Escolha sua bicicleta e use sem moderação

The Role of Ischemic Mitral Regurgitation in the Pathogenesis of Acute Pulmonary Edema

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Exercise Echocardiography
 

Symptom-limited, graded, bicycle exercise testing was performed with the patients in a semisupine position on a tilting exercise table. Beta-blockers were given neither on the day before the test nor on the morning of the test. After an initial workload of 25 W maintained for six minutes, the workload was increased every two minutes by 25 W. Every two minutes, blood pressure was measured and a 12-lead electrocardiogram was obtained. Two-dimensional and Doppler echocardiographic recordings were obtained throughout the test.
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Conclusions: In patients with left ventricular systolic dysfunction, acute pulmonary edema is associated with the dynamic changes in ischemic mitral regurgitation and the resulting increase in pulmonary vascular pressure.
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Estudo brilhante que analisou as mudanças na regurgitação mitral que provocam o edema pulmonar.
(During exercise, regurgitant volume and the effective regurgitant orifice area increased (by 26+/-14 ml and 16+/-10 mm(2)), respectively).
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O entra e sai da parede arterial

Extended-Release Niacin or Ezetimibe and Carotid Intima-Media Thickness

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CONCLUSIONS

This comparative-effectiveness trial shows that the use of extended-release niacin causes a significant regression of carotid intima–media thickness when combined with a statin and that niacin is superior to ezetimibe.

Estudo publicado em 2009 mostra diferença significativa na medida da camada íntima-média após o uso de estatina combinada com Ezetimiba ou Niacina em pacientes com iníco de tratamento já com LDL abaixo de 100. 
Apesar de promover uma queda adicional de quase 20% no LDL, a adição de Ezetimiba mostrou tendência a elevação da IMT.
Já a Niacina foi capaz de elevar o HDL.
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No balanço do entra e sai da parede arterial, será que a saída foi aumentada pelo HDL elevado pela Niacina?
O que motiva a mobilização do LDL depositado na parede?
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De novo, pesquisas que mostram redução na parede arterial são vinculadas não só ao aumento do HDL, queda do LDL mas, consistentemente, queda do Triglicérides!
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Ecocardiógrafo ultra portátil

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79% dos leitores estão dispostos a comprar um ecocardiógrafo ultra portátil.
Será a nova revolução na avaliação cardíaca no consultório ou hospital?
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Quem pagará o exame?
Por enquanto, nem pensar que o convênio vai arcar com isso…
Mas grandes idéias nascem muito antes que as decisões burocráticas e mesquinhas dos planos de saúde.
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O problema está posto.
Quem gosta de fazer diagnósticos instantâneos vai adorar!
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Febre reumática mais frequente que o pensado

Rheumatic Heart Disease Screening by Echocardiography: The Inadequacy of World Health Organization Criteria for Optimizing the Diagnosis of Subclinical Disease

Circulation
Issue: Volume 120(8), 25 August 2009, pp 663-668
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Methods and Results—: We screened 2170 randomly selected school children aged 6 to 17 years in Maputo, Mozambique, clinically and by a portable ultrasound system. Two different echocardiographic sets of criteria for RHD were assessed: “WHO” (exclusively Doppler-based) and “combined” (Doppler and morphology-based) criteria. Independent investigators reviewed all suspected RHD cases using a higher-resolution, nonportable ultrasound system. On-site echocardiography identified 18 and 124 children with suspected RHD according to WHO and combined criteria, respectively. After consensus review, 17 were finally considered to have definite RHD according to WHO criteria, and 66 had definite RHD according to combined criteria, giving prevalence rates of 7.8 (95% confidence interval, 4.6 to 12.5) and 30.4 (95% confidence interval, 23.6 to 38.5) per 1000 children, respectively (P<0.0001, exact McNemar test).
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Estudo demonstra a importância dos detalhes anatômicos para definição da valvopatia reumática.
Algo que falta muitas vezes nos ecocardiografistas treinados mais ao sul do Brasil, dado o pouco contato com a patologia inicial.
Na UNICAMP vemos dezenas de casos por ano de sequelas avançadas mas poucos casos iniciais.
Precisamos nos preparar para casos mais sutis da doença.
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Por que a IMT?

