Tamponamentos e drenagens sem reflexão.

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Incrível, a página de exemplos de tamponamento de Stanford não têm nenhum exemplo de tamponamento, na minha opinião (LINK).
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Semana passada comentávamos no curso Retake como as drenagens de pericárdio guiadas por laudos de ecocardiografia são algumas vezes equivocadas, sem o quadro clínico contundente de tamponamento.
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No exemplo dos vídeos acima, vemos que mesmo centros de destaque se confundem.
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Os colegas do Cardiopapers tentaram ajudar, mas a confusão persiste. 
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Um achado tem probabilidade de evento clínico tamponamento, que vai de 40 a 80%, mas não certeza de hipotensão grave e taquicardia.
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Nós ficamos com o colabamento do ventrículo direito na diástole como preditor de evento clínico em 80% dos casos.
Só que os 20% que não tamponam de jeito algum são os com hipertensão pulmonar moderada a acentuada e elevadas pressões diastólicas do ventrículo direito. Não têm derrame que “empurre” a parede do VD se ele estiver com pressões diastólicas acima de 20 mmhg.
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Recordar é preciso (convidados): Alterações clínicas e repercussão na hemodinâmica

Situações que podem subvalorizar regurgitações valvulares:
– nos doentes anestesiados;
– na hipotensão;
– no doente após choque.
Situações que podem  sobrevalorizar regurgitações valvulares
– Noradrenalina no sistema;
– após exercício físico;
– na hipertensão;
– na manobra de valsalva.
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Enviado por Ana Feijão.
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Na foto acima , veja como um ColorDoppler “carregado” pode aumentar a impressão de refluxo.
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D.I.C de olho no Brasil


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Felizes da vida, afirmamos :  
O D.I.C respondeu aos apelos nacionais:
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A Comissão de Defesa Profissional e Honorários Médicos do DIC informa: 
O Setor de Saúde Suplementar atua no mercado brasileiro desde a década de 60, e seu marco regulatório iniciado com a publicação da Lei 9656/98 e a criação da Agência Nacional de Saúde (ANS) nos anos 2000.
A regulação acabou por gerar elevação nos custos e uma tendência à concentração do mercado em um menor número de operadoras

. Estima-se que a inflação acumulada nos últimos 12 anos esteja próxima a 120%. Neste período, o reajuste médio repassado às operadoras de saúde e aos prestadores foi respectivamente de 150 e 50%. Enquanto as operadoras gozam de reajustes anuais definidos pela ANS, quase sempre superiores à inflação estimada no mesmo período, nós, prestadores de serviços, somos proibidos de exercer o poder compensatório através de nossas Associações e Sociedades de Classe. Ao condenar o tabelamento proposto na CBHPM, os órgãos de defesa econômica sucumbem ao frágil argumento que mecanismos de “dupla-margem” poderiam elevar, em tese, o custo dos planos ao consumidor final.
Dia 25 de abril foi escolhido como o “Dia Nacional de Advertência às Operadoras de Saúde” que se recusam a discutir a recuperação dos honorários médicos. A Diretoria do DIC e sua Comissão de Defesa Profissional e Honorários Médicos, em sintonia com estes esforços de mobilização, apresentam algumas das nossas propostas de atuação:
1) Implantação da Tabela Hierarquizada da CBHPM, é o resultado de três anos de pesquisa da Associação Medica Brasileira e suas Sociedades de Especialidades, Conselho Federal de Medicina e Federação Nacional dos Médicos, apoiados pela Fundação de Pesquisas econômicas da USP (FIPE).
2) Adequação da CBHPM 2010 ao Rol da ANS pela inclusão dos procedimentos que já constam na CBHPM da CNHM 008/2011 sugerida pela AMB: Ecodopplercardiograma com avaliação do sincronismo cardíaco; Ecodopplercardiograma sob o estersse físico ou farmacológico com contraste; Ecodopplercardiograma para ajuste de marca-passo e Ecodopplercardiogarama intracardíaco.
3) Elaborar questionamentos à ANS sobre as discordâncias observadas na aplicação da conversão da tabela CBHPM para TUSS em relação aos códigos 4.09.01.10 (Ecodopplercardiograma transtorácico) e 4.09.01.36-0 (Doppler colorido de vasos cervicais arteriais bilaterais). Muitas operadoras aplicam valores relativos aos extintos códigos do ecodopplercardiograma preto e branco ao primeiro e, no caso do exame vascular, mera unificação dos códigos dos procedimentos carotídeo e vascular sem considerar como valor final a somas de suas respectivas remunerações.
4) Criação de um grupo de trabalho da Comissão de Honorários Médicos em Brasília para atuar diretamente junto às Agencias Governamentais, Legislativo e Ministério da Saúde nos assuntos pertinentes ao nosso Departamento.
6) Apresentar aos Associados, de forma didática e instrutiva, alguns tópicos da Legislação sobre Saúde Suplementar que possam ser relevantes na defesa dos nossos interesses.
7) Promoção do Certificado de Habilitação em Ecocardiografia como instrumento de diferenciação e valoração profissional.
Estas e muitas outras metas não dependem exclusivamente dos nossos esforços para sua realização. Contudo, qualquer resultado somente será obtido através de um Departamento representativo, unido e motivado. Esperamos que as legítimas bandeiras hasteadas no dia 25 de abril sirvam para tornar nosso Departamento mais unido. Participem!!

