O estranho e obrigatório mundo do Strain – I

Aqui, aula em inglês muito boa.
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Vejam que para a mesma deformação, as velocidades de deformação variam!
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A contração muscular ocorre mais ou menos como nas figuras acima. Como somos capazes de identificar 2 pontos no miocárdio, com o Doppler Tissular ou a marcação digital “speckle”, somos capazes de medir variações de comprimento e a velocidade das variações de comprimento.
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Texto em inglês aqui.
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Com aplicar no ciclo cardíaco?
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O ideal seria medir o strain de cada miócito:

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O que dá para fazer é isso, a deformação em uma inha do tempo:
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O princípio é esse, marcar dois pontos, observar o encurtar e alongar no local.

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Continua…

Ciência: Pericardite constrictiva mais perto do Strain.

Biventricular Mechanics in Constrictive Pericarditis Comparison With Restrictive Cardiomyopathy and Impact of Pericardiectomy
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Constrictive Pericarditia patients had selectively depressed left ventricular (LV) anterolateral wall strain (LWS) and right ventricular (RV) free wall longitudinal systolic strain (FWS) but preserved LV septal wall systolic strain (SWS)
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There was a significant inverse correlation between pericardial thickness and respective ventricular strains (P=0.001).
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Pericardiectomy resulted in the improvement of the depressed LVLWS/LVSWS (0.83±0.18–0.95±0.12; P<0.001). . . . . . . . . Conclusions—: Regional longitudinal systolic strain ratios are robust novel diagnostic tools for CP. Regional myocardial mechanics inversely correlates with adjacent pericardial segment thickness detected by cardiac magnetic resonance, and pericardiectomy leads to systolic strain improvement, which is more pronounced in right ventricular and LV free walls. .
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O uso do Strain na ecocardiografia chega a ser surpreendente. Mesmo desafios diagnósticos como a Pericardite Constrictiva têm uma diferenciação possível com o uso da metodologia.
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Comprar um aparelho sem Strain hoje em dia parece ser uma opção de risco alto, em serviços de médio porte.
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Chegou a hora de ensinar para todos
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Cleft e PVM

The prevalence and impact of deep clefts in the mitral leaflets in mitral valve prolapse

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Clefts were documented in 84% of patients with MVP, but significantly less frequently in patients with alternative MR (16%; P < 0.001) and controls (12%, P < 0.001). . Conclusion Clefts are frequently seen in MVP, but are uncommon in patients without this diagnosis. They occur in greater numbers as a larger proportion of the valve prolapses. They may play an important role in the development of MVP.
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Apesar de ser descrito raramente nos laudos de rotina, o cleft está presente em muito pacientes com PVM.
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