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Pesquisa recente do blog revelou que 20% dos leitores consideram o congresso DIC obrigatório!
E 43% o consideram importante para os ecocardiografistas.
Então a maioria dos votantes irá, ou tentará comparecer ao congresso.
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Pesquisa há 2 anos atrás mostrava menos de 50% de interessados.
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Realmente houve um progresso nos congressos passados.
Vários convidados internacionais de peso, palestrantes nacionais em ascensão, espaço adequado…
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Só o Eco é o limite que anda patinando feio.
Está na hora de sumir ou deve passar por reforma do modelo?
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Mês: novembro 2011
2012: O ano do eco de esforço no Brasil.
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Leia aqui o apoio dos cariocas ao eco de esforço.
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Com a adesão do grupo do Incor ao eco de esforço como a modalidade dominante e preferencial, outros estados e serviços seguem o processo mundial de uso predominante do esforço.
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Pouco importa, na isquemia, o uso da bicicleta ou da esteira.
Nas válvulas e avaliações funcionais, sempre a bicicleta.
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Estamos cada vez mais próximos da Europa!
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Vscan: AVC que era Dissecção.
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Paciente feminina de 40 anos com suspeita de AVC.
Eco no leito com Vscan revelou dissecção da Aorta tipo A com refluxo aórtico moderado.
Linha de dissecção na Aorta descendente também.
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Diabetes e o ecocardiograma
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Diabetic patients were similar to nondiabetic patients with respect to left ventricular (LV) volume and ejection fraction but had higher LV mass index (104.1 ± 27.5 vs 97.1 ± 28.6 g/m2, P = .009), relative wall thickness (0.41 ± 0.08 vs 0.38 ± 0.07, P < .0001), and left atrial volume index (LAVi) (26.2 ± 8.1 vs 24.0 ± 8.2 mL/m2, P = .008)—all parameters that were significantly related to the risk of death or HF hospitalization . American Heart Journal Issue: Volume 162(4), October 2011, p 685–691 . Conclusions: After high-risk MI, diabetic patients were at higher risk of death or HF and demonstrated greater baseline LV mass index, relative wall thickness, and LAVi as well as greater left atrial enlargement at 20-month follow-up. These findings suggest greater baseline concentric remodeling and long-term elevation in LV diastolic pressure post-MI among diabetic patients, which may partially mediate this risk. . Estudo demonstra alterações da massa ventricular nos diabético com Infarto que implicam em pior prognóstico.
Ressalta a importância de um exame bem feito e capaz de definir o risco aumentado.
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Ressonância e Viabilidade: Hora de dizer a verdade.
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Guidelines on myocardial revascularization
The Task Force on Myocardial Revascularization of the European
Society of Cardiology (ESC) and the European Association for
Cardio-Thoracic Surgery (EACTS)
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5.6 Detection of myocardial viability
The prognosis of patients with chronic ischaemic systolic LV dysfunction is poor, despite advances in various therapies. Non-invasive assessment of myocardial viability should guide patient management.
Multiple imaging techniques including PET, SPECT, and dobutamine stress echocardiography have been extensively evaluated for assessment of viability and prediction of clinical outcome after myocardialrevascularization.
In general, nuclear imaging techniques have a high sensitivity, whereas techniques evaluating contractile reserve have somewhat lower sensitivity but higher specificity. MRI has a high diagnostic accuracy to assess transmural extent of myocardial scar tissue, but its ability to detect viability and predict recovery of wall motion is not superior to other imaging techniques.
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Ecostress com esforço: A última fronteira.
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Equipe de elevada qualidade técnica de São Paulo finalmente se rende ao esforço físico como modalidade predominante de Ecostress.
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Após 8 anos de luta, o blog EchoTalk comemora a derrubada da última fronteira ao Eco de Esforço.
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Parabéns a todos os ecocardiografistas por esse presente conquistado arduamente para a ecocardiografia nacional.