Duas horas na vida de um Vscan

Um Vscan passeava pelo hospital de clínicas da UNICAMP:
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Uma suspeita de tamponamento surgiu de repente:
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Derrame pequeno demais, não tampona!!!
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Diagnóstico de ICC duvidoso no PS. Pneumonia grave ou ICC desadaptada:
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ICC grave!!!
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Hipotensão e taquicardia ao lado. Aumento da área cardíaca. Será derrame agora com tamponamento?
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Nada disso. ICC!
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E por aí vai, para quem se diverte com o Eco e ajuda os pacientes.
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Nenhum ecocardiograma com Doppler  foi deixado de lado ou sofreu maus tratos durante as filmagens desse documentário.
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Recordar é preciso (Convidados): Movimento anterior Mitral

O movimento anterior sistólico, também denominado por SAM (sistolic anterior movement) da válvula mitral é uma obstrução dinâmica ao nível da câmara de saída do VE causada por uma geometria anómala nessa zona combinada com função sistólica hiperdinâmica. Determinada porção do aparelho valvular mitral sofre um repuxamento anterior em direcção ao septo interventricular, durante a sístole, provocando assim uma obstrução à passagem do fluxo sanguíneo.

Situações clínicas relacionadas com o SAM:
– VE com cavidade pequena
– Hipertrofia VE 
– Estados hiperdinâmicos como sepsis, febre, hipovolémia…

Identificação do SAM
– por Modo-M
– em qualquer fase da sístole
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Por Ana Feijão.
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Fonte:
Lang RM, Bierig M, Devereux RB. Recommendations for chamber quantification. J Am Soc Echocardiogr. 2005 Dec;18(12):1440-63.
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iPad para iEcho

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Os aplicativos para ecocardiografistas estão cada vez melhores.
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O iASE é fundamental. Muito prático e fácil de usar.
Vale o preço.
Mas é para quem já é do ramo.
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Com dinheiro sobrando(rsrs), compre o EchoSource também.
As fotos são ótimas e é mais básico no ensino do método.
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Já o de 3D, só o Marcelo e a Vera comprarão.
Muito caro!!!
Vou comprar e descreverei para os leitores do blog.
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Comprei a gostei muito do iASE!!!!
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Encocardite e muitos êmbolos.

Respective effects of early cerebral and abdominal magnetic resonance imaging on clinical decisions in infective endocarditis

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MRI detected cerebral lesions in 47 patients (81%) (ischaemic lesions in 25, microbleeds in 32, and silent aneurysms in 6), and abdominal lesions in 20 patients (34%). 
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Sim, a maioria dos pacientes com endocardite tem embolizações!
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Daí a dificuldade de enxergarmos grandes vegetações ao Eco TT?
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Angola

Bom dia
Sou Técnico de Cardiopneumologia e realizo Ecocardiogramas há cerca de 10 anos em Portugal. Apesar de estar a trabalhar gostaria muito de ter uma experiencia fora do país eAngola é um dos destinos que mais curiosidade me suscita.
Em Angola o Técnicos podem trabalhar na Ecocardiografia? Quais os passos e quem contactar para perceber da hipotese de ir para aí trabalhar?
Obrigado. 




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“Sim, em Angola os Cardiopneumologistas – licenciados – fazem os ecocardiogramas. Existem várias clínicas e vários hospitais para onde pode enviar currículo ou entrar em contacto directo, por exemplo a clínica Girassol, clínica Sagrada Esperança, clínica da Mutamba, hospital Américo boavida, hospital Josina Machel… mas aconselho um contacto pessoal pois marca a diferença face à chegada constante de currículos.

Cumprimentos
Ana Feijão”