RECORDAR É PRECISO 6

Pouco usado na prática clínica, mas às vezes solicitado por algum clínico mais sagaz…
Pela lei de Laplace o Stres Parietal é dado pela fórmula S= P x r²/h, onde P= pressão sistólica (medida no manguito), r= raio sistólico do VE, h= espessura sistólica das paredes (média).
O Valor normal é de 160 +/- 32 mmHg.
Quiñones simplificou para S= P x r/h, com valor normal de 134 +/- 23 mmHg.

A grande corrida para os cursos de ecocardiografia

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Inacreditável!
O número de escolas ou locais com cursos de Ecocardiografia quaduplicou nos últimos 5 anos.
E se espalharam pelo Brasil!
Caciques locais da Ecocardiografia se animaram a enfrentarem a concorrência de caciques nacionais já consagradas no ensino do método.
E devem ter procura em todos os locais pois o volume de Cardiologistas que querem virar executores aumentou em 10 vezes, no mínimo.
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E isso é bom!
“Há 172 faculdades de medicina no país e cerca de 10 mil formandos por ano, mas nem todos fazem residência médica por causa da falta de vagas. No Estado, apenas 39% dos médicos fizeram residência.”
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Pelo menos 300 farão Cardiologia como área de atuação e metade deveria aprender ecocardiografia, pelo menos. (Na UNICAMP, 2/3 dos residentes vão para o Eco).
São pelo menos 150 médicos candidatos à alunos de um curso de ecocardiografia por ano…
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Só vamos combinar uma coisa, para não estragarmos o método de imagem que nos mantém:
– Têm que ensinar Ecocardiografia para valer!
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MESA: Só pode ser brincadeira!

Cardiovascular Imaging for Assessing Cardiovascular Risk in Asymptomatic Men Versus Women

The Multi-Ethnic Study of Atherosclerosis (MESA)

Circulation: Cardiovascular Imaging.2011; 4: 8-15

Carotid IMT Measurement

The carotid arteries were evaluated with high-resolution B-mode ultrasonography. Readings were performed centrally at the Department of Radiology, New England Medical Center (Boston, MA). Internal carotid IMT was measured at the level of the carotid bifurcation (common carotid artery bulb and proximal internal carotid artery), and common carotid IMT was measured over a distance of 10 mm proximal to the common carotid bulb. IMT measurement included plaque thickness. Maximal IMT of the internal and common carotid sites was measured as the mean of the maximum IMT of the near and far walls of the right and left sides. A composite z score for overall maximal IMT was created by summing the 2 carotid IMT sites (if both were measured) after standardization (subtraction of the mean and division by the SD of each measure) and then dividing by the SD of the sum. If only 1 of the 2 measures was available, it was used. The z score maximum IMT has a mean of 0 and an SD of 1.
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Para comparar dois métodos de imagem,o mais correto é usar a metodologia mais empregada em ambos.
Veja que salada fizeram com o IMT para comparar com o Cálcio!
Lógico que foi inferior…
Isso me lembra um estudo comparando um Betabloqueador seletivo no pós infarto com outro Betabloqueador. Só que o “outro” era usado em subdose. Advinha quem foi superior?
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Ressincronização ao Eco e ao Clínico

Assessment of Systolic Dyssynchrony for Cardiac Resynchronization Therapy Is Clinically Useful

Victoria Delgado, MD, PhD; Jeroen J. Bax, MD, PhD
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Circulation. 2011;123:640-655
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A significant percentage of patients with improvement in clinical status do not exhibit improvement in LV systolic function or reverse LV remodeling (reduction in LV volumes).
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The subjective improvement in clinical status without improvement in LV performance may be explained in part by a placebo effect. 
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QRS duration: A cutoff value of 163 ms yielded a sensitivity and specificity of 57% and 53%, respectively..
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PROSPECT trial:  The vast majority of the LV dyssynchrony parameters ( echocardiography) evaluated in the study showed only modest ability to predict response to CRT.
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30% dos indivíduos submetidos à terapia de ressincronização não apresentaram benefício.
Isso é uma margem de ineficiência muito alta para uma terapia tão cara e complicada!
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E Ecocardiograma pode ajudar, algo ainda a ser provado, na seleção de pacientes mas mais ainda no entendimento da patologia e da proposta de terapia.
As causas de dissincronia devem ser levadas em conta, não podemos colocar todos os pacientes no mesmo grupo.
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Mas será que o alvo é mesmo a fração de ejeção ou o volume sistólico final?
Todos sabemos que a Diástole é quem determina a melhora clínica do indivíduo.
Não é por acaso que o volume diastólico não aumenta nos casos com ressincronização, pois a Diástole melhora.
A melhora para atividades físicas se dá por queda nas pressões de enchimento, transmitidas aos capilares pulmonares.
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Voltando nossas ferramentas novas de Strain para a Diástole, notamos o benefício.
Mas tratar disfunção diastólica é sempre dificil!
Daí a dúvida custo-benefício de um tratamento milionário.
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