Usados: Para começar.

Veja aqui algumas ofertas de portáteis para começar seu serviço de Eco com um pouco menos de dinheiro.
Quando o Dólar sobe, os usados aparecem!
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Com um aparelho como o da foto, realizamos 300 exames por mês em um hospital de Cardio.
Além de 80 Ecostresses!!!!
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Em épocas de crise, espaços surgem e muitos recuam.
Podendo arriscar, compre seu aparelho, ocupe a posição vaga ou pouco valorizada.
Aguente uns 6 meses e depois:
Bons ecos!
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Dissincronia, só com 3D?

Mechanical dyssynchrony by 3D echo correlates with acute haemodynamic response to biventricular pacing in heart failure patients

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Europace (2008) 10 (1): 63-68.
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During biventricular pacing, percentual change in dP/dtmaxcompared to the non-pacing mode, ΔdP/dtmax was measured invasively with conductance catheters. LV ejection fraction was 31 ± 10%, SDI17 was 10.2 ± 4.2% and percentual ΔdP/dtmax during biventricular pacing was 14.5 ± 12.4. A significant correlation (r = 0.729, P = 0.001) was found between SDI17 and percentual ΔdP/dtmax, and between QRS duration and percentual ΔdP/dtmax (r = 0.721, P = 0.001).
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Conclusion The present study suggests that mechanical dyssynchrony measured by RT3DE shows a good correlation with invasively determined acute haemodynamic response to biventricular pacing in patients with symptomatic dilated cardiomyopathy
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A tecnologia com 3D pode dividir o coração em segmentos bem definidos e avaliar a dissincronia de maneira única.
A melhora aguda, porém, pouco significa.
Serão necessários estudos de impacto clínico, mas é um bom começo.
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Por seu alto custo e demora em ser implantado, muito por ineficiência dos fabricantes, o 3D patina e perde terreno nas pesquisas para as técnicas de Strain.
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Mas é no Strain que o 3D vai recuperar seu merecido lugar. É só questão de tempo e dinheiro.
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O que há de certo na dissincronia?

Dyssynchrony Indices To Predict Response to Cardiac Resynchronization Therapy

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No indices predicted clinical response assessed by Minnesota Living with Heart Failure Questionnaire, 6-minute walk distance, and peak oxygen consumption.
Conclusions— These findings are consistent with the Predictors of Response to CRT study and do not support use of these dyssynchrony indices to guide use of CRT.
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O que há de certo na avaliação da Dissincronia ao Eco que não revela benefício para o implante?
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Texto completo demonstra ausência de benefício em se realizar um número enorme de medidas da Dissincronia.
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A resposta, está no texto:
Another important and critical question is how much of mechanical dyssynchrony is actually assessed by these echocardiographic parameters. If all proposed parameters do reflect the extent of mechanical dyssynchrony, there should be a consistency among the measurements. However, when we measured both peak systolic tissue velocity timing and peak systolic strain timing before and after CRT, there was a significant shortening of strain timing differences after CRT without a major change in peak systolic velocity timing.17 This finding suggests that different echocardiographic parameters measure different phenomena that may or may not be related to actual mechanical dyssynchrony.
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Cardiotalk – Aula de coronariopatia com Prof. Otávio

AQUI.
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http://cardiotalk.blogspot.com.br/ é uma página com casos clínicos e aulas da disciplina de cardiologia da UNICAMP.
São abertas ao público da área médica e ocorrem as Terças, as 8:00 h no prédio da FCM. Salão nobre.
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Refluxo Mitral antes e depois da correção

Prediction of left ventricular ejection fraction 6 months after surgical correction of organic mitral regurgitation: the value of exercise echocardiography and deformation imaging

