Trombo no Ventrículo Direito


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Enviado por Gabriel..
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As embolias pulmonares são muito mais frequentes do que se diagnostica “in vivo”.
No caso acima, paciente jovem com trombo no VD.
Há alguns dias, a atleta Serena Willians também apresentou.
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Com as longas viagens de avião, colegas médicos entraram para o grupo de risco elevado, pois 2 amigos meus já apresentaram embolia grave.
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CARNAVAL DEBAIXO D´ÁGUA!

Aos aspirantes ao título de Ecocardio:

Como a previsão é de chuva por quase todo o Brasil, aproveitem para estudar já que não dá para pular carnaval mesmo….
Hehehe!

O que é?


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Caros colegas, este eco é de uma rapaz de 26 anos, com dispnéia de início recente, sem histórico de cianose.
A minha impressão inicial é de um shunt AE=>VD por um defeito de septo AV… mas:
1-Porque o VE está desadaptado ? (sobrecarga de volume ?)
2-Os vasos da base estão saindo em “paralelo” ?

Enviado por G. Bruno.
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O DIC 2011 é Rock n Roll?




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Rock n Roll mesmo, acho que não.
Mas foi bem nos palestrantes internacionais.
Ano passado a Otto foi uma grande sacada, apesar de ao vivo ela ser menos empolgante que escrita!
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Agora esses dois abaixo têm muito para ensinar:




Roberto M. Lang, MD, FASE, FACC, FESC, FAHA, FRCP (EUA)

– Professor of Medicine
– Immediate past President of the American Society of Echocardiography
– Director, Noninvasive Cardiac Imaging Laboratories
– Section of Cardiology
– Department of Medicine
– University Of Chicago Medical Center


Theodore P. Abraham

Dr. Abraham is s Associate Professor of Medicine and Vice-Chief of Cardiology at the Johns Hopkins University in Baltimore, Fellow of the American College of Cardiology, a Fellow of the American Society of Echocardiography and member of the Clinical Cardiology and Basic Cardiovascular Science Councils of the American Heart Association. Dr. Abraham serves on the Board of Directors of the American Society of Echocardiography and on the Editorial Boards of the Journal of the American College of Cardiology, Journal of the American Society of Echocardiography and JACC Imaging.
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Vale a pena ir ao congresso?
Esse ano parece que sim, o programa está bom, está longe do SOCESP e Brasília é uma boa escolha.
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ECOSTRESS INEFICAZ??? 2

Paciente com 80 anos, FC submáxima de 119 bpm, positivou exame com um minuto e meio de esforço e FC de 90 bpm…

Meça como eu falo mas não fale como eu meço.

Foto oficial aqui
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Vários candidatos têm sido obrigados a fazerem as medidas de Aorta, Átrio esquerdo e Ventrículo no bidimensional durante a prova prática.
Só fica uma questão:
– O ECG do aparelho estava ligado? (Veja na foto)
Pois essa recomendação oficial das vária entidades de ecocardiografia no mundo só é válida com o ECG ligado.
Sem ECG, melhor medir no modo M para saber o momento certo de medir.
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Como 99% dos exames de ecocardiografia no Brasil são feitos sem o ECG, o uso das medidas no bidimensional não é superior!
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Obesidade e o coração.



Cirurgia bariátrica melhora geometria e função ventricular

Owan et al. Cardiovascular Remodeling With Weight Loss. JACC 2011; 57 (6):732–9. 
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Resultados: Após o acompanhamento de 2 anos, os pacientes do grupo cirurgia bariátrica tiveram uma redução significativa do índice de massa corpórea (-15,4 ± 7,2 kg/m2 vs -0,03 ± 4,0 kg/m2; p <0,0001), circunferência abdominal, pressão arterial sistólica, frequencia cardíaca, triglicerídeos, apneia do sono, resistência à insulina e colesterol-LDL, em comparação com o grupo controle. Tambem houve aumento do colesterol-HDL. Entre os parâmetros ecocardiográficos, os pacientes do grupo cirurgia bariátrica obteve diminuição significativa no tamanho do ventrículo direito, no índice de massa e nas espessuras do septo e da parede posterior do ventrículo esquerdo, em relação aos pacientes que não se submeteram à cirurgia. Não houve mudança significativa no tamanho do átrio esquerdo no grupo tratamento, mas houve aumento deste parâmetro no grupo controle. Em relação à fração de ejeção, não foi observada mudança evolutiva dos valores em nenhum os grupos, mas foi demonstrado aumento comparativo da fração de encurtamento da parede do ventrículo esquerdo no grupo tratamento. Na análise multivariada, a mudança do índice de massa corporal – e não a cirurgia – foi associada à melhora do índice de massa ventricular esquerda.
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Estudo mostrou melhora de alguns parâmetros após a cirurgia bariátrica.
Mas não do Átrio esquerdo.
Feito com 2 anos de seguimento, a perda de peso deveria levar mesmo a redução de cavidades e massa.
Mas o melhor marcador de função diastólica é o AE!
E a função diastólica ( deveria) melhora com a perda de peso.
Porém os exames foram feitos só após 2 anos da cirurgia e isso deve ter comprometido os resultados precoces da cirurgia.
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Então surgem dúvidas importantes.
A cirurgia não melhora  a função diastólica?
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Ou será que nossa avaliação frequente de disfunção diastólica em obesos está errada?
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Quem enterra o método é o próprio dono.

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Uma concorrência para Ecocardiografia com Doppler na prefeitura foi aceita por 41 reais!
O ecocardiografista que aceitou esse preço não pára de cavar há alguns anos…
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O própria prefeitura estava disposta a pagar 78 reais.
E agora, no ano que vem, fará a proposta baseada nos 41 reais de hoje.
O estrago está feito.
Assim o método vai se desvalorizando e quem vive dele perde seu diferencial.
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Foi assim com o ECG, com a Ergometria…
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