Congresso de Eco 2012: Resumo 2.

.
Foi um congresso…
Estranho.
Os módulos de outras imagens e para clínicos ficaram vazios, como se esperava.
A pediatria ficou escondida, junto com o módulo vascular.
Parecia até o que a SOCESP faz com os departamentos de enfermagem e nutrição!
.
Nas duas salas de Eco, a de assuntos gerais, ficou lotada e transbordou. A outra, de contraste (?), tinha 20% dos assentos na maioria dos períodos.
.
Parabéns aos palestrantes brasileiros, que estavam bem mais animados que os internacionais, exceção feita a um alemão que comanda uma empresa de software para Strain(?!?).
.
Assisti a boas aulas.
Destaque para a aula de Vortex (Mani Vannan).
.
Vi de perto, não tão perto como o Morcerf (no gargarejo), o Porter dar uma aula desanimada e ainda por cima não citar o professor do Rio como precursor do método de bolus com Adenosina.
Mas fiquei animado ao ver que o americano ainda é muito jovem, não deve ter vivido essa história.
.
No mais, só festa:
Dra Ana Camarozano em processo final de seu livro, Professor Castilho com sua simpatia imutável, Marcelo Vieira e Vera Márcia Gimenes falando só o que interessa. Não vi o presidente Assef nem por 1 minuto, mas sei que ele esteve lá.
.
E vamos para Recife 2013!
.
(A guerra dos livros de Ecocardiografia vai merecer um post em separado).
.

Após a tempestade…

Depois das péssimas notícias iniciais da prova para o Certificado de Atuação em Ecocardiograma do DIC, algum alívio:
A taxa de aprovação ficou em 44%!
Após uma prova estapafúrdia acho que ao menos adequaram a nota de corte para obter uma aprovação digna.
Parabéns aos aprovados, entre eles Armando (ex-estagiário ECHOTALK) e Rafael (ex-residente UNICAMP)!!!
Aos reprovados digo que não há vergonha nenhuma em não passar nessa prova absurda, com a qual nunca concordamos no formato em que ela é.
Gente muito boa, ótimos ecocardiografistas já foram e vão continuar sendo reprovados enquanto o formato não mudar…