento gasto na máquina e 83% para dividir entre os donos.
Pode ser, sim, um ótimo negócio, para serviços pequenos ou sem um perspectiva definida de volume de exames.
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