Microbolhas fazem mal aos coágulos.

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De novo, com vocês!
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Tudo que é bom dura pouco, sendo assim, microbolhas são boas demais!
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Estudos de marcação de moléculas com microbolhas voltam ao palco e prometem ajudar.
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Mais interessante ainda, foi dissolver coágulos com microbolhas e tPA, leiam aqui!
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No blog, somos torcedores fanáticos das microbolhas.
Quem sabe agora vai?
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Echocalc

Aplicativo muito bom e GRÁTIS da British Society of Echocardiography (BSE).
Traz valores de normalidade de quase tudo para ecocardiografia, calculadora embutida que já converte os dados para valores indexados pela massa corpórea e etc…
Pena que por enquanto só está disponível para aparelhos da Apple com IOS 4.3 ou superior!

Tomo de Coronárias: Agora podem elogiar.

Alta sensibilidade e especificidade.
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Valor preditivo negativo fenomenal.
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Menos Radiação.
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Leia aqui a evolução do método.
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Então ficou assim, com as novas máquinas (não a maioria das instaladas no Brasil) e as novas modalidades de exposição `a radiação, o método está pleno.
Mas não é ainda para check up!
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Valorização do ato médico

Bastante justa a reivindicação de melhor remuneração do teste ergométrico, que atualmente é humilhante!
Mas porque o DIC não fala nada em relação ao Ecocardiograma? Está bom como está? Eu acho que não!
Deveríamos aprender com os erros dos outros e não deixar que façam conosco o que fizeram com eles…
Ou será que já deixamos?!

Recordar é preciso 15

Na oclusão de artéria carótida interna, podemos esperar velocidades baixas na comum pois o fluxo é desviado para a externa que é território de alta resistência…

EUROECHO2011 : Destaques para um 2012 feliz!

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Two studies being presented at EUROECHO and other Imaging Modalities 2011, demonstrate the potential for Speckle tracking echocardiography (STE), a recent echocardiography technique, to compete with the current gold standard of magnetic resonance imaging (MRI)in quantifying infarct size (IS) after ST-elevation myocardial infarction (STEMI)¹ ²
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“Up until now infarct size has only been measured as part of clinical studies and not in routine clinical practice. The reason being that the reference method of gadolinium based contrast agents in MRI is expensive, takes a great deal of time to perform, and can only be undertaken by imaging specialists,” explains EAE president Dr Luigi Badano, from the University of Padua, Italy. “The advantages of STE over MRI is that it’s far quicker to use, cheaper, and can be used by cardiologists at the bedside with portable machines, and repeated serially when ever needed.”
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Opa, opa, opa!
Vocês leram as linhas acima?
Na pesquisa ao lado, só 26% querem aprende Strain.
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“While longitudinal strain shows the best relationship to infarct size, we believe that radial and circumferential strain may be useful to predict the later development of adverse LV remodelling,” says Hristova.
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Ecocardiografistas de todo o Brasil, uni-vos!
Em 2012 vamos correr atrás do prejuízo, vamos cobrar do DIC (Agora com o Assef) uma postura de divulgação e defesa do método.
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E, principalmente, vamos estudar!!!
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Padrão ouro no Eco de tamponamento.

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Hoje estava tentando ensinar aos residentes do Eco sobre os perigos de dar o diagnóstico de tamponamento ao ecocardiograma.
Em geral, o passo seguinte é a drenagem cirúrgica e seus riscos.
Mesmo sem os sinais clínicos?
Desde quando cirurgião procura sinais clínicos!!!! rsrsrs
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Mas existem os pacientes com hipertensão pulmonar que quase nunca tamponam, mesmo com volumes enormes de derrame pericárdico…
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Fui ler o cardiopapers e estava lá um belo resumo e a melhor definição de padrão ouro!
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Contraste Espontâneo.


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Echocardiographic risk factors for thromboembolic events in the Stroke Prevention in Atrial Fibrillation (SPAF) III35 and other trials, showed the only factors independently associated with increased thromboembolic risk to be LAA thrombi [relative risk (RR) 2.5, P , 0.04), dense SEC (RR 3.7,P , 0.001), LAA peak flow velocities ≤20 cm/s (RR 1.7, P ,0.008), and complex aortic plaques (RR 2.1, P , 0.001).
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O contraste espontâneo se relaciona com átrios grandes, em geral acima de 45mm, com doença Mitral estenótica e fibrilação atrial.
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No estudo SPAF acima, vimos que se relaciona fortemente com eventos embólicos.
Isso acontece por estase acentuada que gera o contraste e/ou contraste que gera o trombo?
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Como ter contraste é pior do que ter trombo(?), parece que a estase é mais importante.
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Ai entra a mecãnica dos fluidos com o famoso efeito no sangue.
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