Saudades da ATL

Quando comecei a fazer Ecocardiograma, a ATL americana dominava o mercado.
Para Cardiologia, nem se pensava, era comprar um Apogee e abrir o serviço.
Com algo como 100 mil dólares(!!!), comprávamos um equipamento completo.
O exame pagava, em 92, 180 dólares ou 300 reais atuais. O aparelho custava o dobro do preço mas o exame pagava quase o triplo de hoje.
Quem tinha ATL contava vantagem nas rodas de ecocardiografistas…
O ColorDoppler era um espetáculo, para a época!
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Após a venda para Holanda, e algumas fusões, a marca desapareceu. Os aparelhos ainda são bons, como vemos nas imagens acima, mas a força da ATL no mercado caiu.Era uma marca muito forte no meio, tipo top of mind, não deveria ter sido abandonada…
Agora que o Brasil é BRIC, que chama a atenção de grandes marcas internacionais, acho que ficaremos interessantes de novo.

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As taxas que fazem o Real mais caro que o Dólar

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Olhando sites de aparelhos portáteis nos EUA, os modelos acima vão de 15 mil a 30 mil dólares.
Ao aportarem no nosso território, vão custar de 30 a 60 mil dólares, ou 50 a 100 mil reais, ou mais.
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Além do lucro das empresas que revendem as máquinas, existe uma carga de impostos absurda.
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Essas máquinas têm uma função social e a queda nos seus preços facilitaria o acesso em todo o Brasil.
Uma boa idéia seria propor , com o apoio  das sociedades de ultrassonografia, uma redução dos impostos. Algo que seria uma campanha nacional e uma razão de existir para os departamentos de ultrassom.

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