Quando defendemos a medida da íntima-média para avaliação da Aterosclerose, usamos a fisiopatologia da doença e sua relação com  o depósito de colesterol na parede arterial.
O Colesterol vem por acesso privilegiado da luz arterial e , principalmente?, pela vasa vasorum.
Depositado na camada intimal, precisa ser deslocado para o fígado, via HDL.
Essa mobilização é desfavorecida pela oferta abundante de colesterol na dieta e pode ser revertida com o emagrecimento significativo.
No Fígado, será parcialmente excretado na bile para balancear o “pool” de colesterol do corpo.
A Íntima-Média pode ser um bom lugar para guardar LDL, dada a sua extensão absurda em todo corpo.
E a medida direta dessa estrutura revelaria o depósito de colesterol e possivelmente, a inflamação local.
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Simples assim, como a foto desse macrófago cheio de colesterol  na camada íntima-média.

Cholesterol Absorption, Synthesis, and Fecal Output in Postmenopausal Women.
Arterioscler Thromb Vasc Biol 2001;21;1650-1655
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Importance of Different Pathways of Cellular Cholesterol Efflux
Arterioscler Thromb Vasc Biol 2003;23;712-719
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High Density Lipoproteins and Arteriosclerosis : Role of Cholesterol Efflux
Arterioscler Thromb Vasc Biol 2001;21;13-27
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Sim, IMT é melhor que Cálcio.

High Prevalence of Ultrasound Detected Carotid Atherosclerosis in Subjects with Low Framingham Risk Score: Potential Implications for Screening for Subclinical Atherosclerosis

 
Conclusion
In asymptomatic patients without CV disease, CIMT and plaque assessment are more likely to revise FRS than CAC. Body mass index predicts increased CIMT in low-FRS subjects. These findings may have broad implications for screening in low-FRS subjects.
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Estudo demonstra utilidade maior do IMT para encontrar pacientes com Aterosclerose avançada.
Mas pode ser em outra artéria, por exemplo, a Femoral .

Common femoral artery intima-media thickness as marker for cardiovascular disease in asymptomatic adults.

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Melhor que o Escore de Cálcio.
Sabemos que onde têm Cálcio, têm Aterosclerose avançada. Mas Aterosclerose avançada, ou acelerada, não é uma doença de depósito obrigatório de Cálcio!
E não custa lembrar o estudo abaixo onde 16% dos pacientes com Escore igual a 0 apresentaram isquemia significativa.

Carótidas para quem não faria Carótidas

Carotid Ultrasound Identifies High Risk Subclinical Atherosclerosis in Adults with Low Framingham Risk Scores

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Artigo indicado pelo Dr. Fábio Cañellas (DIC).
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Conclusions: Thirty-eight percent of asymptomatic young to middle-aged individuals with FRS <= 5% have abnormal carotid ultrasound findings associated with increased risk for CV events.
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Veja essa argumentação no texto:

Clinical Impact of CIMT

Previous studies have shown that high-risk carotid ultrasound results can influence physicians’ recommendations for pharmacologic therapy. Wyman et al found that high-risk carotid ultrasound findings influenced physicians to prescribe aspirin or lipid-lowering therapy in a population with a mean age of 54 years and a mean FRS of 7.8%. In a study of a population with a mean age of 58 years, physicians were also more likely to prescribe aspirin or lipid-lowering therapy on the basis of high-risk carotid ultrasound findings. The findings of our study suggest that in most cases, aspirin, lipid-lowering therapy, or both are initiated for the first time upon the detection of high-risk subclinical atherosclerosis by carotid ultrasound in young to middle-aged individuals who otherwise would not meet criteria by prevention guidelines.
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O que fazer para prevenir eventos nos pacientes de baixo risco?
Em todos os congressos existem aulas que afirmam que o número absoluto de eventos em quem é de baixo risco é assustador. O Escore ainda é a melhor opção?
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Um dia assisti uma aula cujo título era:
“Ações inadequadas que insistimos em fazer apesar de sabermos que estão erradas”
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