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E obrigado à equipe paulistana pela lição de humildade.
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Aula pessoal e intransferível: O modo M é uma linha.
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No curso básico, o ponto a ser alcançado na primeira semana é o entendimento que o modo M gera uma linha e as medidas devem buscar essa linha nas imagens.
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Assim, o septo e a parede posterior formam um “tubo”!
Aorta e Átrio esquerdo, “tubos”!
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Já vi aluno da pós graduação em Eco que não sabiam isso. Assim, suas medidas de cavidades não eram confiáveis e seus resultados, inúteis.
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Como tubos, essas estruturas se repetem a cada ciclo cardíaco e devem ser visíveis em todos os momentos na tela. Esse conceito leva a medidas exatas mesmo com imagens de baixa qualidade.
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Medidas exatas das estruturas são obrigatórias em qualquer laudo e chegamos a repetir essa máxima de modo exaustivo nos primeiros dias dos cursos ou da residência.
Que eu saiba, só na ECOPE também tem esse rigor com o ensino das medidas.
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O outro jeito, é engraçado lembrar, é no olho:
História real:
Colega cardiologista ligou para ecocardiografista conhecido na cidade e falou:
XXXXX, mandei um paciente dois anos seguidos para você e um ano o septo era de 11 e agora foi medido em 8mm, mudou tanto assim???
Poxa, YYYYY, você sabe que depois de tantos ecos, acabo não medindo, vou mais pelo jeitão e dou um número. Não faz deferença mesmo, faz???
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EuroEcho: A crise não é na ecocardiografia
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Como sócio pagante, recebi essa semana vários folhetos de convite para o EuroEcho.
Esaote (Foto),GE, Philips, Siemens…
Vários lançamentos e produtos de cara nova.
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Com a crise total do Euro, acredito que as vendas não estejam lá essas coisas.
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Boa hora para enxergarem a América Latina como mercado comprador de fato.
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Veja aqui as atrações do EuroEcho
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Vscan no IAM
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Dor típica em homen de 55 anos há 11 horas sem trombólise.
ECG com supra anterior e onda R reduzida.
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Na beira do leito, ao Vscan, Infarto antero-lateral.
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Depois de 20 anos, Oregon chegou ao Rio.
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Perfusion Imaging With VasodilatorStress Echocardiography
A Physiologically Sound Approach to Coronary Disease?
Jonathan R. Lindner, MD
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(Google tradutor)
A precisão do diagnóstico para a identificação de CAD em uma base selecionada e relatada por Porter et al é comparável ao estudos anteriores de perfusão (MCE) com o estresse em um vasodilatador em grupo probabilidade pré-teste relativamente elevado de pacientes.
Existem várias outras observações reconfortante.
Primeiro, a especificidade não foi tão baixa como a relatada em alguns estudos anteriores, indicando que a nossa capacidade de reconhecer artefatos de atenuação continua a melhorar.
Segundo, defeitos de perfusão fixos foram apropriadamente encontrados em todos os segmentos com anormalidades de movimento de repouso parede, embora não esteja claro se a interpretação do movimento da parede e perfusão foram feitos cegos um para o outro.
Terceiro, imagens de perfusão com microbolhas podem ser realizadas muito rapidamente após regadenoson , o que simplificaria protocolos, permitindo que o operador para obter repouso e
imagens de estresse após o início de uma única infusão, ininterrupto e contínuo de contraste.
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Editorial do Circulation Imaging, entre as 3 mais importantes publicações de imagem em cardiologia do mundo, analisa o uso de um substituto da Adenosina para exame em bulus e diagnóstico de perfusão alterada.
E revela uma surpreendente técnica de vasodilatador em bolus e microbolhas para detecção de defeitos de perfusão!!!
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A mesma técnica que o Morcerf usa há mais de 20 anos no Rio e que usávamos em Campinas enquanto o Definity estava “vivo”.
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