Aparelho topo de linha ou intermediário? Parte 2.

A tabela abaixo é passível de várias críticas mas permite estimar o impacto da diferença de preço no número final de exames que temos de realizar por mês para não termos prejuízo.
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Avalie o custo de ter um topo de linha em número de exames a mais por mês (Tabela).
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Caso você tenho o volume, a eficiência e produtividade de uma máquina superior são compensadas facilmente.
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Aparelho topo de linha ou intermediário?

Leitor do blog fez uma pergunta que é frequente:
– Compro um aparelho topo de linha ou intermediário?
A resposta é dependente da projeção de exames ou da demanda.
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Conversando com o simpático novo presidente da ESAOTE no Brasil, o italiano afirmava que precisou se adaptar a realidade da ecocardiografia local.
Na Itália, a medicina é quase toda pública. A pressão por volume é baixa. Sei de um serviço em Pisa que fazia 6 exames por manhã!
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Aqui é bem diferente.
As contas implodem qualquer serviço de baixa eficiência.
Nomes de destaque na pesquisa enfrentaram a dura realidade da falência ou redução de seus serviços diagnósticos.
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No nosso sistema de trabalho, ou você têm baixo custo ou têm alta produtividade.
Baixo custo só em serviços pequenos com laudo em CD e pouquíssimos funcionários.
Os demais são obrigados 40 exames por dia em cada máquina, ou mais.
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O desafio é fazer exames de qualidade em pouco tempo.
Aí entra a vantagem de um aparelho de ponta.
Transdutores matriciais são melhores. Bons dispositivos de ColorDoppler são essenciais.
Fora a adequação do ambiente.
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A resposta ao leitor é essa:
Alta demanda em local de alto custo:
Máquina topo de linha e produtividade.
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