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Global longitudinal strain (GLS) at rest (R= −0.42, P= 0.011) and during exercise (R= −0.36, P= 0.034) correlated with postoperative LVEF. When normalized for LV end-systolic diameter, GLS during exercise was more closely correlated with postoperative LVEF and was its best predictor based on a multivariate linear regression model. At a cut-off of −5.7%/cm, sensitivity was 0.83, specificity 0.70, negative predictive value 0.64, and positive predictive value 0.86 for predicting a 6-month postoperative LVEF of <50%.
Conclusion In patients undergoing surgery for severe organic MR, GLS normalized for LV end-systolic diameter at submaximal exercise may be used as a predictor of postoperative LVEF.
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O Strain longitudinal pode ajudar no paciente  com refluxo mitral significativo.
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É inacreditável a evolução no número de publicações envolvendo o Strain.
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Cartão BNDES

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 Data da Simulação:  08/06/2012Valor financiado:  R$ 100.000,00Taxa de Juros:  0,97% a.m.
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48 parcelas de R$ 2.590,61 11,71 % a.a.

ou

24 parcelas de R$ 4.645,49 11,21 % a.a.

Vale a pena tomar empréstimos no BNDES?
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A compra é restrita a uma lista de fornecedores com fabricação nacional, o que já exclui boa parte dos produtos desejados.
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A taxa de juros é menor que a praticada por bancos em geral.
Caso você tenha  movimento e espera por exames, será uma boa opção para MAPA, Holter, Ergometria e ECG.
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Sendo correntista do banco do Brasil, vale a pena pesquisar o PROGER para compra de um aparelho de ecocardiografia.
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Já utilizamos uma vez para compra de um Vivid  e foi bem adequado para a época.
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Resultado da simulação
Valor do Financiamento Pretendido: R$ 100.000,00.    TJLP: 6,00%.
Juros: 5,00% efetivos ao ano.      Data da Primeira Parcela: 01.07.2012
O valor a ser pago pela Tarifa de Contratação é de R$: 1.200,00

CET Mensal: TJLP +  0,51% efetivos ao mês.
CET Anual: TJLP +  6,28% efetivos ao ano. .

24ª prestação 4.695,50

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A burocracia não é tão grandes nos dois processos e investir em produtividade parece ser a saída para esse ano.
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Em nossa experiência, o investimento em máquinas novas de ecocardiografia pode render de 4 a 18% ao mês, sobre o valor investido.
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D.A.C: Doença Arterial de Campinas (para usuários da cooperativa local).

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Continua a saga da nova modalidade de doença aterosclerótica presente unicamente em usuários da cooperativa local.
Ela é permitida a partir dos 45 anos se você quiser procurar pedrinhas de Cálcio.
Caso queira usar o US de Carótidas, você deverá esperar 15 anos para fazer o diagnóstico, pois só após os 60 anos permitem o exame.
Bem inteligente, vocês não acham?
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Identification of Viable Myocardium in Acute Anterior Infarction Using Duration of Systolic Lengthening by Tissue Doppler Strain: A Preliminary Study

Results

Peak systolic strain fell gradually (becoming less negative) from normal segments to segments with transmural infarction (P < .0001), and the duration of systolic lengthening increased (P < .0001). Myocardial scarring was closely correlated with peak systolic strain (R = 0.76, P < .00001) and the duration of systolic lengthening (R = 0.88, P < .00001). There was a significant correlation between the degree of scarring and time to percutaneous coronary intervention (R = 0.40, P = .045). In segments with systolic lengthening, the improvement in strain after remodeling was significantly higher (5.5 ± 5.1%) than in segments with duration of systolic lengthening > 67% of systole (2.2 ± 3.7%) (P  67.3% could identify nonviable myocardium (sensitivity, 90%; specificity, 94%).

Conclusions

In patients with acute myocardial infarctions in the anterior wall, strain measurements can identify myocardium with nontransmural scarring. The duration of systolic lengthening is a novel, easily implemented variable that may identify ischemic but viable myocardium. Myocardial infarctions in other left ventricular regions should be investigated in future studies.
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A duração do Strain revela mais sobre a viabilidade do tecido do que se imaginava. 
Será capaz de dar a viabilidade já na fase aguda?
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É incrível como o Strain renovou a pesquisa em ecocardiografia e colocou o método de volta ao centro das atenções em cardiologia!
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